Ayreon: The Final Experiment
Ayreon: The Final Experiment
Capitolo 12 min di lettura

Prólogo

Vozes berram por todos os lados, o fogo encobre uma região, árvores esmagam outras, chuvas ácidas corroem o pouco que resta e fumaças tóxicas exterminam as pessoas. O anonimato e o mistério conspiram neste cenário de destruição. Não é possível enxergar nada, portanto não se sabe o que está acontecendo, quem está envolvido, ou ainda o que causou esta tragédia.

O desespero se agrava, as pessoas e os demais seres vivos emitem berros cada vez mais esganiçados, que vão diminuindo aos poucos, conforme as raças vão se extinguindo. Falta pouco para que muitos morram, o segredo da salvação é o maior destes mistérios.

Com o passar do tempo, as chamas são o que resta e o silêncio domina a área. Em meio ao silêncio, a única coisa que se ouve é uma sequência de batidas, uma tentativa falha, já que ninguém ouviria. Mas, teoricamente, não era possível que fossem de pessoas. Estas batidas criavam um ritmo constante:

CURTO/LONGO

LOGO/CURTO/LONGO/LONGO

CURTO/LONGO/CURTO

CURTO

LONGO/LONGO/LONGO

LONGO/CURTO

Logo em seguida, em meio a escuridão, surge o último sinal. Algo luminoso, representado numericamente:

E com essa explosão de fótons, tudo se apaga. E nada mais se vê. Nada mais se ouve. Nada mais se sabe...

Nada.

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Merlin aqui. Preste atenção, pois isso lhe diz respeito:

Esta crônica começa no ano 2084 d.C.

A humanidade praticamente destruiu a si mesma, e a sobrevivência destes dependa da "experiência final".

Cientistas do século XXI desenvolveram um programa de computador chamado "telepatia temporal". Usando esta técnica, eles enviaram visões sobre a destruição da humanidade ao passado.

Essas transmissões foram recebidas pela mente de um menestrel cego, que vive na Grã-Bretanha do século VI, seu nome é AYREON.

Será agora a missão de Ayreon espalhar sua sabedoria sobre estas visões, e então informar o mundo sobre sua queda iminente, a fim de mudar o futuro e transformá-lo em uma realidade longa e próspera.

Voltemos agora à "Era das Trevas"...