O Último Reino da Terra
O Último Reino da Terra

O Último Reino da Terra

Synopsis

Em um futuro distante, a humanidade quase se extinguiu em uma guerra devastadora, a Guerra pela Vida. O último refúgio de sobrevivência é um imenso domo, uma nação isolada e rigidamente governada por um regime monárquico que busca perfeição genética. Dentro do Domo, apenas os mais excepcionais têm lugar, e os "defeituosos" são descartados. Quando crianças comuns começam a nascer, sem habilidades especiais, uma dura escolha é imposta: o Casulo, onde os geneticistas tentam despertar suas habilidades, ou o Cesto, onde são lançadas para o mundo exterior, sem esperanças de retornar. June, uma jovem que passou por anos de experimentação genética no Casulo, carrega o dom da telepatia, mas a habilidade é mais uma maldição do que um presente. Seus pensamentos estão invadidos por vozes, um caos interminável de emoções e mentiras. Quando ela descobre a verdade sobre as crianças rejeitadas, aquelas que foram esquecidas ou mortas nos experimentos, June decide que a revolução começa com a verdade. Juntando forças com Alex, um jovem com velocidade sobre-humana mas preso no silêncio de sua mente acelerada, e Maddy, uma princesa com sentidos insuportáveis, ela lança uma jornada para expor o sistema

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Sou Ana Caroline, uma escritora que vive com a cabeça sempre no futuro, pensando em histórias, personagens e reviravoltas que ninguém mais v...

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Total : 50,788 mots
01

Prólogo: O começo do fim

453 mots•~3 min
02

Capítulo 1: Ao casulo ou o cesto

1,066 mots•~6 min
03

Capítulo 2: Crianças sem rostos

2,111 mots•~11 min
04

Capítulo 3: Ruas em Chamas

989 mots•~5 min
05

Capítulo 4: Um País Sitiado

1,719 mots•~9 min
06

Capítulo 5: Os erros do sistema

2,506 mots•~13 min
07

Capítulo 6: O custo da Verdade

2,147 mots•~11 min
08

Capítulo 7: A Caixa de Pandora

2,443 mots•~13 min
09

Capitulo 8: O existencialismo

2,588 mots•~13 min
10

Capítulo 9: A Semente da Revolução

2,813 mots•~15 min
11

Capítulo 10: O Despertar do Dilema

2,179 mots•~11 min
12

Capítulo 11: O Impasse

2,123 mots•~11 min
13

Capítulo 12: Confiança e Suspeita

3,450 mots•~18 min
14

Capítulo 13: A noite das bruxas

2,738 mots•~14 min
15

Capítulo 14: Retomando o controle

2,149 mots•~11 min
16

Capítulo 15: A queda do Filósofo

1,122 mots•~6 min
17

Capítulo 16: A invasão

3,274 mots•~17 min
18

Capítulo 17: Recomeço

2,478 mots•~13 min
19

Capítulo 18: Ethan

3,190 mots•~16 min
20

Capítulo 19: Dalila

2,422 mots•~13 min
21

Capítulo 20: Destruir para recomeçar

2,717 mots•~14 min
22

Capítulo 21: Governo Provisório

2,701 mots•~14 min
23

Epílogo: Depois da Tormenta

1,410 mots•~8 min

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Em 2035, o Brasil decidiu privatizar a segurança pública. O que começou como uma promessa de eficiência transformou a justiça em um serviço por assinatura: quem pode pagar recebe investigação, proteção e respostas; quem não pode se torna invisível para o sistema. Mortes são classificadas como falhas administrativas , crimes desaparecem dos relatórios e a verdade passou a ter valor de mercado. Diana Azevedo é uma investigadora autônoma licenciada de nível C, especializada justamente nos casos que ninguém quer assumir: baratos, inconvenientes e oficialmente irrelevantes. Cínica, inteligente e acostumada a sobreviver entre as brechas do sistema, ela não promete justiça aos clientes apenas explicações. Tudo muda quando uma viúva a procura após a morte suspeita do marido, um funcionário público que tentava denunciar irregularidades envolvendo contratos da segurança privatizada. O caso foi encerrado em menos de quarenta e oito horas como simples falha administrativa . Ao investigar, Diana descobre um padrão perturbador: alguém aprendeu a matar dentro das regras do próprio sistema. Sem gerar crime. Sem gerar culpa. Sem deixar rastros.

"Eu vejo gente morta." Ok, essa frase já é um baita clichê, mas no meu caso, é verdade. Desde que nasci, eu vejo como as pessoas vão morrer nos próximos minutos - e nada do que eu faça pode mudar isso. Já tentei impedir, já rezei, já fingi que não via... Mas a morte parece se divertir comigo, transformando cada tentativa de salvação em um final ainda mais absurdo. Então, o que eu fiz? Me tornei especialista em ignorar. Melhor ainda: fiz disso um estilo de vida. Aos 28 anos, vivo como nômade, evitando qualquer laço emocional e trabalhando como leitora crítica de manuscritos. Sim, eu sou paga para ler livros ruins e encontrar os que têm potencial. Um sonho para uns, um pesadelo para quem já não aguenta mais fanfics disfarçadas de romances. Mas meu maior problema não são os clichês literários. O problema é quando eu começo a ver mortes... que não deveriam acontecer. Assassinatos que ainda não aconteceram, mas estão prestes a rolar. E, pela primeira vez, talvez eu tenha um jeito de mudar a história - ou de acabar como mais um spoiler da morte. Uma história sobre sarcasmo, mortes inevitáveis e o prazer de rir na cara do perigo. Afinal, se a vida é um roteiro, eu já decorei o final.

Cento e cinquenta anos após uma guerra nuclear, a humanidade sobrevive em seis Áreas isoladas. As cinco centrais são ditaduras hereditárias que pregam igualdade enquanto acumulam poder. A sexta, no Polo Sul, é o descarte de prisioneiros e o esconderijo de uma resistência que ninguém sabe que existe. Lyra Fenris foi criada nas profundezas do gelo para ser uma arma. Treinada desde criança para lutar e mentir, ela recebe a missão que esperou a vida inteira: infiltrar-se na Área 1 fingindo ser Novalie Asher, a herdeira desaparecida da Área 2. Seu objetivo é conquistar Malen Crow, o herdeiro cruel da Área 1, e tomar o poder por dentro. Mas a Área 1 não é o que ela esperava. Entre salões de mármore e bibliotecas, Lyra descobre um mundo de abundância construído sobre a miséria alheia. Descobre aliados onde deveria haver inimigos. Descobre um médico gentil que a vê como pessoa, uma princesa rebelde que se torna amiga, uma rainha que a trata como filha. E descobre Malen, o homem que deveria destruir, mas que enxerga através de todas as suas máscaras. Em um mundo onde herói e vilão são apenas posições, ela vai descobrir que a linha entre os dois é mais fina do que imaginava.

Aprisionado no medo, um menino chamado Heitor, fica cara a cara com uma fera branca. Certo da morte, ele é salvo por quem menos esperava. O gesto, carregado de bondade e misericórdia, é eternizado por sua memória que, grato pela salvação, considera sua protetora como um anjo. Partindo rumo a uma jornada perigosa para reencontrar a jovem que marcou sua vida, Heitor enfrentará o mais temido de seus pesadelos, e descobrirá que marcas profundas se escondem nas almas. Um conto de fantasia melancólica sobre destino, trauma e a fascinação silenciosa de um gesto que mudou um destino.

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