MelancoliaLembrança...
Enquanto caminhava pelo pavimento calcado em cimento em meio àquela doce brisa vespertina após o término de mais uma jornada escolar, volto meu semblante acima apenas para me deparar com a vista de uma velha e chamuscada varanda familiar.
Tomada pela melancolia e sem muito ponderar a respeito, vasculho meus bolsos em busca do molho de chaves que me foi cedido com grande carinho.
[...]
Suspirando, constatei: o apartamento continua no mesmo estado de abandono. Se não fossem as cinzas a adornar as paredes, ninguém jamais saberia que ela existiu...
“Mayu, donde quer que estejas, ainda se lembra de mim?”

