Os próximos dias foram carregados de missões, nada muito heroico, eram coisas do tipo: aparar ervas daninhas do gramado de senhores feudais, juntar rebanhos debandados, prender javalis raivosos e correr atrás de galinhas fujonas. Não que eu tirasse de letra qualquer uma dessas coisas, era sempre uma dor de cabeça para o Sensei, que chamava Naruto e eu de ‘dupla desastre’... Isso acabou fazendo ele se aproximar mais de mim, pelas palavras dele: “ficou feliz que eu não sou uma Uchiha fresca”, agradeci o elogio. Continuei passando as noites de favor na casa de Sakura, quando os pais dela iam dormir, a mesma me ensinava mandamentos shinobi e concentração de chackra (ao menos tentava), eu me empenhava ao máximo mas era tudo muito novo, o pouco que consegui foi acertar a mira com kunais e shurikens, mas ainda faltava acertar a força.
—“Queria uma missão de verdade! Não tem a menor graça usar meus clones da sombra pra apanhar ovelhas!” – Naruto bufava
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