O auditório estava lotado. Todos os professores e líderes da faculdade estavam no palco. Estou usando a beca preta e o capelo, e me sinto protegido por esses acessórios, anônimo. O nervoso tomando conta de mim e não consigo me acalmar, ele está aqui em algum lugar. Exatamente as 15 horas o reitor da faculdade aparece no palco e é seguido por ele, meu Christian que toma seu lugar em um assento. Ele está lindo e gostoso como sempre. Acho que mesmo se ele tentasse não ser gostoso ele ainda sim, seria o cara mais gostoso daqui.

O reitor começa seu discurso, vejo o Christian olhando para a plateia, ele está me procurando.
Me afundo em minha cadeira me escondendo do seu campo de visão. Quando o reitor terminou seu discurso é ovacionado de pé, e quando os aplausos cessam e a plateia se senta, ouço uma conversa paralela:

- Olhe pra ele, ele é gostoso. — Uma das garotas a minha frente sibila para a amiga ao lado. E eu tenho certeza de que não estão falando do nosso reitor.

- Deve ser o Christian Grey. Será que ele é solteiro? – pergunta uma das amigas.

- Acho que não. – Digo. – As duas meninas me olham surpresas.

- Ainda acho que ele seja gay. – Murmuro.

- Que pena – resmunga uma delas.

Mal sabem que isso realmente é verdade. Christian Grey o multimilionário de Seattle é gay. E me escolheu para ser seu submisso. O prazo que ele me deu para aceitar ou não o contrato foi hoje. Esse é o motivo de todo o meu nervosismo. Queria poder gritar para essas garotas que ele não está solteiro, porquê está comigo. Que de todas mulheres que ele poderia estar comendo, era a mim que ele desejava. Era a mim que ele queria levar para o quarto dos jogos.

***

Christian toma a palavra no palco, seu discurso é sobre acabar com a fome no mundo. Enquanto ele está discursando, seu olhar percorre todo o auditório, até que, mesmo eu estando quase deitado em meu assento, ele consegue me ver. Seu olhar me prende e volto a me sentar direito. Ele perde o foco do seu discurso e precisa checar alguns cartões de pesca para retomar a linha do raciocínio.

Após o discurso do Christian acabar, começa a ser feita a entrega dos diplomas. Eles estão chamando os alunos por ordem alfabética. E pouco a pouco todos vão sendo chamados, até que meu nome é pronunciado lá no palco: Neitan Steele. Chego ao palco, cumprimento meus professores, meu reitor e por último o Christian, que me passa o diploma enrolado em um canudo e me cumprimenta com um aperto de mão bem firme. E em um abraço disfarçado, ele consegue se aproximar de meu ouvido para me dizer:

- Espero que já tenha minha resposta, Neitan. Te espero no coquetel depois daqui,

Não consigo responder nada, apenas sorrio e desço do palco. Tremendo mais que vara verde.
Eu adoro esse homem, o sexo com ele, foi a melhor experiência que eu já tive na vida. Mas o que ele me propôs, eu não sei se consigo aguentar. Meu lado sensato diz que não devo aceitar nada disso. Que devo rasgar aquele contrato e jogar na cara dele. Mas meu deus interior me olha de cara feia quando penso nessa possibilidade. Algo me diz que devo tentar, algo me diz que isso não deve ser tão ruim. Eu gostei daquele dia em que recebi umas palmadas. Fiquei dolorido por algum tempo, mas a dor só me fazia lembrar de que ele esteve ali, de que ele foi meu naquele momento. Sem contar que o prazer sobrepôs a dor em todos os momentos.

Vou caminhando em direção a quadra da faculdade, lá está sendo feito o coquetel pós formatura. Encontro algumas amigas. Fico conversando com elas, estamos falando sobre nosso seriado favorito e tomando margaritas. Até que eu o vejo na entrada da quadra. Parado com as mãos dentro dos bolsos da calça cinza. Ele estava analisando todo o ambiente a minha procura. Até que ele me acha e vem na nossa direção.

- Boa Tarde, Sr. Steele. Posso dar uma palavrinha com o Sr.? – Ele falou isso me dando um tapa no ombro como se fôssemos velhos amigos. – Em particular – Completou ele olhando para as meninas.

O filho da mãe é tão gostoso, que as pessoas nem se importam quando ele é grosso e ríspido.
Elas apenas assentiram com a cabeça, apreciando aquela gostosura me levar até um canto da quadra, onde podíamos conversar melhor.

