Mesmo vendo de relance ela tinha certeza que era o mesmo brilho, não havia dúvida. Kael estava de volta! Durante todo o almoço ela não pronunciou uma palavra. Todos os presentes ficaram muito preocupados, o que ocorrera com a tão sorridente Charlotte-sama, o que poderia ter feita ela ter ficado tão séria. Ela foi para o seu quarto e ficou a mentalizar algumas coisas e finalmente se decidiu.
Charlotte: Otou-san, pessoal e inukamis. Eu tomei uma decisão, eu irei tornar aquele licantropo meu inukami. Eu serei sua mestra! E não importa o que digam eu não irei mudar de idéia!
Durante um tempo na sala todos ficaram sérios sem proferir uma única palavra até que por final sua Oba-chan riu.
Oba-chan: Não esperava menos de minha neta! Sabia que uma hora ou outra você diria isso, até por que você quer quitar essa dívida, não é?
Charlotte: Oba-chan.
Oba-chan:Yamashita, pegue a katana. Pensando que um dia você pudesse tomar essa decisão eu pedi que fizessem essa katana de prata, com seu treinamento e habilidades acho que você possa vencer. Só queria dizer uma coisa antes de partir.
Charlotte: O que Oba-chan?
Oba-chan: Você só não conseguiu nenhum inukami, pois todos eles estão com muito medo.
Todos: O QUE???
Oba-chan: Parece que a notícia do que ocorreu a 9 anos atrás se espalhou de forma deturpada, algo como você tenha vencido um cavaleiro e um licantropo adulto sozinha, e o outro boato é que quem estivesse ao seu lado Kael disse que encontraria caminho pior que a morte.
Charlotte: Oba-chan como você obtve essas informações? E por que nunca disse nada antes?
Oba-chan: Se eu dissese isso antes, algo em sua atual determinação seria diferente? Se eu lhe desse essas informações previamente você se conformaria ou se vingaria? Informação e como uma espada de dois gumes você pode cortar mas pode acabar se cortando também.
Yamashita: Eu estou orgulhoso de sua decisão, espero que encontre ele rápido. Quero tirar uma satisfação com esse lupino.
Charlotte: Claro! Eu já estou indo!
Saindo pela porta principal da residência dos Himura ela já tinha endereço certo, as Cataratas Sangretas, desde a morte de Malvolo corre rumores de que toda noite de lua cheia sangue corre por seu leito. Ela fora correndo seguindo o seu instinto e usando a força do seu coração, chegando na cachoeira realmente lá estava ele. Com o seu cabelo longo e negro ele ter mais cicatrizes, e ele parecia mais sério como se a sua atual jornada fosse uma eterna guerra.
Charlotte: E-E-Ei, você!!
Kael:Hã?! Oi meninha, você não deveria estar aqui é muito perigoso, você não houve as notícias que está havendo ataque de uma matilha de lobos.
Charlotte: Você está atacando, humanos? Como pode se rebaixar tanto?
Kael: Olha eu atacar humanos, você deve estar sofrendo de insolação – disse ele lhe jogando água e deitanto perto da queda d’água – veja eu sou um humano. Só que vivo a margem da lei, mas isso não vem ao caso.
Charlotte: Como você pode ser tão cínico? – disse ela apertando a katana.
Kael: Olha menina, eu não te conheço então dá pra fazer um favor, eu tô querendo descansar para proseguir com a minha viagem. Eu só vim aqui prestar algumas homenagens a uns parentes e já vou embora.
Charlotte irritando-se pelo fato do cinismo e hipocrisia de Kael retira a sua katana e fica em posição de combate, no entanto seu medo é exposto mesmo que levemente a katana treme.
Kael: Ninguém nunca lhe disse que é perigoso brincar com espadas, você pode acabar machucando alguém.
Charlotte: Eu vim aqui para derrotar você.
