Two Is Better Than One
Two Is Better Than One
Capitolo 18 min di lettura

The encounter

Eu estava triste, pensando em coisas ruins...

Por causa da minha tolice, eu consegui estragar mais um relacionamento, e fiz minha mãe ter vergonha de mim. Eu estava sentado perto de um penhas fazia alguns dias... Sem comer, beber, nem dormir, pensando no quão inútil foi a minha existência até aquele momento e se algum dali pra frente ia ser diferente.

Levantei-me e caminhei rente a beira. Ouvi então, uma voz:

- Ei garoto, o que está fazendo? Você vai cair!

Um garoto se aproximou, me pegou pelo braço a me afastou da beirada.

- Fale comigo! Você está pálido. — insistiu ele com expressão preocupada.

- Não me sinto muito bem... — as palvras saíram da minha boca com dificuldade.

- O que você está sentindo? Conte-me, assim poderei ajudá-lo!

Eu tentei falar algo mas, senti minhas pernas fraquejarem recusando-se a sustentar o corpo, meus lábios ficando gelados...

Quando por fim eu ia cair, o garoto ajoelho-se impedindo que meu corpo caísse diretamente nas pedras imundas do chão, fazendo com que eu caísse em cima de suas pernas. Eu olhei para ele e notei que minha visão começava a escurecer...

Por fim, apaguei.

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Quando eu acordei, me assustei. Eu estava deitado em uma cama num quarto que eu desconhecia.

Eu estava me sentindo fraco.

Tentei levantar, mas não consegui. Vi então, o garoto que me afastou do penhasco, entrando no quarto e vindo em minha direção.

- Como se sente? — perguntou ele sentando ao meu lado, fitando-me e sorrindo.

- Me sinto melhor... mas, um pouco fraco.

Ele acariciou o meu rosto.

- Que bom! Você estava com febre alta... Meu pai é médico, te examinou enquanto você estava desmaiado. Ele disse que, pelo jeito, você não come, nem dorme bem ultimamente...

- É que... eu ando tendo uns problemas em casa e... espera, estou confuso...

- Sobre o que?

- Quem é você? Onde estou? Quem lhe deu permissão de me trazer aqui? E ainda por cima desacordado...?

- Acalme-se! Foi um falta de gentileza eu não ter me apresentado, desculpe. Sou Kohara Kazamasa, ou se preferir, apenas Shou... Você está em minha casa, em um quarto de hospedes e quando eu o encontrei perto do penhasco você parecia mal, aí você desmaiou... Meu pai é médico, então, eu tomei a liberdade de traze-lo aqui para que ele podesse cuidar de você...

Eu o olhei um pouco confuso. Era tão estranha aquela situação, eu nem o conhecia e já estava em sua casa... Algo em mim dizia que eu deveria ter medo, mas, havia algo mais forte que dizia que ele não me faria mal algum.

- Não se preocupe... Qual é o seu nome?

- Hiroto Ogata, mas todos me chamam de Pon...

Ele sorriu e eu retribui ainda um pouco confuso.

- Quer alguma coisa?

- Não, obrigado.

- Você tem que se alimentar...

- ... — fiz um silêncio breve. — Você pode me levar para caminhar um pouco... para respirar ar puro? Estou farto de ficar deitado...

- Hun? Claro!

Ele se levando e estendeu a mão para que eu fisesse o mesmo.

Eu segurei a mão dele e me levantei. Nós caminhamos por um corredor e descemos uma escada.

Um homem bem vestido veio até nós, sorrindo. Era o doutor Yong, um médico reconhecido na cidade. Eu e meus pais o conhecíamos.

- Vejo que acordou... ótimo! Como se sente Hiroto?

- Ah, sim. Bem, obrigado.

O homem voltou-se a Shou:

- Estão de saída? Aonde vão?

- Sim. Nós vamos dar uma volta... exercitar as pernas...

Nós rimos. Logo o doutor acena positivamente com a cabeça e saí. Eu e Shou caminhamos até a porta. Um homem alto e sério de terno preto abre a porta e nós saímos.

