La Petite Douceur
La Petite Douceur

La Petite Douceur

Sinopse

"Sua presença era tão angelical e rica em alegria que quem estivesse a sua volta se enchia vigorosamente daquela mesma aura delicada." Pequeno relato sentimental sobre uma mãe e o agouro de uma depressão pós-parto.
LHistória Concluída~2min de leitura

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.bienvenue, messieurs et mademoiselle. ❝AloeGreen❞, desde 2012. Antes da minha descrição, queria esclarecer algumas coisas aqui para ficar...

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Total: 478 palavras
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Capítulo Único

478 palavras•~3 min

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Os caminhos que seguimos podem parecer tão inofensivos... Não percebemos quão negro eles de fato são até um único instante de lucidez brilhar sob nossos olhos. Ter um distúrbio alimentar é saber que caminha pelos trilhos do trem, mesmo não imaginando que um dia ele chegará.

14+< 25mDrama

"Édipo que se estremeça no caixão e Freud que se excite com essa relação. De todas as crianças que conheci na Terra, Lourenço era o mel mais afável de todas as colmeias. Quantas margaridinhas campestres me foram presenteadas mesmo fora de datas importantes? Quantas cartas em folhas de caderno com manchas de grafite, mas com todo o amor concentrado naquelas letras sinuosas? E por que tais lembranças me parecem tão efêmeras, afinal?"

L< 25mRomance

Algumas portas, uma vez abertas, não podem mais ser fechadas. Helena não tem pressa, nem tem medo, e não se deixa levar por palavras bonitas. Mas toda rosa tem seu espinho. Quando duas presenças tão diferentes cruzam seu caminho, ela descobrirá que não é possível manter tudo sempre sob controle. Uma acalma, o outro incendeia. Um é abrigo, o outro é tempestade. Pois até a mais suave calmaria guarda uma chama, e na própria tempestade já existe o prenúncio de bonança - cada coração carrega dentro de si tanto a chama quanto a brisa que pode apagá-la. Cuidado para não se perder. O labirinto é seu, e só você encontrará a saída.

Em uma cidade devastada pela guerra, acompanhamos a trajetória de dois sobreviventes que aprenderam, cada um à sua maneira, a conviver com a violência, a perda e a solidão. Ele não sabe que salvou a vida dela. Ela sabe apenas que ele é mais perigoso do que os assassinos que a ameaçaram. Nenhum dos dois procura companhia. Tampouco acredita que ainda exista espaço para a bondade em um mundo onde sobreviver exige tanto. Mas um menino morto e um gesto de gentileza quase insignificante acabam entrelaçando seus destinos. Entre pequenos atos de cuidado, silêncios e escolhas difíceis, dois desconhecidos descobrem que sobreviver à guerra talvez não seja tão difícil quanto aprender a viver depois de tudo o que perderam.