Imediatamente eu sabia que não pertencia a um lugar como aquele. Talvez fossem minhas roupas mais recatadas em comparação com a, hm… falta de roupa dos dançarinos, garçons e barmans. Talvez fosse o meu comportamento mais introvertido em relação a todos os homens no bar, que estavam dançando ou estavam nos cantos fazendo coisas quase obscenas. Ou talvez fosse a minha sobriedade em relação às outras pessoas no bar. Tudo em mim gritava desconforto e eu só queria sair dali correndo.
Talvez eu estivesse velho demais para isso. Velho de alma, pelo menos.
— Então, Tetsu! O que acha? Não é incrível? — Aomine parecia uma criança no parquinho, sorrindo de orelha a orelha.
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