Lovecats
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Sinopse

Numa pequena vila perto das montanhas existia um jovem rapaz com os mais belos olhos cor de amanhecer. A sua beleza superava a sua fama e já tinham sido inúmeros os cavalheiros de terras próximas que ouviram rumores sobre ele. Uns diziam que ele sabia fazer magia e que era assim que encantava as pessoas, outros afirmavam que era algum tipo de criatura etérea. Mas, o rumor mais interessante, era o de que nunca ninguém tinha conseguido conquistar o seu coração e só quem conseguisse roubar a chave presa na coleira do seu gato é que teria direito à sua mão em casamento.
14+História Concluída~1h 8min de leitura

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Labi | Portugal | Connoisseur de Bacalhau Pessoa demasiado azeda com a vida considerando que para ela o humor é o que de melhor o ser Human...

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Luz

Akutagawa sabia que tinha sido um erro. Aliás, ele sabia que ia cometer um erro e mesmo assim foi faze-lo, apenas pela sua teimosia e o seu péssimo vício de fazer o que quer quando bem lhe apetece. Não tinha como negar o magnetismo que Atsushi parecia ter, com os seus olhos dor de amanhecer e a sua voz suave. Drabble meio Angst - AkuAtsu (Com referências às outras double blacks)

Sobre crises depressivas e sua administração

“Sinto muito” As palavras queimaram sua língua como sempre faziam, mas se havia alguém que merecia sua honestidade e arrependimento era Chuuya. Sempre haveria uma distância entre eles que nenhum dos dois iria conseguir consertar, mas Deus se Dazai não estava tentando “Eu sinto muito por fazer meu Chuuya passar por isso” denovo ficou suspenso no ar, subentendido por ambos. “Não se desculpe” Chuuya terminou de enrolar as bandagens por cima das feridas, ajustando o tecido com folga o suficiente para não sobrecarregar os sentidos já eriçados de Dazai, porque ele sempre tendia à sensibilidade excessiva que alternava com o total entorpecimento durante suas crises e o fato de homem sempre se lembrar disso fazia-o ainda mais cru e vulnerável por dentro. “Você é meu atormentar, mas também é meu para cuidar, ok?” Chuuya deu um tapinha suave no seu jeolho com o tom leve como se não fosse a coisa mais gentil que havia tocado (que havia acontecido com) Dazai “De um à dez como estamos nos sentindo agora?”

Sobre crises depressivas e sua administração

"Chuuya terminou de enrolar as bandagens por cima das feridas, ajustando o tecido com folga o suficiente para não sobrecarregar os sentidos já eriçados de Dazai, porque ele sempre tendia à sensibilidade excessiva que alternava com o total entorpecimento durante suas crises e o fato de homem sempre se lembrar disso fazia-o ainda mais cru e vulnerável por dentro. “Você é meu atormentar, mas também é meu para cuidar, ok?” Chuuya deu um tapinha suave no seu jeolho com o tom leve como se não fosse a coisa mais gentil que havia tocado (que havia acontecido com) Dazai “De um à dez como estamos nos sentindo agora?” "