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Annellisse Marye HoltterMy Poems...
Annellisse Marye HoltterWritten by
View profileE aí? 25 anos e minha vida está parada Estou tentando subir essa grande montanha da esperança Por um destino Eu...
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poema n- 1: o amor e um dom supremo.
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First Published
10 de dezembro de 2012
Last Updated
10 de dezembro de 2012
Editorial Status
In Progress
Language
Português (Brasil)
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Senhoras e Senhores! Sejam muito bem-vindos ao Circo dos Amores. Aqui, todo sorriso esconde uma cicatriz, toda queda pode ser um voo e até o silêncio sabe fazer espetáculo. Entre cortinas vermelhas e corações partidos, estes poemas contam aquilo que ninguém ousa dizer sob as luzes do picadeiro. Baseada em vivências e pessoas reais. Aproximem-se! Aproximem-se! Sejam bem-vindos ao Circo dos Amores.
Vêri e Tomás se conheceram ainda jovens. Ela um botão de rosa e ele, um homem em busca de redenção. Um dia, em um karaokê qualquer, os dois dividiram o palco. Ela era alegria e ritmo, enquanto o homem era rigidez e vergonha. Vêri o tirou para dançar e Tomás a quis conduzir por uma vida inteira. Entre as linhas miúdas moram os grandes poetas. É necessário paixão para achá-los ali. É vital ter amor para compreendê-los.
Quando se tem uma mente inquieta é quase impossível não criar um universo paralelo de pensamentos que vão transbordando em letras, palavras, textos e DEVANEIOS.
O amor tem de ser brega. Ou pelo menos deveria de ser, como nas poesias, nos filmes, o amor é de fato lindo, generoso e puro, mas somente o amor real, o amor clamado. Não o amor de contos de fadas, mas, o amor que ensina, e que aprende também, afinal, aprendemos algo todos os dias e amar é uma delas, aprendemos a amar e deveríamos amar o amor.
Uma pequena coletânea de poemas sobre solidão, tempo, memória e fantasia. Para ler em poucos minutos ou enquanto o cigarro ainda está aceso.
"Entre o silêncio de uma casa inacabada e as memórias de um amor que partiu sem explicações, uma jovem tenta reconstruir os pedaços de si mesma. Embora o relacionamento tenha chegado ao fim, os "porquês" continuam vivos, ecoando a eterna dúvida de como duas pessoas que se amavam tanto se tornaram completas estranhas. Diante de um futuro que perdeu as cores dos planos tradicionais, ela descobre que sonhar não é mais sobre o que lhe foi tirado, mas sobre o que ela escolhe manter. Uma jornada íntima e poética sobre o luto afetivo, a busca por respostas que nunca virão e o desejo resiliente de encontrar a paz em uma casinha no campo, onde o amor mesmo em silêncio ainda teima em habitar."




