O homem entrou no bar e andou através do espaço estreito até chegar no banco próximo ao balcão.
Sentou e pediu um drinque.
Enquanto aguardava, observava o ambiente.
Conversas descontraídas, cheiro de álcool, risadas extravagantes e músicas típicas.
— Ei... Quer ver meu ...? – falou um cara do lado direito.
— O que seria isso?
— Barraca... É apertado, mas vamos ficar grudados. – sorria malicioso.
Em pouco tempo recebeu o pedido, um copo cheio.
Ingeria tranquilo. Logo outra pessoa sentou no lado esquerdo e pediu um copo d’água.
— Desculpe, você não faz meu tipo. – dispensou.
— Não sabe o que perdeu. – respondeu aborrecido.

