Power: The quest
Power: The quest
Chapitre 316 min de lecture

Capítulo 2

Kathy fica parada, a princípio sorri pensando que é uma brincadeira, ela sempre fazia esse tipo de brincadeira. Encara a expressão séria do pai e se dá conta que o que ele diz é verdade. Ela o encara sem saber o que dizer, depois olha pro teto

respirando com dificuldade. Sente lágrimas subindo e simplesmente as deixa cair sentindo um enorme buraco se formando em seu peito.

Fica ali parada um tempo só encarando o teto sem reparar as lágrimas que continuavam a cair. Sente a mão de seu pai em seu ombro e o encara:

__Diz que é brincadeira, por favor. – As palavras saem num sussurro.

Seu pai olha pro chão depois se inclina e a abraça, ela deixa e acolhe o abraço depois se solta e corre para seu quarto se sentando no balanço em frente à janela. Fica assim, encarando a rua movimentada por alguns instantes com a mente vazia, como se seu cérebro tivesse ido passear. Ouve o pai batendo na porta e volta à realidade. Abraça suas pernas sentindo-se incapaz e deixa as lágrimas rolarem, coloca a cabeça entre as pernas tentando reprimir um soluço e se balança.

Como isso pode ter ocorrido? Kathy não conseguia entender, parece coisa de filme. Essas coisas não aconteciam com as pessoas. Não poderia ter acontecido. Não conseguia acreditar, nem reprimir o choro que saiu abafado e desesperado. Kathy suspira sentindo o enorme vazio maior que si mesma.

__Diana está morta! Diana foi assassinada! Diana esta morta! – Kathy sussurra com a raiva e a dor impregnando seu peito. -- Alguém a matou! Alguém a matou e a abandonou em uma rua vazia. Diana está morta.

***

O dia do velório chega e Kathy não consegue dizer ou fazer nada. Se levanta mecanicamente, mas não come nada. Apronta-se para o velório com o vazio ainda maior que nos dias anteriores. Ainda não parecia real. Sua melhor amiga estava morta. Morta de uma forma cruel por um assassino. Parecia inacreditável e Kathy torcia a cada instante para que esse fosse o pior pesadelo de sua vida. Torcia para que não fosse real. Sua própria vida parecia inviável. Inexistente. O buraco só corroendo o que restara do peito cada vez mais fundo até não restar nada.

Quando chega à pequena igreja, vê Dean, que acena para ela, mas Kathy ignora, segue em frente e se senta na primeira fileira. Se culpava a todo instante por não estar com Diana aquela tarde. Por estar se divertindo enquanto Diana tinha sua vida arrancada de si. Seu futuro.

Kathy observa o caixão aberto sem coragem de chegar perto. A mãe de Diana Sra. Jhones está ao lado do caixão chorando. Kathy vira o rosto e enxuga as lágrimas. Não conseguia parar de pensar: Por que algum monstro faria isso justo com Diana? Ela nunca fizera nada de ruim a ninguém. Nunca. Kathy esconde o rosto entre as mãos e limpa as lágrimas com a manga da roupa.

O pai de Diana se mantém firme e cumprimenta as pessoas que chegam. Mas é visível em seus olhos o inchaço e as olheiras. O irmãozinho de Diana chega à frente de Kathy e a abraça. Ela acolhe o abraço tentando se manter firme enquanto Josh chora em seu ombro.

__Eu não acredito Kathy! Ela não pode ter ido! – Ele diz entre soluços.

__Ela, ela foi pro céu. – Kathy diz num sussurro tentando acalmá-lo e conter as próprias lágrimas.

__Eu não a quero lá. Quero ela aqui comigo. – Ele a abraça mais alguns instantes e o Pai de Diana o pega no colo levando-o para longe de Kathy.

