Philip, um homem-da-lei de estatura média e força razoavel, havia presenciado tudo o que acontecera. Ele estava lá dês de que o hino começou a tocar até quando o Corvo e sua ajudante fugiram. Como ele tinha uma boa memória, seria a pessoa perfeita para aguentar a ira Dele, e contar-lhe a notícia. Ele possuia olhos negros e raivosos pelos sofrimentos, sendo que em um deles uma cicatriz que nunca se cicatrizava e expunha a carne viva de parte do seu rosto. Pele bronzeada pelo sol escaldante e comprido e sujas unhas, que mais se assemelhavam a garras de aves. Por volta de vinte e cinco anos.
Ele andou, acompanhado por outros homens-da-lei pelo deserto de cavalo ao terreno rochoso, onde ficava a mansão do Gubner. É algo estranho de se ver ao longe, pois é uma bela construção no meio do nada praticamente, Philip pensou com os botões. Desceram de seus cavalos, e ele se aproximou dos dois enormes portões com grades e arame farpado no topo. Se alguém tentar escapar ou entrar aí sem permissão, não vai se sair muito bem. Novamente disse em seu pensamento. Além disso, havia dois guardas, praticamente homens-da-lei com uniformes diferenciados. Homens-da-elite eram chamados. Era cinza e de couro, com colete à prova de balas dentro e um tipo de chapéu duro como um capacete. Usavam armas que Philip nunca tocara na vida, e com uma eficiência muito maior. Sentiu certa inveja, mas já aprendera seu lugar no mundo. Um mísero homem que trabalha a serviço da lei, justiça e do Gubner.
– Estou aqui para transmitir notícias, a Ele – falou Philip com sua voz jovial.
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