Sentamos em uma mesa, e ele começou a falar.

- Você não andou por aí quebrando nenhuma clausula do nosso contrato de confidencialidade não é Sr. Steele? – perguntou ele com um ar de negócios.

- Lógico, Sr. Grey. Quebre todas elas, cada uma delas. – Respondi com Ironia.

- Se você fez realmente isso Sr. Steele, infelizmente vai ter que ser punido. Mas eu gostaria que antes dessa punição você me desse logo a resposta sobre o contrato. Tenho algumas ideias ótimas esperando pelo Sr. – O ar de brincalhão surge em seu olhar. Ele está com as mãos sobre a mesa seus dedos cruzados. Os polegares dançam um em volta do outro mostrando evidentes sinais de nervosismo. Nossa, eu deixo o Christian Grey Nervoso.

- Bom, eu tenho algumas perguntas antes de lhe dar a resposta definitiva.

- imaginei que teria, pode perguntar. Não sou um livro aberto Neitan, mas também não estou trancado. – Disse ele. Nossa, Christian Grey, o filósofo.

- Certo – me endireito em minha cadeira, e começo a vasculhar a mente em busca das perguntas que havia formulado na noite anterior, quando eu reli pela última vez o contrato.

- Se eu aceitar esta sua proposta – Comecei — eu serei o seu único submisso? Pelo que você me falou, até hoje você somente teve submissas mulheres, o que fez você querer mudar de time agora? Você está disposto a mudar algumas cláusulas do contrato? – Disparei todas as perguntas sem respirar. Ele ponderou um momento antes de responder, passou a mão pelos cabelos, respirou fundo e começou a falar.

- Neitan, se você aceitar minha proposta serei um homem mais feliz. E sim, você é e será meu único submisso. Até hoje venho tentando apenas com mulheres, mas eu acho que já tentei demais. Nenhuma das 15 que eu tive suportou esse estilo de vida por muito tempo. Acho que um homem pode ir mais longe. Sem contar que o tesão de bater em um macho, é muito maior que o tesão que eu tenho em bater em mulheres. Homens merecem ser punidos.

Minha respiração estava ofegante e eu não havia percebido. Ele continuou a falar.

- E sim, estou disposto a mudar alguns itens do contrato se você estiver. Apenas pense com carinho antes de me dar a resposta final.

- Eu já a tenho. – Disse sem olhar diretamente pra ele. Estava fixando o olhar em um guardanapo na mesa.

- Hei – Ele me chamou, e eu levantei para encarar ele nos olhos. – Você tem certeza disso, Neitan?

- Sim, Christian. Quero ser seu. Quero você, eu aceito o contrato. – Meu deus interior estava dando pulos de comemoração. E aplaudindo a minha decisão.

- Ainda continuo com a ideia de que ninguém pode saber disso. – Ele respondeu. – Sou um homem de negócios, e querendo ou não o preconceito hoje é muito grande. Perderia muitos contratos caso isso viesse à tona.

- Tudo bem. Eu entendo. – Respondo um pouco relutante. Eu queria poder gritar para o mundo minha felicidade. Mas estou impedido por um contrato.

- Agora vamos! Precisamos resolver algumas coisas. – Disse ele se levantando.

- Vamos para onde? – Perguntei.

- Jogar uns jogos. – Disse ele rindo. – Você está com o seu carro?

- Não, meu pai está usando ele, eu vim de carona com Kate.

- Droga. – resmungou ele.

- Algum problema? – Perguntei.

- Sim, Taylor não está disponível no momento. Umas questões importantes para ele resolver. E como você não está com o seu carro, acho que teremos que ir de táxi.

- E qual o problema em ir de táxi? – pergunto.

- Privacidade. – Ele responde me encarando nos olhos.

Neste momento estamos na frente da faculdade. Somos os primeiros a ir embora da festa. Temos algo mais importante para fazer.

- E pra que precisamos de privacidade em um táxi Sr. Grey? – Pergunto.

- Ah, Neitan... Você não tem noção do que faz comigo não é? Assim que aceitou minha proposta, tive vontade de te jogar em cima daquela mesa e te foder muito. E com força. E eu queria aproveitar o caminho pra casa.... Preliminares, sabe? Deixar você prontinho para brincar comigo.