Tudo correu de forma silenciosa e triste. Kathy reuniu coragem e foi até o caixão. Se manteve firme ao ver Diana morta, impecavelmente linda como sempre, mas sem um sopro de vida. Ela não estava mais lá. Todas as pessoas falaram pouco entre muitas lágrimas. Kathy viu toda a escola se aproximar inclusive o diretor. Todos a amavam. Todos choraram sua prematura morte. A mãe de Diana a havia pedido para falar sobre Diana e Kathy foi o mais firme que conseguiu.

__Diana foi mais que minha melhor amiga. Ela era uma irmã. – Kathy limpa as lágrimas do rosto. – Ela era uma pessoa maravilhosa e sempre vai estar no meu coração...

As palavras saíam de sua boca, mas ela quase não as ouvia. Só conseguia pensar que alguém tinha matado Diana. Quando o velório acabou Kathy correu. Simplesmente correu. Precisava de ar, precisava ficar sozinha, sumir. Correu até não conseguir mais e ficou só em frente ao lago. Sentada no chão frio olhando sua superfície ondular e ali se permitiu desabar completamente até sentir que cada parte do seu corpo havia parado.

***

Não soube que horas eram quando voltou para casa. Apenas chegou e se trancou no quarto. Não conseguiu dormir, só se trancou no quarto e se sentou num canto absorvendo tudo. O pai não disse nada, sabia que Kathy precisava de tempo. Ele próprio estava seu luto particular.

A morte de Diana saíra nos jornais locais após o velório. Era uma cidade pacifica e um assassinato não era comum.

A notícia foi a de que uma jovem que estava indo ao shopping quando foi encurralada, e brutalmente morta por um homem que não é da cidade. Sem motivo aparente, nenhum indicio de assalto.

Os dias se seguiram vazios e Kathy parou de ir à biblioteca, ou ao shopping, ou sair para qualquer lugar que não fosse o colégio poucas vezes na semana. Ou a casa dos avós. Não conversava com colegas do colégio e estava farta de todos a perguntarem se estava bem. O ano novo foi uma tortura, Kathy se trancou no quarto e observou a mensagem que nunca se realizaria.

“Réveillon comigo vaca, vamos numa festa na casa do lago u.u sem discussão”.

Às vezes a casa de Diana falar com seus pais ou com Josh, saber algo sobre a investigação, sobre qualquer coisa ou simplesmente ir ao quarto de Diana e lembrar as vezes em que fizeram festas do pijama ali.

Tudo voltou ao normal, ou quase isso, na verdade faltava algo, Diana. Mas logo voltaram às aulas. Bom, Kathy nunca foi boa pra fazer amigos e não queria fazer novos. Então resolveu fazer supletivo e estudar no período noturno, evitar qualquer pessoa que a olharia com pena ou compaixão. Quando chegou seu primeiro dia, ficou surpresa ao ver Dean. Ele se sentou ao seu lado:

__Como está? -- Kathy o vinha ignorando desde a morte de Diana. Não queria falar com ninguém, nem com ele. Mas sabia que precisava tentar, afinal nada disso era culpa de Dean.

__Bem. – Olhou para frente e soube desde aquele momento que Dean seria um amigo. Não alguém que preencheria esse buraco enorme em seu peito, só um amigo. Desde a morte de Diana Kathy sentiu que esse buraco nunca mais pararia de doer e não o viu como se fosse resolver esse problema, só como alguém que estaria ali. Sempre.

***

As investigações da morte de Diana foram “temporariamente” paralisadas. Arquivadas. Sem nenhuma prova os investigadores, a única prova que tinham era o sangue de Diana na rua. Simplesmente desistiram. Os pais de Diana tentavam seguir a vida e tudo corria com calma. Como se o tempo estivesse lhes pregando uma peça.

Kathy sempre dirigia agora e às vezes fazia pequenas viagens com seu pai. Passou a ficar mais tempo estudando agora que não ia ao shopping ou não estava sempre com Diana. Acostumou-se a rotina e com o buraco que havia em seu peito. E com o tempo retornou a biblioteca e ao seu cantinho onde ninguém ia.

