epiphanies
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Capitolo 44 min di lettura

Capítulo IV

Ao nascer do sol. quando todos puseram-se a dormir, Darriane levantou-se. A princípio, ela não se lembrou de nada, sentou-se na cama, contente, mal sabendo porque trocara a noite pelo dia. Uma vaga memória lhe assaltou. Antes de dormir, chorara desesperadamente; não conseguira parar de chorar por um tempo, e a tristeza era tamanha, que logo não conseguia nem chorar. Sentira-se, ainda, desolada, mas extremamente calma também. Adormecera então, antes da lua se erguer, mas deixara as cortinas abertas, para levantar ao amanhecer, quando os outros dormem. Subitamente lembrou-se de tudo.

Darriane vestiu seu vestido de sacerdócio, de linho fino e seda, preto e azul. Trançou seu cabelo, que quando solto parecia mais um vé negro que desce até os joelho. Em todo tempo, evitou pensar, pois se pensasse em qualquer coisa que fosse, surtaria. Mas, contrariada, não poderia negar que sua primeira missão não saía de sua cabeça.

"Sei que sempre almejou ir ao Bosque dos Quatro Ventos, mas, agora, deixe a empolgação de realizar tal desejo e me ouça com atenção", disse sua amada mãe e rainha com a voz rouca "estou morrendo, mas já fiz o que tinha de ser feito. Quanto a você, cuidará de seus irmãos e irmãs. Sete dias após minha morte, saia do castelo durante o dia, quando todos dormem, vá ao meu quarto. Encontre um punhal com uma insígnia de um tornado e com gravuras abstratas em seu fio; ele lhe pertence. Pegue um livro, de cor vermelha; é meu diário. Encontre também um colar com pedras, e no meio, a mesma insígnia do punhal, feita de ouro branco. Depois vá ao bosque. Coloque o colar e o punhal no centro do círculo. Abençoada seja, minha criança."

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