Ouvir aquilo teve efeito instantâneo em mim. Estava excitado. Uma ideia passou pela minha mente e resolvi compartilhar.

- Podemos ir de ônibus. Neste horário a maioria estão vazios.

- Neitan Steele, como você é brilhante.

Brilhante? Não acho. Quando será que foi a última vez que o Christian precisou pegar um ônibus na vida? De qualquer forma, ele aceitou. Eu só queria chegar logo no apartamento dele, não importava como chegaria lá.

Entramos em um ônibus que estava estacionado. Ele estava fazendo hora. Mas Christian como sempre bancou o multimilionário.

- Quanto o Senhor ganha por mês? — perguntou ele ao motorista. — Eu pago o dobro se você nos levar ate o centro. Agora!

As vezes adoro o fato dele ser podre de rico. Lógico que o motorista aceitou a proposta. No ônibus estávamos apenas nós tres. Fomos até o fundo e nos sentamos.

- Então Sr. Grey, pra que mesmo o senhor queria privacidade? — Ele balançou a cabeça me olhando. E seguiu o olhar ate o colo dele. Não vi a hora que ele fez isso, mas o pau dele estava pra fora da calça totalmente duro, a cabeça brilhante e inchada me fazia o convite para cair com a boca ali. Ele realmente esta fazendo isso? Meu deus interior está tão abismado quanto eu.

- Vem Neitan. Me chupa, putinha.

Mesmo estando nervoso por estarmos em um local publico, onde qualquer um poderia nos ver pelo lado de fora da janela, não perdi tempo e abocanhei aquele caralho gostoso. Chupava com muita vontade, estava precisando disso. Chupar o pau do meu dominador. Ele forçava a minha cabeça contra o pau dele, fazendo com que ele se enterrasse em minha garganta. O movimento do ônibus balançando fazia o ritimo do meu boquete ficar melhor.

- Quer beber leitinho do seu macho? — Christian perguntou ofegante. Mas não tive a chance de responder, o celular dele tocou e ele precisou atender. Era o Taylor. Christian olhou para fora da janela e passou o endereço de onde estávamos para Taylor. Guardou o pau, com dificuldade de esconder a ereçao. E descemos do ônibus.

Não demorou muito para que Taylor chegasse e nos levasse ate o apartamento de Christian, assim que entrei no salão principal todas as lembranças da noite da nossa primeira vez me invadiram.

Ele foi ate o escritório, abriu a gaveta da escrivaninha e tirou uma chave. A chave do quarto de jogos. Ele me entregou e pediu que eu me preparasse para ele la dentro que logo mais ele estaria comigo.

Subi correndo e entrei no quarto vermelho. Tudo estava no lugar que eu lembrava. Sem demora tirei a roupa ficando apenas de cueca, desconfortável, não gosto muito do meu corpo. Fui ate a cama, nela está uma algema e um chicote. Me pergunto porque esses itens estão separados.

A porta atrás de mim se abre e meu homem passa por ela. Ele esta terrivelmente gostoso. Apenas com uma cueca box preta. O peito exposto mostra que os pelos cresceram um pouco. A barba bem aparada desenhando todo o contorno do seu maxilar. Ele vem em minha direção e sem falar nada me leva em direção a cama. Ele pega as algemas e quando prende a primeira no meu pulso ele diz.

- Não se preocupe se estiver te machucando você sabe as palavras de segurança.

Assinto com a cabeça e ele prossegue na tarefa de me prender. Quando ele termina estou deitado na cama com as mãos presas acima da minha cabeça e de barriga pra cima. Já estava nervoso o suficiente quando ele tira uma venda de uma gaveta e a coloca em meus olhos. Meu coração parece que vai saltar da boca. A forma como ele me prepara... É como se ele estivesse montando um sanduíche para devorar.

Vendado e algemado ouço ele falar comigo.

- Vou colocar uma musica pra você escutar enquanto me divirto com você. — ele colocou fones em meus ouvidos e ligou o aparelho musical. Quando a musica começou todos os meus sentidos se aguçaram. Sem a visão e a audição para me orientarem, meu tato estava totalmente desperto. A música começava lentamente até eu perceber quem estava cantando: Beyoncé — Crazy in Love Remix. Essa musica era so tesão.

