Eu não queria ser um Amagen, se você gosta de aventura e ficção e só me seguir por este incrível mundo, já que está lendo isso cuidado com os Ogres e sim! Eles já estão atrás de você.

“Ah esqueci, meu nome é Thomy. Vamos logo ao que interessa”.

Vamos para uma pequena cidade em que é chamada de Startrix, é cheia de casas uma perto da outra e pelo incrível que pareça eram todas pequenas, ali na Rua Jhon Drue estava uma das casas, nº 7, toda escura com se fosse o espaço sideral, aquela casa realmente me dava medo, da porta um menino encostado havia entrado.

“sim! Aquele é eu! mas, já que eu estou aqui narrando, vou entrar no meu personagem da história”.

O corredor dava calafrios, cada foto de criaturas inanimadas que me fazia viajar e sentir estar dentro de uma floresta, estava de bermuda preta, blusa branca, jaqueta preta, botas, meu cabelo era castanho escuro mais meus olhos era castanhos claros como se fosse mel. Andei ate parar perto da sala mais varias coisas havia naquele lugar, o boné em que papai usara antes de sua morte por acidente de carro, livros jogados pelo chão, sandálias pelo chão, o vazio intenso de pessoas me incomodava, dava arrepios só de pensar.

Mamãe estava no sofá dormindo, ela estava com blusa quadriculada vermelha e branca, calça jeans e descalça, pelo incrível que pareça sua mão fazia movimentos, algo como uma esquizofrenia.

Ela me deixara ir para a casa do meu amigo Hughes, porém desconfiada, meu aniversario era nesse mesmo dia, onde varias coisas me ocorrera, fui quase atropelado por uma bicicleta e quase quebrei o braço brincando com Hughes, mas meu sentido me dizia que algo estava prestes a acontecer, será que seria uma surpresa? Ou mamãe aprontou algo?

Foi então que meu coração bateu mais forte e fiquei pálido, minha visão ficou turva, em um segundo pensei que ia morrer, tentei forçar a vista, mas algo estava a minha frente e não consegui descrever o que era aquilo mais seus trajes eram pretos, meus joelhos rangiam de dor, dor amarga que me possuía diante do quer que seja aquilo, o vazio encheu meu coração e com um suspiro pensei que não ia mais voltar, meus pulmões pareciam uma metáfora, minhas forças se romperam até o ultimo segundo e cai sobre o chão.

Estava paralisado, forcei a vista e vi meu amigo Hughes sentado ao meu lado, mas algo me fez pensar aquele não era Hughes que eu conhecia, meu mundo se escondia nas sombras, só existia eu e o Hughes, porém Hughes estava de blusa azul escura, sapato e sua calça eram azul clara, totalmente sem estilo, ele tinha olhos da cor castanha escura e seu cabelo não era nada legal, tinha a cor azul e vermelha totalmente desordenada, usava óculos escuros de um jeito ridículo, sua voz era rouca, porém estrondosa.

—Thomas, Você está bem?

—Se eu não estive morto, estou bem!

—Sempre engraçadinho, quer fazer algo de bom? Que tal vídeo game?—seu dedo estalou e surgiu um vídeo game, daquele bem antigo mesmo, parecia um Nintendo.

—Não obrigado!—fiquei com medo de ele estalar seu dedo e minha cabeça explodir, seu olhos me fitavam com delicadeza, ele chegou mais perto de mim, parecia que fosse me dar um beijo, meus olhos tremeram, fiquei nervoso, será que Hughes era gay, mas ao invés de me beijar ele me deu um soco.

—Idiota! Qualquer coisa lembre-se “375” será o seu código, isso é para todos os amagens!

—volte para seu mundo, agora. —ele estalou o dedo, e tudo apagou.

Por um momento pensei que minha vida estava por um fio, mas algo lhe interessou, sua mãe estava preocupada.

—Filho? Você está bem?—me lembrei de Hughes aquela cena não sai da minha cabeça.

—Es-estou só com dor de cabeça!

—Tome isso aqui, vai passar!

Minha mente estava vazia, mas estava lembrando do código, “357”, estava disposto a não contar para a mamãe, mas a minha curiosidade foi maior.

—Mãe oque é um amagem? Recebi um código!

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