Kael: Hã? Lutar comigo... Ah, pô você está atrás da minha recompensa! Poxa, por que você não disse antes! Vamos me leve até a polícia você pega o seu dinheiro e eu fujo pela 17º vez. Até por que pra vir me procurar sua família deve estar muito nescessitada. Que pena que existam pais desse jeito.
Charlotte: Você finge não lembra ou você não lembra de nada? – começando a achar a atuação dele muito convicente.
Kael: Lembra do que exatamente, veja bem eu já passei por muitos lugares, já conheci muitas pessoas, me enamorei algumas vezes, mas o que você deseja exatamente o que eu lembre? Talvez eu possa ter te assaltado ou algo do gênero, você deu sorte que hoje estou muito genereso. Nicholas e Victor, chamem os seus irmãos e irmãs e pessam para trazer as minhas coisas.
Dois lobos de tamanhos não convencionais saem da sombra, Charlotte não havia percebido a presença deles, passam-se alguns minutos e Kael se levanta nisso uma matilha de 12 lobos vem da floresta com sacos na boca e se deitam ao redor dele.
Kael: Bem o que você quer? Tenho...
Charlotte: “Quero que chore bastante e esqueça de minha existência e de tudo que você viu hoje.” É assim que você tem agido nos últimos nove anos. Kael Krumnacher.
Seu olhos se tornaram sombrios e uma enorme aura podia ser vista emanado dele, até os lobos sentiram-se acuados.
Kael: Você está vendo esses lobos, são fragmentos do meu poder. Caso você tenha percebido são 12 ao total, se você veio me cassar desista e volte para casa junto com seu inukami. Eu irei fazer o mesmo virarei as costas e sumirei em seguida.
Charlotte: Eu não irei fujir eu irei lutar contra você! Irei lutar com todas as minhas forças, pois quando eu vencer eu... eu... eu... EU VOU TORNÁ-LO MEU INUKAMI!
Kael a olha de cima a baixo, arqueia os ombros.
Kael: Se você está dizendo vamos lutar então. Minha Hansui contra a sua katana. Não serei piedoso.
Os doze lobos começam brilhar e soltar uma aura que vai em direção a Kael, aparentemente não muda nada, Charlotte toma a iniciativa e corre com toda a sua velocidade para cima dele e efetua um corte perfeito em seu torax. Mas quando ela se vira ela percebe que o que ela cortou está se desfazendo.
Charlotte: Kael! KAEL!!!!
Kael: Nossa é relmente muito triste imaginar que algo assim podesse ocorrer comigo eu sou tão jovem só tenho 800 anos de vida nem completei a minha maior idade. Você realmente está levando essa luta a sério, mas devo lhe alertar você está cheia de aberturas.
Charlotte: CALADO!!!
Ela se virou e o cortou novamente e a imagem se repitiu.
Kael: Veja bem. Não seja tão impulsiva isso pode lhe causar muitos problemas, você pode acabar sendo atingida.
Ele desfere um soco que ela se defende com a lâmina da katana todavia ele estava realmente muito poderoso, mesmo ela se defendo a pressão do soco fez ela ser jogada a alguns metros de distância. Quando ela olhou mais detalhadamente ele estava usando uma armadura completa somente faltava o capacete. “Como irei cortá-lo com essa armadura? Isso está se tornando cada vez mais arriscado!” pensou ela.
Kael: Me pergunto, você sabia desde o começo que não poderia vencer ou você achou que eu ficaria parado no tempo chorando pela morte dos meus pais. Estou cansando dessa brincadeira vou terminar logo com isso!!!
Gradativamente a armadura tomava nova forma e ele também assume sua forma licantropa agora ele possuia uns 3 metros de altura e seus negros pelos reluziam, assumindo a posição de combate ele se manteve então uma pressão pode-se sentir ao redor de Charlotte tudo estava cortado e destruido. Então espressando uma impressionante velocidade ele apareceu na frente dela e deu um soco no meio da sua testa.