__Hey. – Dean diz chegando ao seu lado na biblioteca e se sentando sobre uma almofada.

__Hey. – Ela levanta os olhos do livro.

__O que tá fazendo?

__O que você acha cabeção? – Kathy passou a ser muito ligada a Dean. Tornaram-se amigos novamente e sempre estavam juntos.

__Acho que tá lendo... Am... -- Ele se curva um pouco e olha no nome do livro -- Filosofia, estudos práticos.

__Exatamente.

__Ata. – Ele se inclina e ela se recosta em seu ombro.

__Como vai? – Ele pergunta olhando as estantes de livros.

__Bem e você? – Ela se volta ao livro.

__Bem. – Ele sorri e se vira repentinamente para ela, seus olhos com o certo enigma que sempre tinham. --Hey tenho um convite. – Ele sorri.

__Qual? — Ela se vira de frente pra ele.

__Vamos viajar? – Ele diz em seu tom brincalhão.

__Viajar? -- Ela sorri pensando ser uma piada.

__É sério! — Ele responde fazendo uma careta.

__Pra onde?

__É uma casa na beira da praia. Há algumas horas daqui.

__E de quem é essa casa? -- Kathy pergunta com curiosidade.

__É minha. – Ele a encara.

__Sua? — Ela franze a testa.

__Eu a herdei. – Ele sorri.

__De quem?

__Do meu pai.

__Ele era rico? — Ele quase nunca falava do pai e sempre que falava Kathy tentava conseguir o máximo de informações sobre Dean que conseguia.

__Não conheci muito ele.

__Quando se mudou não foi com ele?

__Foi, mas foi porque não tinha mais ninguém pra ficar comigo e ele estava querendo se mudar pra um lugar calmo.

__E como ele morreu?

__Aah! – Ele olha para baixo como se isso fosse uma lembrança um pouco dolorosa. -- Ele meio que deu uma pirada primeiro, quase não me lembro dai depois ele foi pro hospital e me disseram que ele tinha morrido.

__Ah — Isso foi meio estranho, mas ela já havia conseguido mais informações do que conseguira em meses.

__Iai você vai? – Ele se volta para Kathy com entusiasmo.

__Alguma das suas "paqueras" vai? -- Kathy pergunta fazendo aspas com as mãos no ar. Dean não era um “garanhão”, mas às vezes aparecia com algumas garotas. Nunca mais de uma vez com a mesma garota.

Kathy sabia que sentia alguma coisa por ele, desde antes de Diana os apresentar ela gostava dele, mas sabia que não iria acontecer nada entre os dois. Nem queria. Mas pensou que essa era outra oportunidade de fugir de tudo. Das pessoas, da cidade e de tudo que lhe trazia a todo instante aquela lembrança.

__Não. Iai você vai? – Ele repete.

__Não sei, tenho que ver com meu pai.

__Qual é? Sabe que seu pai vai deixar.

Era verdade Dean e o pai de Kathy haviam se tornado amigos, e seu pai aproveitava Dean ao máximo para tentar fazê-la voltar a se divertir novamente.

__Vou ver com ele e te digo.

__Não precisa, seu pai me convidou pra jantar lá hoje. -- Ele diz sorrindo. Kathy tentou sorri, mas ficou um pouco apreensiva, seria ótimo viajar, mas só ela e Dean...

__Tá. – Diz por fim.

__Tá. -- Ele diz sorrindo.

A noite foi tranquila e o pai de Kathy concordou rapidamente com a viajem. Kathy sabia que ele só queria que ela se animasse novamente.

__Vai ser bom pra você, pra você se animar um pouco. – Ele comenta no jantar.

__Quando vamos? -- Kathy pergunta para Dean.

__Que tal amanhã? As ferias começam semana que vem, e não tem nada essa semana e a gente quase não faltou esse ano. – Ele responde animado.

