Confusões Em Um Universo Paralelo
KurimatsuConfusões Em Um Universo Paralelo
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25Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
18 de fevereiro de 2013
Última Atualização
30 de setembro de 2014
Status Editorial
Em andamento
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Saint seiya:aventuras ou não?
+14•2.753 palavras•Cavaleiros do Zodíaco•Ação•Aventura•Comédia•Drama•Ficção Científica•Fantasia•Hentai•Lemon•Mistério•Paródia•Poesia•Romance•Suspense•Terror•Tragédia•Songfic•Darkfic•Crossover•Universo Alternativo•Orange•Ecchi•Deathfic•Shounen-ai•Humor Negro•Shoujo-ai•Horror•Lime•Furry•Amizade•Angst
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Seus olhos ainda permanecem em minhas lembranças, castanhos e familiares. Um mês depois do baile à fantasia e eu ainda me lembro de você, Fantasma Vigilante, como se não houvesse passado dias e principalmente como se te conhecesse a uma vida inteira. Com o passar dos dias, descobri que não importava quanto tempo passasse, o que eu tinha sentido havia se tornado eterno. Você me conquistou tão rapidamente quanto foi embora e a única coisa que me resta é esperar que você retorne em algum momento, não apenas por uma noite, não apenas por um dia. Confesso que depois de um certo tempo, minhas esperanças de te reencontrar foram desaparecendo, mas no fundo, eu torcia para que eu pudesse te ver mais uma vez. E eu verdadeiramente pensei que nunca mais o veria, mas em um belo dia você retornou e com isso tudo o que eu havia sentido naquela noite me atinge como uma onda devastadora. Eu havia me apaixonado por um fantasma, mas não qualquer fantasma, e sim, o Fantasma Vigilante. Eu prometi a mim mesma que descobriria quem é o verdadeiro Fantasma Vigilante por trás da máscara e é isso quer irei fazer. Se prepare, querido Fantasma Vigilante, pois não irei desistir até conseguir o que quero.
Lágrimas escorriam por seu rosto, seu coração estava partido e aquilo doía, Deus, como doía. Ela preferia ter mil facas em brasas atravessando todo seu corpo do que só uma atravessando seu coração. O aperto em seu peito e estômago eram tão fortes que ela achou que não fosse aguentar. Ao chegar em casa, se jogou pelas escadas até chegar ao seu quarto e finalmente ao banheiro, onde colocou tudo pra fora, quando finalmente terminou, seu estômago estava vazio. Mas o vazio combinava com seu coração, que pesava em seu peito, ao mesmo tempo tão vazio e tão cheio e com uma dor sufocante, sentia como se alguém estivesse com seu coração entre as mãos, apertando, esmagando, sufocando ... e ela quase desejou que fosse realmente isso porque, pelo menos assim, aquela sensação desesperadora desapareceria. Enxaguou a boca com a água da torneira, a sensação estranha em sua língua e ergueu os olhos para o espelho. Só naquele momento, encarando a figura arrasada que a encarava de volta, Mônica percebeu que estava chorando, finalmente tomando consciência das lágrimas quentes que lhe escorriam pelo rosto. Os olhos pareciam de um animal dilacerado ou alguém que tinha perdido o que mais amava na face da terra, o que de certa maneira era verdade, exceto que ela não havia perdido, havia escolhido deixar. — Acabou, Cebola! Acabou ... As lembranças e as palavras ecoaram em sua mente, e a dor que veio com elas foi tão grande que a fez cair de joelhos no chão de madeira, soluços escapando de sua garganta e por fim um grito, um grito dolorido que ainda sim não conseguia exprimir toda a dor que sentia naquele momento.




