Burning Hearts
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Capitolo 16 min di lettura

Cidade de Nova York

Regina não sabia exatamente onde estava, mas sabia que com Robin ao seu lado estaria segura, bem, era o que ela dizia a si mesmo fortemente.

– Estou segura, nada vai aconte... CUIDADO ROBIN – diz ela puxando Robin para si, e o salvando de um atropelamento.

– Meu Deus Regina, onde é que viemos parar – diz ele olhando admirável e desnorteado para as luzes dos prédios, para as lojas, para o transito louco de New York.

***

Não muito distante dali estava a Detetive Kate Beckett, fazendo o que lhe era agradável, a sua paixão, resolvendo mais um crime.

– O que temos aqui Espo? – diz ela se aproximando da cena do crime

– Onde está Castle? – indaga Espo.

– Não veio – diz Kate rispidamente, Espo percebe que não era a hora e nem o momento certo para esse tipo de “assunto”, Kate pergunta novamente.

– O que temos aqui Espo?! – diz Kate

– Um sem teto a achou dentro de uma lata de lixo – diz ele enquanto Kate estava abaixada observando o corpo.

– O que descobriu Ryan? –pergunta a Ryan que se aproxima dela

– Meredith VanHellsing, vinte e cinco anos de idade e filha de Marco VanHellsing o bilionário mais cobiçado de todos os tempos – diz Ryan.

– Lanie, hora e causa da morte!

– Hora da morte aproximadamente por volta das duas da madrugada e a causa da morte foi um tiro na cabeça a queima roupa, a bala atravessou o crânio, morte instantânea.

Kate olha para o corpo triste e diz:

– O que essa garota fez pra merecer uma morte dessas?! Hey Espo – Kate chama Esposito que estava recolhendo depoimentos – Posso te pedir para cobrir meu turno? – pergunta.

– Sem problema, mas posso perguntar a causa? Problemas no paraíso?! – diz ele, ironizando tudo, como sempre faz.

– Ora Espo, não me faça atirar em você, não, não estou com problemas, é que tenho algo para tratar com Castle, e não vou deixar para amanhã. – diz ela.

Castle chega em casa, havia saído para correr, ele não tinha ido acompanhar Kate, o que era estranho, pois Castle nunca, nunca deixou de acompanhar Kate. Kate sabia que alguma coisa estava acontecendo, precisava tirar isso a limpo.

– OOH JESUS! Kate, isso não se faz – diz ele totalmente assustado e colocando a mão no coração, como se fosse ter uma para cardíaca, Kate estava sentada no sofá da sala esperando Castle chegar.

– Não seja exagerado Castle, tome um banho e venha para a sala, precisamos conversar. – diz ela, com o tom de voz mais sério e autoritário que podia ter, mas seu coração sofria, não estava acreditando que tudo acabaria daquele jeito, ela não queria terminar, mas o limite havia se esgotado.

***

Em algum lugar na enorme, aterrorizante e maravilhosa cidade de NY estava Regina Mills e Robin Hood, perdidos em uma floresta de pedra, floresta esta, a qual Robin não conhecia.

– Regina, precisamos achar um modo de sair daqui, use sua magia e nos tire aqui – diz ele segurando fortemente as mãos de Regina e olhando-a nos olhos, o desespero era visto em seu olhar, e Regina nunca o tinha visto assim, se Robin estava apavorado, era porque ele realmente não sabia de fato, o que fazer.

– Robin eu já tentei, minha magia não funciona nesse mundo – diz ela olhando nos olhos de Robin – Maldito seja Rumpelstiltskin, esse maldito que nos mandou pra cá, quando eu te encontrar novamente, será um crocodilo morto, seu verme. – diz enfurecida.

– Não se estresse por causa daquele verme, venha, vamos achar um modo de voltar para Storybrooke – diz Robin dando um abraço bem apertado em Regina e beijando-lhe a testa.

– Robin? – chama Regina

– Diga Regina! – responde

– Prometa-me que vais encontrar um modo de nos tirar daqui, prometa Robin! – Robin nunca tinha visto Regina daquela maneira, ela estava realmente assustada, apesar de não transparecer, mas Robin a conhecia como ninguém, e Regina estava apavorada.

– Prometo, pela minha honra! E você sabe, quando nós prometemos cumprimos. – Robin diz, tentando apaziguar a situação.

***

– Em casa tão cedo meu amor!? Já achou o assassino? A cada dia que passa sua eficiência é maior! – Diz Castle entrando na sala, enrolado somente em uma toalha de banho.

– Não, eu deixei o caso nas mãos do Espo, ainda não encontramos o assassino. – retruca Kate

– Aconteceu alguma coisa? Você não é de abandonar um caso

– Eu não abandonei Castle, e sim “alguma coisa” está acontecendo – Diz Kate fazendo o sinal de aspas com os dedos.

Castle sabia que tinha algo acontecendo, mas não sabia o que era. Resolveu se calar e deixar Kate falar.

– Castle... – Diz Kate, dando uma pausa, seus olhos estavam marejados – Eu não sei se consigo mais, não quero mais estar nesse relacionamento.

Castle abismado não acredita no que acabara de ouvir, e o que ele só conseguia pensar era “o que eu fiz de errado”. Ele havia notado que Kate estava estranha, há algumas semanas atrás, quando o telefone de Kate tocou e Espo havia dito que houvera um assassinato, qualquer como todos os outros, talvez não tenha sido um assassinato qualquer. Castle era o único que conhecia a Kate menina, aquela que tinhas planos, sonhos e medos. Kate estava com medo.

A discursão se desenvolve, Castle como sempre não desistindo, a amava demais para desistir assim e depois de passar tantos anos tentando com que Kate o amasse também, ele não desistiria.

***

Em Storybrooke Henry, Emma e David estão procurando desesperadamente uma forma de trazer Regina e Robin de volta para casa.

– Não vou descansar até achar uma maneira de trazê-los de volta – Diz Emma

– Vamos pedir ajuda ao meu avô, talvez ele saiba como trazê-los – Diz Henry

Emma não quis aceitar a ideia de seu filho, pois seu “superpoder” dizia que Mr. Gold estava envolvido de alguma forma. E seu “superpoder” nunca se engana. Agora só lhe restava saber o que ele pretendia com tudo isso, uma nova maldição ou mais um de seus negócios? Era o que ela iria descobrir.

***

– (...) mas eu me importo com você, e vou lhe dar o divórcio com prazer, porque, pode me chamar de antiquado, mas quando se ama alguém é preciso ser altruísta o bastante para dar o que a pessoa quer. – Diz Castle, após ouvir as palavras de Kate, ele a amava tanto que a deixaria escorrer pelos seus dedos feito areia do mar.

O telefone de Kate toca, ela olha no visor era Espo, enxugando suas lágrimas ela atende.

– Oi Espo!

– Kate, é melhor você voltar para a delegacia, e traga o Castle, ele vai gostar de ver isso – Diz Espo, ironizando como sempre.

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