Ele tira um fone do meu ouvido e fala que ira começar a brincadeira com uma chibata. Me estremeço e imagino o que vem a seguir. Ele recoloca meu fone e repete a musica do início. Um minuto inteiro se passou e nada acontecia alem da música, eu estava ficando eufórico não sabia de onde viria o próximo toque dele, poderia vir de qualquer lugar eu estava completamente excitado. Tremia muito. Quando menos esperava levo uma chibatada na coxa. Nossa!! Aquilo doeu muito, me contorço mas o prazer falou mais alto. Ele prossegue me dando chibatadas leves, o suficiente para ficar entre dor e prazer. Coxas, barriga, pau e até no rosto. A música está repetindo e isso faz com que meu nível de excitação cresça mais ainda. Meu pau está latejando. Peço por favor pra ele me foder. Ele tira a minha venda. Ele está completamente nu. Ele rasga minha cueca e se dirige a mesa no quarto sem dizer uma palavra. Apenas observando, vejo ele trazer um balde com gelo e deixando do lado da cama. Ele retira um cubo do balde e coloca na sua boca. Vejo ele se abaixando e indo em direção ao meu pau. Ele o abocanha e sinto o efeito do gelo no meu membro. Parece que Christian também está ouvindo a música, porque ele me chupa exatamente no ritimo daquela musica inebriante.

Ele permanece me chupando ate o gelo acabar, não sei se aguentaria mais um tempo sem gozar. Ele chupa muito bem. Ele pega outra pedra de gelo e a coloca na boca. Dessa vez o alvo eh o meu cuzinho. Ele levanta minhas pernas o que faz que eu fique totalmente exposto. E começa a trabalhar ali. Com a língua gelada, ele tenta e consegue colocar o que resta do gelo dentro de mim. E com um dedo la dentro vai massageando toda a parede do meu cuzinho, pressionando o gelo contra ela.

- Por favor Christian, eu preciso gozar. Me faça gozar. — Imploro.

- Gosto quando você implora sua Puta.

Ele me liberta da cabeceira da cama, somente para me prender aos pés dela. Estou em uma posição quase que de 4. Estou sem a venda e sem os fones. Vejo ele se aproximando de minha bunda, e com algumas caricias no meu cu ele coloca tudo de vez, me impedindo de chegar pra frente.

Ele me segura e fala:

- Shiii, Shiiii.... Vai passar. Calma, eu sei que você aguenta baby.
E de verdade eu aguento. As estocadas dele, são fortes e firmes, ele atinge o mesmo ponto várias vezes. Ficamos assim por um momento, e quando dei por mim, não era ele que se movimentava.... Eu rebolava feito uma cadela no pau do meu homem. Mantinha um ritmo rápido devorando o caralho dele.

- Se você não parar eu vou gozar agora. – Ele me alertou. Mas não quis saber, aquilo estava muito gostoso e eu queria a porra dele no meu cuzinho. Ele me apertou na bunda e se despejou dentro de mim.

Quando ele tirou minhas algemas, eu deitei na beirada na cama, abri minhas pernas e chamei a atenção dele, que nesse momento estava secando o suor em uma toalha.

- Estou pronto para o 2º Round. – O pau dele ainda estava duro. E como se fosse mágica o pau dele é atraído pelo meu cuzinho aberto e fodido. Estávamos de Frango assado. Ele me fodia em um ritmo lento, porém, muito gostoso. O pau dele estava envolvido pelo meu cuzinho quentinho e apertado. Eu comecei a movimentar meu quadril e logo, logo estávamos em uma sintonia perfeita. Ele avisou que iria gozar novamente.

- Quando for gozar, enfia tudo e para de socar. – Pedi a ele.

- Ta... Certo... – Ele continuou socando.

- Vou gozar, agora. – Ele gritou e fez exatamente o que eu pedi. E com isso eu pude sentir todas as sensações daquele orgasmo. O pau dele latejando dentro de mim, e cada jato atingindo meu interior. Eu acabei gozando com essa sensação apertando a musculatura do meu cuzinho no pau dele.

Quando acabamos, ele me deixou no banheiro tomando banho absorto em pensamentos. Por que eu não cedi antes? Não é tão ruim quanto eu esperava. Assim que sair daqui vou assinar esse bendito contrato, e quem sabe colocar uma clausula que o torne vitalício.....

Comments & Reactions

Share your thoughts, attach collectible stamps, and react with the author and community.

You have reached the latest chapterReturn to story overview
Story Index