Ao acordar ela se vê em uma casa bem cuidada mas ao mesmo tempo muito antiga ela tenta se levantar no entanto seu corpo doi muito, no entanto ela se esforça do mesmo jeito e se senta só então ela percebe que está nua num quarto e que suas roupas estavam jogadas em cima de um sofá. Ela tenta se mover mais um pouco mas a dor a impede mais uma vez e quanto mais ela tentava se mexer mais a dor se tornava insuportável.
Então a porta do quarto se abre.
Kael: Vejo que acordou, como está se sentindo? Ainda doi, devo ter sido muito bruto. Desculpe-me, prometo ser mais gentil da próxima vez.
Charlotte: D-D-Do que você está falando!? Co-Como assim ser gentil?!
Kael: Caso você não tenha percebido vou elucidar os fatos. Na sua luta você fracassou o máximo que você conseguiu foi fazer eu passar meu tempo. Você está nua, pois eu retirei suas roupas para te tratar pois minhas garras contem veneno e...
Charlotte: Como assim veneno? Vocês licantropos não possuem veneno?
Kael: Eu me alimento de youkais constantemente, em alguns casos o youkai e poderoso e tenta subjugar meu corpo e mente nesses momentos eu venço e acabo por assimilar algumas de suas habilidades, mas retomando tive que tratar você entretanto nenhum dos meus tratamentos que nessa casa eu disponho foram possíveis tendo isso em vista, a única maneira era torná-la minha.
Charlotte: V-V-V-Você fez o que? – ela parecia um pimentão.
Kael: Você agora me pertence, o único modo de salvá-la era tornando a minha esposa agora deve correr em suas veias meu sangue e em seu ventre meus filhos.
Um silêncio se manteve por alguns segundos, Charlotte não sabia o que dizer ela nunca mais poderia retornar a sua casa ela havia falhado e havia passado para o lado do inimigo no entanto isso era o fator de emnor importância ela nesse momento estava gravida de lobinhos um misto de sentimentos começou a tomar conta dela.
Kael: Por que está chorando? Está doendo muito, devo ter sido muito rude com você, deixe-me me retratar.
Charlotte: Não enconste em mim! – ela começava a chorar – Como você pode fazer isso assim sem nem ao menos pensar! Como vou dizer isso a minha família, isso se eu conseguir voltar para minha família. Você me amaldiçoou!
Kael: Está certo – seus olhos mostravam uma confiança inabalável – se é esse seu pensamento, tome sua katana e retire sua vida. Eu sei que isso é feito de prata, posso sentir sem nem ao menos tocar. Retire sua vida, você mesmo disse que se amaldiçoou.
O coração de Charlotte batera descompaçado, agora não havia volta era o que ele estava dizendo entretanto ela não queria e não conseguiria retirar sua própria vida. O único jeito era continuar a vida com ele e se tornar uma licantropa.
Charlotte: Você venceu, me desculpe. Não deveria ser tão rude com quem me salvou a vida por uma segunda vez... Agora que eu lembrei, de quando eramos pequenos.
cFlashbackd
Kael: Estou apenas começando, aguardarei com carinho o dia em que poderei me alimetar maravilhosamente de sua filha. Charlotte Himura!!
cFlashback Endd
Kael: Eu me esqueci, vi, ouvi e vivi tanta coisa, tantas experiências para se lembrar que acabei me esquecendo disso. No entanto e meu dever como macho alpha perpetuar a minha espécie.
Charlotte: F-Fa-Falando sobre isso... Nós realmente... Como... Eu...
Então de dentro do guarda roupa uma risada começa a se ouvir, muito alta por sinal. Então aparente algo cai e abre a porta.
Charlotte: Ob-Ob-Oba-chan!!
Kael: Velha maldita. – disse ele colocando a mão na cara.