__É, pode ser -- Kathy responde tentando parecer descontraída e evitar que todos percebessem seu pequeno desespero. Mas não deixaria nada estragar sua pequena fuga da realidade. -- O que você acha pai?

__Acho ótimo querida. – Seu pai sorri com entusiasmo.

O pai de Kathy gostava muito de Dean. Ficou resolvido que iriam no carro de Kathy no dia seguinte bem cedo. Kathy ficou meio apreensiva ao fazer as malas, não era muito ligada a isso, mas sabia que iriam a uma praia e não gostava da ideia de biquínis ou maiôs, então colocou só um biquíni na mala, mas não tinha intenção de usá-lo.

Antes de dormir Kathy pensou o que Diana acharia de tudo isso. Com certeza ficaria feliz e animada e diria um “Me conta tuuuudo depois”. Kathy sorri ao se lembrar do jeito extrovertido e brincalhão de Diana e sente uma lágrima cair ao lembrar de sua morte.

Se lembrava bem de insistir nas investigações indo a Delegacia todos os dias ver se havia alguma novidade no caso. E ainda se lembrava perfeitamente das palavras da psicóloga ecoando em sua mente.

__Você precisa tentar seguir em frente. Acho que Diana iria querer que fosse feliz. Sua morte foi terrível, mas se martirizar com isso só a prejudicará. Tente fazer atividades que a deixem feliz. – Ou o que Kathy entendeu “Tente se esquecer de que Diana foi brutalmente assassinada”. Fechou os olhos e tentou dormir.

Consentiram em ficarem fora por uma semana. O pai de Kathy não achou ruim, estava gostando muito da ideia, porque desde a morte de Diana ela havia parado de sair e estava meio quieta, seu único amigo era Dean fora ele próprio e os avós.

No dia seguinte saíram bem cedo. Dean dirigiu. Seguiu por uma estrada que Kathy não conhecia. Depois de horas entrou por uma estrada de chão de terra.

__A gente vai pro meio do mato? -- Kathy pergunta com surpresa, não gostava de lugares que tinham insetos estranhos.

__Um pouco. -- Diz Dean olhando de lado pra ela e sorrindo.

Já era quase pôr do sol quando chegaram a um lugar e Dean parou o carro. Uma pequena clareira.

__Tá! Cadê a casa, a praia? -- Kathy pergunta confusa.

__Tem uma trilha. – Ele responde com um sorriso afetado.

__Deixa eu adivinhar. A gente vai ter que ir pelo meio do mato? -- Ela pergunta de modo sarcástico.

__De moto dá pra ir, mas a gente não tá de moto então...

__Não me diga. -- Kathy faz uma careta, ouviu o som do mar e se sentiu ansiosa para vê-lo.

__Vamos lá primeiro depois a gente volta pra pegar as coisas, você vai gostar.

Dean saiu do carro e Kathy foi atrás, seguiram por uma trilha meio íngreme entre as árvores, e a floresta foi ficando mais espessa, o som do mar foi aumentando.

Andaram cinco minutos e chegaram a uma enorme clareira de frente pra uma praia, o mar com água cristalina. Logo avistaram a enorme casa de madeira na clareira em frente à praia.

__Que lugar lindo -- Kathy sussurra.

__É! E olha que descobri que tinha isso aqui há pouco tempo. Mas tem um caseiro que vem aqui umas três vezes por semana e deixou as coisas arrumadas pra nós.

Dean pega a chave e abre a casa, Kathy quase abriu a boca mais se conteve, a casa era extremamente bonita e sofisticada, parecia que tudo ali fora uma fortuna. Os sofás da sala de estar eram enormes e pareciam ser muito confortáveis. Após Dean lhe mostrar toda a casa, voltaram para carro pegaram tudo que haviam trazido e ajeitaram na casa.

