Amar um Bandido
Amar um Bandido
Capítulo 15 min de leitura

Capítulo 1

Mêses atrás...
No areoporto.
— É prima vou ter que ir.(disse Marina)
— Confessa que está amando ir para Monâco.(disse Lia)
— É eu estou gostando mas não tanto queria que fosse comigo.
— É mas meus pais moram aqui é não me querem longe só nas férias, ainda sou de menor.
— É eu sei.
— Então mas nas férias agente se vê.
— Não vejo a hora disso acontecer vai ser tão ruim passar mêses sem te vê.
— Espero que voltem a morar no Brasil.
— Eu também espero só por sua causa.
— Eu queria morar lá mas meus pais não querem morar lá.
— É meus pais conversaram com os seus é não houve acordo.
— É são uns cabeça duras.
— Eu sei que vai ser difícil Lia mas ela volta eu prometo vamos passar só uns mêses lá.(disse a mãe de Marina)
— Agente nunca se separa.(Lia)
— É rápido.(disse o pai)
— Agora se despeçam que já chamaram nosso voô.(disse mãe)
— Tchau prima até logo.(disse Marina a abraçando entre lágrimas o seu coração estava partido por deixa-la)
— Agente se fala todo o dia pela internet e WhatsApp o dia todo.
— Pode deixar.
— Não me esqueça me trocando por essas francesas patricinhas.(disse ela que também chorava emocionada com a despedida)
— Nunca você é minha prima e minha amiga está no meu coração ninguém vai roubar seu lugar.
— Também está no meu coração priminha.
— Não me troque por essas roqueiras que tu anda.
— Ando mas só são colegas sabe que minha amiga e confiente e você.
— Eu sei também é você a minha.
— Que amizade linda de vocês.(disse a mãe)
— Nem sempre primas se dão tão bem assim.
— Mas nós não damos.
— A última foto antes de embarcar(disse Marina pegando seu iphone)
— Ai não estou com cara de choro toda borrada.
— Mas isso é bom e uma despedida normal está chorando.
— Fico horrível chorando.
— Para de drama e faz pose para a foto.
Elas se ajeitam se abraçando e sorrirem para a foto e a mãe posta com a legenda '' Despedida entre primas e melhores amigas''
— Pronto agora vamos.(disse o pai e Mari lhe da o último abraço e a mãe e ela o seguem)
Lia vai embora para casa arrasada e Mari também vai triste no voô.
Dias depois...
Lia começou a andar com umas meninas que andavam na favela era da sua sala mas moravam lá eram bolsistas e um dia elas chamaram ela que aceitou adorava desafios, e estava no baile.
— Não gosto de funk sou rock mas adoro coisas novas.(disse Lia)
— É eu sei que é roqueira mas tenta curtir.(disse Flávia)
— Nossa que mulheres vulgares andam quase nuas.(comenta Lia)
— É assim e mesmo.(disse Solange)
Ela fica um pouco olhando todos dançando funk e rebolando até o chão música de putaria.
— Não estou gostando.(disse Lia que estava entediada)
— Então não venha mas.(Flávia)
— Acho que vou embora.(disse Lia se levantando)
— Tudo bem.(Solange)
— Não fiquem chateadas.(Lia)
— É eu sei que quem é patricinha não gosta disso aqui.(Flávia)
— Patricinha eu não sou sabe que sou roqueira baile funk não é para mim aproveitem ai.
— Pode deixar.(Flávia)
— Toma cuidado que aqui é perigoso.(Solange)
— Eu sei me cuidar.(disse e sai tentando sair dali que estava lotado cheio de gente bebendo, se drogando, se beijando e até gente transando ela fica horrorizada não sabia que era assim nunca foi em um lugar desses claro ainda tinha quinze anos apesar de ser madura para a sua idade)
Ela sai e desce a ladeira que lá tinha uma enorme, ela já tinha ligado para o táxi estava o esperando.
— Perdeu patricinha.(disse um bandido lhe supreendendo a puxando)
— Perdi nada.(disse lhe chutando)
— Perdeu a noção do perigo eu estou armado.(disse sacando uma arma do bolso e ela se treme de medo)
— Ok pega tudo que eu tenho(disse ela lhe entregando bolsa e seu iphone)
— É mas acho que quero algo a mas do que isso.(disse a puxando pela cintura e a prensando contra um carro que tinha ali passando a mão no corpo dela que sente nojo e repúdio)
— Me solta eu já dei o que quer.(disse se debatendo)
— É mas eu não me contentei.
— Não faça nada comigo.(pede implorando)
— Cala a boca vadia só vou lhe fazer um favor te foder geme para mim roqueira.(disse tocando na genital dela)
— Eu não quero transar com você.
— Ou transa ou estouro a sua cabeça.(disse novamente lhe apontando a arma)
— Me mata é melhor do que ser estrupada.
— Te garanto só prazer.(disse começando a beija-la enquanto ela se debatia ele se afasta dela para tirar as proprías roupas e ela estava chorando, o seu pesadelo acaba graças a um cara que estava passando e pega um pau e da na cabeça dele)
— Obrigada ele ira me estruprar.(disse ela agradecida)
— É eu vi não poderia deixar.
— Você é daqui?(pergunta o olhando encantada ele era lindo cabelos pretos em topete, branquinho e olhos azuis parecia gaúcho)
— Sou sim.
— Nem parece.
— Tô vendo que não é daqui.
— Eu não sou.