Sora e Serana analisavam o objeto que tinham em mãos atenciosamente.
As duas estavam fora de casa, atrás do paiol. Acreditavam que, o que quer que estivesse dentro do baú, deveria ser aberto fora da mansão. Aquela era uma medida de segurança que haviam adotado. Haviam usado muitos objetos obscuros através dos anos e reconheciam sinais da atuação de um Daedra¹ — uma leve suspeita que já havia se confirmado em outras situações.
Por experiência própria, Sora aprendeu que era mais fácil não contradizê-los. A única vez que ela não o fez, acabou mal e precisou da intervenção de outros Daedras a quem serviu, tortuosamente. Ela não se orgulhava disso. A memória trouxe-a de volta ao presente, olhando novamente para suas mãos. Nunca em toda a sua vida havia recebido algo assim.
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