Blackian poems
Blackian poems
Capitolo 12 min di lettura

Prólogo

Era uma linda tarde de verão e a maioria dos alunos estava nos jardins, menos uma morena que procurava uma pessoa especial.

Marlene entrou, receosa, no dormitório masculino. Naquele quarto do qual tanto já ouvira falar, o refugio dos quatro garotos mais famosos da região, o quartel dos Marotos.

- Sirius? – perguntou a garota, mas parecia não haver ninguém naquele recinto.

Explorou um pouco mais o local, percebendo que estava inabitado.

- Sirius? – indagou de novo somente para ter a certeza de que não havia uma única forma de vida no lugar.

Estava à procura do maroto para avisa-lo que ainda não tinha tomado a sua decisão. Ela sabia que ainda não estava pronta para entrar em um relacionamento sério, ainda mais com o homem mais galinha de toda a Hogwarts.

Já tinha procurado pela escola inteira, mas parecia que o garoto de olhos azuis penetrantes não se encontrava em lugar algum.

Quando tinha se conformado de que Sirius Black não estava em seu quarto e decidira ir embora, uma luz que era emanada de uma gaveta um pouco aberta do criado mudo ao lado da cama do garoto a chamou a atenção.

A garota morena se dirigiu até o móvel e, verificando se ninguém a estava olhando, abriu a gaveta e retirou de dentro o objeto que irradiava aquela luz diferente.

Marlene percebeu ser um pergaminho e, percebeu também, que ao seu toque revelou as seguintes palavras escritas pela caligrafia que reconheceu ser a de Sirius:

“Para a mulher da minha vida”.

Ela, não se aguentando de ansiedade, e um pouco de ciúmes, resolveu que iria ler o que estava escrito no tal pergaminho. Abriu-o e começou... Só não imaginava que o que estava prestes a ver a faria mudar completamente de ideia por seu, até o momento, melhor amigo.

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