All We Need Is Love And Beer
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Sinopse

"Talvez eu estivesse um pouco bêbado. Ou talvez um pouco sóbrio... Não sei dizer o nível da minha embriaguez naquele momento, mas eu achei o cara mais lindo da boate. Ah, sem duvida!"
LHistória Concluída~13min de leitura

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Eu sou a MAH //fato-q Não é MAH de Mariana, nem de Maria, nem de Marisclete... é MAH de Marina, fikdik :D&nbs...

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2,655 palavras•~14 min

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As pessoas não me levam a serio quando digo que é possível que alguém se apaixone por acidente. Mas acontece! ACONTECEU COMIGO! Na verdade o que aconteceu comigo foi uma BAITA brincadeira de mau gosto vinda do céu, isso sim! Enfim, outra coisa que aprendi na minha situação atual é que ninguém deve se tachar no quesito opção sexual. O que eu quero dizer é que quando se está apaixonado, nenhuma posição ou opção te segura! Pelo menos não a mim! MELDELS, O QUE EU FIZ? Tipo, eu sempre fui um gay bem colorido desde que me entendo por gente! Mas agora, não sei mais o que eu sou! HELP ME! POR QUE, EIN? Por que eu tive que seguir aquele cara GATO no shopping? Por que ele tinha que entrar no banheiro feminino? Por que ELE, na verdade, tinha que ser ELA? Por que alem de mulher, ela tinha que ser lesbica? AAAAAAH! E mais intrigante: Por que eu tinha que me apaixonar por ela?

Dois opostos, duas apostas e dez mil motivos para não se apaixonar. Para o mundo, Marcos tem tudo sob controle: o terno impecável, as vendas milionárias e o charme natural que parece encantar qualquer pessoa. Mas por trás do sorriso fácil, ele guarda o medo latente de amar e perder quem ama. Para o mundo, Malu é a amiga colorida e desorganizada que não sabe o que quer do futuro. Recém-liberta de um namoro apagado, ela só deseja manter a sua independência e distância do cara mais perigoso do seu círculo de amizades: o engraçadinho que ganha qualquer uma no papo antes mesmo de ela perceber. Um acordo de namoro falso parecia a solução perfeita para os problemas de ambos: ele afasta uma cliente inconveniente, ela tenta faturar uma aposta absurda de dez mil reais feita pelos amigos. A regra era simples: sobreviver a alguns encontros e provar que são completamente incompatíveis.

Todo mundo conhece a fábula da raposa que finge não querer as uvas por não conseguir alcançá-las. Mas e se, no fundo dessa história, nunca tivesse existido raposa nenhuma? Em Causo do Cão Chamado Raposa, uma avó revela a origem esquecida do conto: um cachorro vira-lata, batizado Raposa por causa do pelo ruivo, que numa seca terrível não desiste diante do cacho de uvas fora de alcance. Ele espera, arma um plano com uma pedra e o vento, e consegue. A confusão nasce de um vizinho fofoqueiro que espalha a história errada numa roda de bebida, e o nome próprio vira espécie, geração após geração, até virar a fábula que todo mundo aprende na escola. Uma releitura sobre como as histórias se deformam ao passar de boca em boca e sobre como a versão que vira lição de moral nem sempre é a mais parecida com o que realmente aconteceu.