Ele não acreditava em Deus, televisão ou na eficiência de calmantes. Muito menos em criaturas mágicas ou sonhos que poderiam ser lidos e deles retirado um significado tosco sobre algo que pode vir a acontecer. E diferente das outras, essa foi literalmente a única característica que era passada de geração em geração em sua família.
Com um triimtriimtriim irritante e o número sete seguido por dois zeros piscando do lado de sua cama, Byou abriu os olhos para contemplar um novo dia. Depois da pasta de dente, uniforme, comida e fixador de cabelos, finalmente saia de casa e entrava em modo stand by enquanto um, dois, três e infinitos tons de cinza e de casas viraram um borrão por entre as quadras. Chegando ao destino, estranhamente o descrente-Byou sorria.
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