Senti o vento calmo bater em meu rosto... e o ar divino da natureza entrando pelas minhas narinas... Era uma sensação maravilhosa, como se fizessem anos que eu não saia de casa.

Olhei para o garoto ao meu lado que me encarava.

- A brisa está agradável, não acha!? — comentou ele.

- Concordo... Aonde costuma ir?

- Eu gosto de ficar perto da cachoeira... Ninguém vai lá, o que significa tranquilidade total. Eu gosto do clima tranquilo.

- Eu também gosto. Poderia me levar á este lugar?

- Claro.

Nós andamos um pouco e entramos em uma trilha. Caminhamos por ela até chagarmos a um lugar divino!

Havia pedras espalhadas por todos os lados, uma cachoeira de águas cristalinas... O céu parecia mais azuk, mesmo estando começando a nublar... Algumas nuvens num tom acizentado... Era um lugar e um dia fantástico!

- É tão... — tentei dizer o que eu achava do lugar mas não haviam palavras que descrevessem... Eu estava maravilhado!

- Tão? — insistiu ele.

- É tão... lindo!

Peguei na mão dele, fazendo-o correr comigo por entre as pedras até chegarmos perto da água.

Ele me olhou sorrindo. Derrepente despiu-se e pulou na água, fazendo algumas gotas respingarem em mim.

- O que está esperando? Tira a roupa e vem! A água está ótima!

Olhei para todos os lados, me despi rapidamente e entrei na água.

Ele mergulhou e veio até mim.

Eu o olhei, a água era tão cristalina que eu podia vê-lo por completo, mesmo dentro d'água.

Senti meu corpo estremecer após ver aqueles biceps, o peitoral... Era um corpo excitante.

Tentei não manter minha atenção na silhueta a minha frente mas, era quase impossível.

Então eu ouvi a voz manhosa e atraente do garoto bem próxima do meu ouvido:

- Sabe, fiquei sabendo que aqui, nestas águas, habitam alguns ofídios aquáticos...

- Ofídios? Você quer dizer... cobras?

Voltei-me a ele com uma expressão de medo. Eu sempre tive repulsa e um pouco de medo de cobras.

- Sim... vi uma da grandes, agora pouco!

Num salto, eu o abracei tremendo, entrelaçando as minhas pernas em volta da cintura dele:

- Onde?

Ele riu. E muito.

Foi então, que eu percebi que ele estava mentindo. O soltei e fiz o maior bico que consegui.

- Há, eu te assutei. — zombou ele.

Eu não respondi. Saí da água e sentei-me ainda nú, na pedra grande. Abracei meus joelhos e escorei meu rosto nos mesmos.

Ele olhou pra mim e após saiu da água também. Ele sentou do meu lado, me abraçou e com aquela voz que me deixava todo arrepiado ditou:

- Desculpa... Eu não sabia que... você tinha TANTO medo...

Ele não conseguiu se segurou e começou a rir debochadamente. Eu então, o olhei agora com expressão de revolta, fiquei de pé em frente a ele, que estava com expressão de espanto e pela rapidez de meu ato, deitara na pedra.

- Quem foi que disse que eu tenho medo? — perguntei.

Ele desfez a expressão de espanto, voltando a rir.

- Se não é medo, é o que então...? Repulsa? — disse ele, rindo.

- PARA DE RIR DE MIM CARALHO! — gritei.

- Faça-me parar! — respondeu-me ele rindo debochadamente me deixando muito irritado.

Eu deitei em cima dele e em um ato desesperado para faze-lo se calar, eu o beijei.

Era pra ser algo rápido, mas eu senti as mãos atrevidas dele percorrendo o meu corpo. Senti a língua dele invadindo minha boca, explorando cada canto dela e vez ou outra se intercalndo com a minha língua como se brincasse com ela.

Naquele momento senti o corpo abaixo de mim, estremecer.

{CONTINUA... -q}

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