Written by
View profileTosca, moradora de um Universo Paralelo que nunca fará sentido pra vocês.
Recommendations
0Be the first to recommend this story to other readers!
O começo de tudo
Pensando um pouco na realidade
Finalmente.
No characters registered for this story.
Gayzisses, etc., etc.
Story Statistics
Technical Details & Updates
First Published
30 de março de 2012
Last Updated
11 de abril de 2012
Editorial Status
Completed
Language
Português (Brasil)
Reader collections featuring this story:
It could still be a love story
+16•423 words•Histórias originais•Drama•Hentai•Poetry•Romance•Friendship
Viole(n)t Hill
+16•3,785 words•Coldplay•Drama•Mistery•Poetry•Romance•Songfic•Darkfic•Friendship
Weird Boy And Common Feelings
+16•765 words•Histórias originais•Romance•Yaoi•Shounen-ai•Lime
Brother or Love.
+16•5,594 words•Roteiros•Hentai•Romance•Darkfic
The Sincere Eyes of the Pure Heart.
ALL•561 words•Poesias•Drama•Poetry•Deathfic
More like this
It might still be a love story But your saliva has already left my mouth. The marks you left have already left my body. Your fluids are not on my skin and the conversations have already ceased. But it can still be a love story, if you ask me out, have a drink. It could be, if we go back to the subjects and everything that wasn't. It can still be a love story. If not.
Shinji used to lie there, listening to his favorite songs, while staring at nothing. Eichi liked sweets, magazines and books. They would never imagine meeting, they would never imagine studying at the same school again, nor falling in love...
Para Sophia, destino, acaso e coincidência eram apenas palavras. Ela gostava da espontaneidade e da simplicidade de viver um dia de cada vez. Alex, por outro lado, pensava em tudo. Para ela, a vida era complexa demais para ser deixada ao acaso. O que nenhuma das duas imaginava era que um domingo aparentemente comum seria capaz de mudar tudo o que pensavam sobre a vida e uma sobre a outra. Alex conseguiria manter o mal-entendido ou teria coragem de confessar a verdade? E Sophia saberia reconhecer os sentimentos que começavam a surgir?
Aurora tinha vinte e sete anos, uma carreira em construção, cinco melhores amigas espalhadas pelo mundo e uma habilidade impressionante para fingir que sabia exatamente o que estava fazendo da própria vida. Brasileira e arquiteta, vivia em Roma entre projetos internacionais, apartamentos alugados, saudades do Brasil e a constante dúvida sobre qual seria seu próximo destino. Emma, por outro lado, tinha uma vida estável na Itália e nenhuma intenção de complicá-la. Até que, numa quinta-feira de outubro, encontrou uma cadeira vazia ao lado de uma brasileira que parecia incapaz de levar qualquer coisa muito a sério. Uma pergunta sobre zebras. Dois spritz. Algumas provocações. E uma história que nenhuma das duas estava procurando. Entre ruas italianas, aeroportos, amizades de infância, famílias separadas por oceanos e escolhas que nem sempre têm respostas certas, Aurora e Emma descobrirão que amar alguém pode ser muito mais complicado do que se apaixonar. Porque algumas pessoas aparecem para ficar. Outras nos ensinam a partir. E existem aquelas que mudam completamente o significado de voltar para casa.
O primeiro grande amor chega de maneiras inesperadas. Seja através de gestos inesperados ou atitudes impensadas; talvez, através de um convite repentino pra terem um encontro e a aceitação espontânea da outra parte.
O relacionamento já acabou, mas continua sendo ensaiado todos os dias. Um teatro póstumo, sustentado por gestos automáticos e um repertório infindável de pequenas violências.