Já era tarde e estavam atoa na sala de estar:

__Vamos dormir? -- Dean pergunta, quase cochilando.

__Já? -- Na verdade a ideia de dormir sozinha com uma floresta ao lado não a animava muito.

__Não tá com sono?

__Não. — Mentiu ela, estava quase fechando os olhos.

__Tá com medo?

__Não – Ela faz uma careta. -- Mas por que a gente não dorme aqui na sala só hoje? -- Ele sorri.

__Tudo bem.

Dean se levanta e vai ao quarto e pegar cobertores e travesseiros.

__Vamos ver um filme? -- Ele pergunta. Kathy assente e liga a televisão escolhendo o filme Os vingadores. Se senta ao lado dela e os cobre com o cobertor.

__A quanto tempo a gente tá de uma cidade? -- Ela pergunta.

__Há umas duas horas eu acho. -- O filme começa.

__Por que você não trouxe nenhuma das suas paqueras? Aqui é um lugar bem romântico. Olha sei que quer me animar, mas eu tô bem. De verdade.

__Pra que eu iria trazer? — Ele sorri. – E eu quis trazer você pra gente se divertir um pouco, fugir daquela cidade.

__Tá, mas e aquela magrela? – Kathy pergunta sorrindo, se lembrando de uma menina muito magra morena com quem ele havia saído há algumas semanas. Dean sabia que Kathy a chamava assim por que ela sempre apelidava as garotas com quem ele saia.

__ A gente só saiu, não teve nada sério. -- Ele comenta se levantando. Alguns minutos depois voltou com um balde de pipoca. -- E além do mais, ela era muito chata.

__Chata? -- Kathy sorri – O que? Ela só falava de como são as dietas dela? – Ele sorri e revira os olhos.

__Pior que era.

Kathy deixa escapar uma gargalhada, mas a interrompe ao lembrar á quanto tempo não ria assim.

__Começo a achar que você andou me seguindo. — Ele diz com uma careta.

__Vai achando... – Kathy Franze a testa. -- Por que você nunca namora serio?

__ Por que "você" nunca sai com ninguém? — Kathy detestava quando ele perguntava isso.

__Porque não. -- Alguns garotos até a chamavam para sair, mas ela recusava. -- E o assunto não sou eu é você ! Me responde, por que?

Ele franze a testa por um segundo.

__Por que eu não vou namorar com quem eu não gosto.

Kathy não fez mais perguntas, assistiram ao filme e Kathy não se lembrava em que ponto do filme adormeceu, mas quando acordou Dean não estava lá. Ela se levantou, foi até seu quarto e tomou um banho depois saiu na varanda. Ele também não estava lá. Voltou para dentro e foi para a cozinha, comeu torradas e depois saiu de novo. Estava usando um short jeans e uma camiseta. Estava ficando nervosa. Foi até a beira do mar e andou até seus joelhos estarem cobertos de água, foi uma ótima sensação. Kathy andou pela praia ate começar a floresta de novo. Era como uma enorme clareira na praia. Não estava com muita coragem para entrar na floresta, mas a curiosidade venceu então foi.

Não havia entrado em muitas florestas, mas essa era linda. Viu flores exóticas e muitos pássaros que não conhecia e cantavam uma melodia linda. Quando voltou Dean estava saindo do mar. Estava sem camisa, com um short preto. Kathy o olhou. Seu corpo era como o de um atleta. Seu cabelo agora molhado estava caindo sobre os olhos.

__Iai! -- Disse quando a viu.

__Onde você estava? – Perguntou saindo de seu torpor.

__Nadando!

__Mas eu não te vi quando sai aqui.

__Eu fui meio longe. Tem uma espécie de gruta perto daquelas rochas. -- Ele aponta para um conjunto de rochas no mar muito grandes ao leste que parecia estar muito longes.

__Parece longe.

__Eu nado bem. -- Ele diz sorrindo. Algum tempo depois ele volta para dentro da casa e Kathy se senta na areia.

__Você iria amar isso Diana. – Sussurra olhando pro céu.

Commentaires & Réactions

Partagez vos impressions, collez des timbres à collectionner et échangez avec l'auteur et la communauté.

Index de l'Histoire