Head up in the Clouds
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Sinopse

Allan é um garoto que desde a morte de sua mãe, quando criança, criou um mundo onde só ele vive e faz as próprias regras, mas com formatura se aproximando e o medo de passar o resto da vida sozinho, ele decide que é hora de se arriscar e conhecer o mundo que a tanto tempo tem evitado.

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Dudzs • 27y • Taurino Leitor desde os 17 anos e fã de filmes, séries e HQ's, grande parte voltada para historias LGBQT+, assim como as minh...

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Capitulo 1

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We Like to Party

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Paper Towns, Paper Nights

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O mundo que eles conheciam não existe mais. Agora, todos os sobreviventes vivem em um refugio criado por um cientista que morreu na tentativa de salvar a humanidade de algo que nem ele mesmo sabe explicar. Cinco anos depois, seu filho Victor, que conseguiu ser salvo quando tinha quatorze anos, e seus amigos resolvem vasculhar sua nova cidade, que os sobreviventes apelidaram de 'Nova Ordem'. A busca, que antes parecia ser apenas por diversão, acaba revelando um segredo que ascende uma nova esperança para os sobreviventes.

Em Santa Amália, no interior de Goiás, Iolanda Duarte já viu de tudo em onze anos de serviço público. Reclamações absurdas, documentos desaparecidos, funcionários que juram não saber de nada. Mas nunca precisou investigar um ônibus conduzido por um homem morto. Em outubro de 2012, uma senhora telefona para reclamar que a linha 43 não parou no ponto. O problema é que a linha foi extinta em 1998 e seu antigo motorista faleceu três anos depois. Quando Iolanda descobre que o ônibus continua circulando pelas ruas da cidade, a investigação a conduz a um acordo secreto entre comunidades sobrenaturais, passageiros que não constam nos registros municipais e pessoas que talvez nunca tenham escolhido desaparecer. Manter o segredo pode proteger uma cidade inteira. Mas quem protege aqueles que querem voltar? Última saída: 23h45. Algumas viagens não deveriam ter passagem só de ida.

Durante anos, Lídia Sampaio considerou os cães da rua dos Jacarandás um atentado à convivência civilizada. Por isso, quando uma manhã amanhece sem um único latido, sua primeira reação é agradecer. A gratidão, entretanto, dura pouco. Em Vila Olaria, animais começam a desaparecer, marcas inexplicáveis surgem nas paredes e certas casas passam a abrigar espaços que jamais deveriam existir. Enquanto os moradores procuram explicações suficientemente razoáveis para continuar suas rotinas, Lídia descobre que há inconveniências muito piores do que uma vizinhança barulhenta. Entre o horror sobrenatural, o absurdo cotidiano e a melancolia das pequenas ausências, o conto investiga aquilo que aprendemos a ignorar, sobretudo quando seus avisos se confundem com os ruídos habituais da vida.

Já pararam para pensar em como as histórias sempre terminam? "E viveram felizes para sempre..." Muitas vezes, essa frase nem chega a aparecer, mas o contexto costuma ser praticamente o mesmo. Mas o que acontece depois? O que vem após os tão conhecido "felizes para sempre"? Já pararam para se perguntar? Pois é... Sempre que escrevo um final, gosto de imaginar o que existe além daquele último capítulo. Afinal, os personagens não deixam de viver só porque a história chegou ao fim. Talvez o verdadeiro encanto de um final esteja justamente naquilo que ele não conta, mas nos permite imaginar. E é por isso que hoje quero convidá-los a descobrir o que aconteceu depois de alguns tão esperados "felizes para sempre". Porque algumas histórias merecem continuar, mesmo depois que a última página chega ao fim.