Oba-chan: Hahahaha, muito bom Kael! Nunca pensei que sua falta total de emoções servissem para alguma coisa, muito divertido eu não ria assim a tempos.
Charlotte: Oba-chan o que você está fazendo aqui? E o que significa isso tudo?
Oba-chan: Kael é meu inukami, desde o dia do seu “acidente” por assim dizer. Eu estava testando a sua força de vontade,que por sinal é muito fraca, se ele fosse realmente um inimigo, nós teriamos sérios problemas.
Charlotte: Por que?
Oba-chan: É que...
Kael: Deixe que eu explico Sairenji. Seu sangue junto com o meu sangue tornariam a caça dos licantropos quase impossível. Nos tornariamos incrivelmente forte graças as habilidades únicas que os inukamis tsukais da sua família possuem.
Charlotte: Mas por que eu caçaria meus filhos?
Sairenji: Você não, mas outros poderiam fazer isso e não sabemos qual seriam a índole da criança que nascesse. Ele poderia ser como o Kael ou poderia se uma besta quase que indestrutível.
Charlotte: Desculpe-me Oba-chan...Peraí, como isso foi acontecer? Por que você deixou eu ir atrás do Kael mesmo ele sendo seu, e por que ele fica perambulando por aí como bem quer e bem entende?
Kael: Por que ela é uma mestra descente e centrada e sabe que se eu fosse para a sua casa eu causaria confusões e uma um mau estar na família.
Sairenji: Na verdade é algo além disso Kael. Pra falar a verdade estou ficando velha, e não vivo milênios como você então queria arranjar uma suce...
Kael: Nunca. – disse ele saindo do quarto.
Ele simplesmente sumiu depois de sair pela porta, pois não se ouviu passos de sua descida. Ficaram no aposento somente sua Oba-chan e Charlotte, que por sinal estava muito envorgonhada.
Charlotte: Oba-chan, não entendo a senhora. Estando na posição de matriarca da família líder atual dos Himura por que você não esclareceu tudo de uma fez para a família. Talvez...
Sairenji: Você, não entende isso hoje. No entanto num futuro próximo você entendera, pelo menos é isso que eu espero da minha neta preferida.
Charlotte: Mas eu sou sua única neta. ¬¬
Sairenji: Isso a torna mais especial ainda! Mas o motivo pelo qual eu estou te passando o Kael é por que ele é um bravo guerreiro, de moral e conduta inagualável, no entanto ele possui uma absurda quantidade de youk guardada dentro dele um dia ele pode sucumbir a esse poder ou fazerem ele sucumbir, é necessário que alguém mais jovem e capaz do que eu possa trazê-lo de volta. – por final ela sorriu – agora você deve descansar o veneno deve parar de afetar seu sistema nervoso daqui alguns dias.
Charlotte: Ele não estava mentindo!
Sairenji: Algumas coisas sim, outras não tente descobrir por si mesma. Oka-san! ^.^
A senhora deixou o quarto e desceu as escadas deixando Charlotte num turbilhão de especulações em sua mente, por final ela não aguentou mais e foi dormir. Mas estranhamente ela estava se acostumando a idéia de ser mãe dos filhos de Kael. $�rz�je�ftança. Por isso meu pai chamava a vocês de criaturas imundas, ele não estava errado. Só espero que agora Otou-san e Oka-chan, possam ser mais felizes.
Charlotte: Seu... pai ele...
Kael: Morreu, para me proteger e sabe quais foram as últimas palavras dele “Você é muito turrão!”. Que porras é turrão?
Charlotte: Você está bem? – disse ela de supetão – Tem algum ferimento? Algo que eu possa fazer?
Kael: Você nessas atuais condições nada. Ah, vou cumprir com a última palavra do velho. Tenho que te levar para casa.
Charlotte: Mas seu pai...
Kael: Preste atenção.
O corpo de Malvolo começou a se desfazer deixando somente um canino dourado, um machado duplo de guerra e a sua armadura.
