Os Jogos do Amanhã

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Os Jogos do Amanhã

Sinopse

Ian Morfleynder morou a vida toda em um complexo de onde não podia sair. Ele podia ver a luz do sol e sentir o vento gelado do inverno, dentro do pátio do complexo. Ele se perguntava, oque acontecia com os outros ocupantes do coomplexo quando saíam de lá? Por quê os outros saíam e não voltavam? Para onde iam e o que faziam? Será que eles conheciam o mundo escondido pelas altas muralhas de pedra de sua casa? O jovem se remoeu a vida toda com essas perguntas. Perguntava aos funcionários do complexo com tanta frequência quanto questionava a si mesmo. Até entrar no jogo.
14+Em Andamento~33min de leitura

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Quem sou eu? Essa é boa para começar uma descrição. Sou uma sonhadora. Dos dois tipos. Que sonha acordada e sonha dormindo. E inventora. Inv...

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Total: 6,587 palavras
01

Capitulo 1

359 palavras•~2 min
02

Capítulo 2

1,203 palavras•~7 min
03

Capítulo 3

911 palavras•~5 min
04

Capitulo 4

1,310 palavras•~7 min
05

Capítulo 5

849 palavras•~5 min
06

Capítulo 6

650 palavras•~4 min
07

Capítulo 7

1,305 palavras•~7 min

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A Outra Terra 2

Alguns anos após o final de "A Outra Terra", vive-se em um mundo aonde a história, as informações, ciências e conhecimento são compartilhados com ambos os mundos, gerando uma aliança duradoura para poderem responder os maiores mistérios da humanidade. Miranda Shaw e Ray Tsatsuni são 2 astrofísicos da Terra-1 que estudam junto com o seu grupo estão se há mais mundos ou estruturas idênticas uma a outra no Universo, mas os resultados começam a atrair indesejados incidentes que vão se repetindo como se alguém estivesse causando eles. Ao investigarem, uma onda de segredos vêm e remete a alguma coisa que acontece em nosso irmão celestial.

Um  sonho estranho

Bem, tudo o que eu irei mostrar fez parte de um sonho meu, mas eu não consegui entender o significado de nada, pelo que eu percebi até agora, isto se passa depois do apocalipse, (eu devo ter alguma paixão por isso) mas o estranho é que isto não tinha probabilidade, nada estava destruido... mas vou contar logo esta coisa estranha

Em um mundo governado há milênios por um mesmo Rei, um abismo impenetrável manifesta sua influência. Segundo aqueles que enxergam os versos de poder, dele emana a magia. Os fiéis, por sua vez, rogam a ele em ritos como a um Deus criador que a tudo conclama. Destemidos afirmam que dele verteram os dragões da vida. Sim: um desconhecido que habita e pulsa. O abismo é o centro do mundo, e há quem diga que ele seja o próprio mundo. Cabe aos nascidos do ímpeto trilhar o trajeto que desvela a trama. Não heróis apenas vítimas de um destino moldado no abismo da existência. Leonel acorda no meio de uma rua desconhecida. Ele está nu, vulnerável diante do solo que sustenta seu constrangimento. Não fosse o breu da noite e o vácuo de sua mente, sentir-se-ia ainda pior. Leonel não se lembra. O único fio de realidade que ainda o sustenta é o seu próprio nome. E, embora não saiba, o único ente que o reconhece é uma Sombra.

Immanuel Breckford havia cometido alguns erros na vida, mas nenhum tão extraordinário quanto morrer sem perceber. O acontecimento ocorrera oito anos antes, segundo uma certidão perfeitamente legítima, embora sua lembrança daquela época envolvesse a venda da casa dos pais, uma viagem desagradável e absolutamente nenhuma experiência com a morte. Ao tentar esclarecer o assunto, recebeu de um velho carteiro um diário escrito em 1911, contendo desenhos de coisas que ainda não haviam acontecido e três assinaturas que pareciam ser suas. A investigação o conduziu a uma estação ferroviária improvável, a uma auditora de outro planeta e à desconfortável descoberta de que o Universo tinha um passado consideravelmente menos confiável do que seus habitantes imaginavam. Havia mundos que sumiam sem levar suas populações, cartas que chegavam antes de serem escritas e pessoas cuja existência dependia de acontecimentos que nunca chegaram a ocorrer. Em algum lugar, alguém estava tirando proveito disso. Immanuel, que começara a viagem querendo apenas resolver um problema com a antiga casa, descobriria que a realidade possui uma quantidade espantosa de maneiras de perder seus habitantes.