
Beatriz era uma garota normal como outra qualquer que sonhava em ser uma garota mágica como as que sempre via nas notícias, mas ela sabe que para realizar o seu sonho, terá que entrar para Escola para Garotas Mágicas e não se entra como nas escolas comuns, em que simplesmente chega e pede a matrícula, terá que receber um convite de matrícula via e-mail.
Todo dia, Beatriz checava seu e-mail, esperando seu convite de matrícula da Escola para Garotas Mágicas, mas ainda não chegara tal mensagem e ela sabia que podia entrar tanto garotas que queriam aprender a usar magia, quanto aquelas que já nasceram com poderes mágicos que necessitam aprender a controlá-los, no entanto, na última vez em que checou seu e-mail, o tão esperado convite chegou.
Ao ver aquele e-mail, Beatriz surtou por dentro. Seu coração batia forte, enquanto abria a mensagem. Era realmente um convite de matrícula para Escola para Garotas Mágicas. A garota leu tudo quase tão rápido.
Ao terminar, Beatriz foi até sua mãe, avisando-lhe sobre o convite. Logo, ela mostrou o e-mail. A mãe da garota ficou orgulhosa da filha e lhe permitiu a matrícula.
Após colocar todos os seus dados na matrícula no link que foi informado no e-mail; que a propósito, era do site da Escola para Garotas Mágicas, que só pode ser acessado por aqueles que tem acesso à escola ou que recebeu o convite de matrícula; uma luz misteriosa surgiu ao lado do teclado de Beatriz e disso, apareceu um celular preto com algumas listras roxas. Era o tão conhecido celular mágico que todas as alunas da Escola para Garotas Mágicas tinham.
Beatriz pegou o celular mágico e abriu ele. Era um celular totalmente diferente de um celular comum. Nele, tinha aplicativos que nem existiam em seu universo e além disso, só podia ir para Escola para Garotas Mágicas com ele, após digitar uma senha.
Depois que Beatriz fez sua matrícula, ela recebeu um comunicado de que a senha chegaria por e-mail para ela. A garota atualizou seu e-mail e lá estava mais uma mensagem da Escola para Garotas Mágicas, desta vez, falando sobre a senha para o acesso da escola no assunto.
Beatriz abriu o e-mail e viu a senha que era EPGM, que era uma sigla para Escola para Garotas Mágicas. A mensagem também dizia que para digitar a senha, tinha que ser em um aplicativo chamado Entrada para Escola para Garotas Mágicas, que na tela do celular mágico estava apenas escrito como Entrada.
Beatriz olhou o celular mágico novamente e abriu o aplicativo que lhe foi informado para entrar na escola. Ao abrir, apareceu um fundo que cobriu toda a tela com apenas uma barra em branco, onde se deve digitar a senha, mas antes, Beatriz avisou para sua mãe que iria agora mesmo para Escola para Garotas Mágicas e recebeu como resposta um "ok".
Assim, Beatriz digitou a senha no celular e apertou em um botão onde estava escrito "ok". Logo, uma luz mágica começou a cobrir seu corpo até ganhar uma luminosidade forte e fazer a garota ser teletransportada para Escola para Garotas Mágicas.
