The Silver City
The Silver City

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Synopsis

In 1839, a document identified as Manuscript 512 was discovered in the National Library of RJ that spoke about the discovery of a lost city somewhere in the heart of Bahia. Considered the greatest fable in national archaeology, it never received due attention until 2018, when a photo taken from a plane finally casts doubt on the inauthenticity of the account. Could a single photograph change the entire known story about the discovery of Brazil? It will be up to archaeologist Daniel Ventura to put his career and credibility on the line to answer this complicated question.

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Comecei a escrever quando ainda acreditava que dinossauros podiam caminhar fora das telas do cinema. De lá para cá, descobri em cada históri...

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Total: 40,299 words
01

Prólogo

1,228 words•~7 min
02

Capítulo I

2,718 words•~14 min
03

Capítulo II

2,516 words•~13 min
04

Capítulo III

2,383 words•~12 min
05

Capítulo IV

2,402 words•~13 min
06

Capítulo V

2,308 words•~12 min
07

Capítulo VI

2,327 words•~12 min
08

Capítulo VII

2,515 words•~13 min
09

Capítulo VIII

2,087 words•~11 min
10

Capítulo IX

2,603 words•~14 min
11

Capítulo X

2,404 words•~13 min
12

Capítulo XI

3,382 words•~17 min
13

Capítulo XII

2,377 words•~12 min
14

Capítulo XIII

3,509 words•~18 min
15

Capítulo XIV

2,512 words•~13 min
16

Capítulo XV

3,028 words•~16 min

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Quando um corpo aparece boiando nas águas profundas da Amazônia com ferimentos profundos e um dente misterioso incrustado, o Exército brasileiro busca respostas que desafiam a razão. Nenhum animal conhecido poderia ter causado aquilo, e logo surge a necessidade de procurar especialistas capazes de investigar o impossível. O paleontólogo Eric Tilborn é convocado para a missão, mas não estará sozinho. Forçado a trabalhar lado a lado com Daniel Ventura, com quem possui uma antiga desavença, ele precisa enfrentar suas diferenças enquanto segue pistas que podem levar a um achado sem precedentes. Adentrando regiões isoladas e florestas impenetráveis onde o tempo parece ter parado, cada descoberta aumenta o mistério e a sensação de que algo extraordinário observa cada movimento da equipe. Entre segredos do passado, tensão entre colegas e perigos invisíveis, os cientistas se veem frente a uma verdade que o mundo moderno jamais deveria conhecer.

No princípio, havia o Jardim. Adão conhece seus rios, seus caminhos e as criaturas que recebeu a tarefa de nomear. Eva descobre o mundo ao seu lado, fascinada por tudo aquilo que existe - e, principalmente, por aquilo que ainda não compreende. No Éden, nada lhes falta. Há alimento, abrigo, beleza e a presença de Deus, que os orienta como um pai e lhes ensina sobre a vida que colocou diante deles. Existe apenas uma ordem que não deve ser desobedecida: no coração do Jardim, há um conhecimento que não lhes pertence. Durante muito tempo, isso parece suficiente. Até que Eva encontra uma serpente diferente das demais. A princípio, ela é apenas mais uma criatura entre tantas outras. Mas seus encontros se tornam frequentes, e suas palavras despertam perguntas que Eva nunca havia pensado em fazer. Adão, menos disposto a aceitar conclusões sem compreendê-las, começa a procurar suas próprias respostas. Aos poucos, aquilo que sempre conheceram como Paraíso passa a ser observado de outra maneira. E quanto mais os dois tentam compreender o mundo que receberam, mais difícil se torna separar curiosidade de desobediência, proteção de limite e fé de escolha.

O ano é 2001. Após a queda dos Borgs, a destruição do Complexo de Marambaia e os horrores vividos no Hospital São Dimas, os CelleXtys acreditam finalmente ter encontrado tempo para reconstruir. Em São Paulo, novos líderes tentam manter unido o grupo sobrevivente. No Rio Grande do Sul, Basco Khassan assume a missão de proteger jovens mutantes enquanto antigas forças despertam nas sombras. A "velha guarda CelleXty" continua firme no Rio de Janeiro. Mas algumas guerras começaram muito antes da humanidade aprender a registrá-las. Ao retornar ao Mosteiro de São Bento em busca de respostas para sua fé, Lucius encontra O Livro das Origens, primeiro dos manuscritos deixados pela cigana Sinti Margot. O conteúdo revela uma verdade esquecida: seres ancestrais expulsos do Reino de Khyrie influenciaram silenciosamente a história humana durante os milênios. Os Montreais Renegados despertaram. No Rio de Janeiro, a busca pelo segundo manuscrito O Livro dos Caminhos poderá definir quem compreenderá o passado e quem sobreviverá ao futuro. Porque existem nomes tão antigos que até monstros aprenderam a temê-los. A era dos segredos terminou.

Rimurdiun morreu; o rei que trouxe paz agora é lembrado em versos. Um poema-funeral que celebra coragem, bondade e a rosa elétrica que floresceu sob sua coroa. Um tributo em versos ao rei dos Samaritanos. Quando a luz que guiava as províncias azuis se apaga, restam memórias, gratidão e a dor do adeus. Varlkos entoa um cântico fúnebre por Rimurdiun - um monarca que libertou seu povo e deixou uma herança de justiça, amor e sacrifício. Poema ideal para leitores de fantasia lírica e drama épico.