Com amor, um soldado qualquer
Com amor, um soldado qualquer
Capítulo 11 min de leitura

Papel e Aljôfares

“Dachau, 17 de agosto de 1936

Caio, não sei porquê, sinto que minha sanidade está sendo destruída aos poucos nesse lugar. Um passo de cada vez e se algum sair fora do branco e preto, também sairei fora da existência e nunca mais te verei.

Sabe que meu medo não é de ser torturado até a morte se for pego, é só... de te perder. ” Lágrimas marcaram o papel.

“Meu amor, você não sabe o quanto sinto a tua falta, do teu sorriso omnifulgente logo pela manhã iluminando todos os meus dias.

Meramente te quero o quanto antes. ”

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