Kael: Esse é o nosso fim, não há sepultura para gente da nossa laia, agora devemos ir para sua casa me explique o caminho que eu a levo de volta.
Charlotte: Mas você....
Kael: Quantos anos você tem?
Charlotte: 7 anos.
Kael: Eu tenho 700 anos , não é o meu primeiro parente que vejo morrendo. Com tempo você acaba achando isso comum, mas que é triste é, isso eu não posso negar.
Charlotte: Queria ser forte como você.
Kael: Eu não sou forte, se eu fosse forte meu pai estaria me dando os parabéns e explicando os meus pontos fortes e pontos fracos do último combate. Eu sou tolerante. Há uma grande diferença. Agora eu não tenho tempo a perder esses cara não morrem tão facilmente logo ele vai se recompor. E ai estaremos perdidos pois uma vez como humano acho que não terei força novamente para virar lobo. Aonde você mora?
Charlotte: A uns 400 metros daqui.
Kael: Segure-se, talvez essa seja a viagem mais rápida que você vai fazer na sua vida.
Kael a coloca nas suas costas e com capa do cavaleiro faz uma trouxa para carregar as coisas de seu pai. E como ele havia prometido foi uma viagem muito rápida, Charlotte mal conseguiu abrir os olhos por causa do vento. Quando ela percebeu ela já estava no meio do pátio da sua. Com todos griatando em sinal.
Kael: Bem te deixei em casa, agora seja uma boa menina e chore bastante e esqueça de minha existência e de tudo que você viu hoje. Fui!
Charlotte: Eu não me apresentei...
Kael: Não precisa, você é filha dos Himura. Mais dia, menos dia você ira me cassar mesmo.
Charlotte: Mas por que você me salvou, perdeu um menbro da sua família...
Kael: O que eu falei, seja uma boa menina e CHORE!!!
Kael avançara já se metaformizando na besta sangrenta, Charlotte olhara nos olhos dele e por um instante ela viu o horror de guerras e holoucaustos, massacres de inocentes e mortes de amigos e familiares, sua infantil mente não aguentara e ela finalmente caira em prantos.
Kael: O choque fara você esquecer tudo, ou fara com que isso se torne inesquecível.... Yamashita Himura, quanto tempo que não nos vemos, deixando sua filha assim sozinha. Para mim, seria um baquete – dizia enquanto passava a língua nos dentes.
Yamashita: O que você fez há ela? Sua besta demôniaca! Como ousa entrar em meus domínios mostrando sua verdadeira forma deseja morrer!
Kael: Morrer? Jovem eu tenho 700 anos estou apenas começando, aguardarei com carinho o dia em que poderei me alimetar maravilhosamente de sua filha. Charlotte Himura!!
Yamashita: Ora seu...
Nessa hora mesmo chorando Charlotte segurou seu pai e Kael fugiu já se passaram 9 anos desde que ela sabe toda verdade sobre a sua família.
cFlashback endd
Yamashita: Minha filha, não se preocupe. Você ira achar um inukami compatível a você.
Charlotte: No entano já estou atrasada um ano deveria ter me apresentado como uma dama e um Inukami Tsukai no meu aniversário de 15 anos. Será possível que ninguém quer trabalhar ao meu lado. – ela novamente começava a chorar – Agora eu estava lembrando das palavras de Kael, será que ele poderia...
Yamashita: Deixe aquele maldito lupino de lado, ele não pode ter feito nada até por que se ele aparecesse em território sagrado os outros acabariam atacando ele. E eu ainda não consigo acreditar naquilo que você me contou.
Charlotte: Ele é bom acredite em mim, ele é uma ótima pessoa ele pois sua própria vida perante a minha. Ele segurou a montante com as mãos. Aquele ano que se seguiu fora horrivel para mim.
Yamashita: Deixemos isso de lado e vamos almoçar você levantou muito tarde hoje.
Charlotte: Estou cansada.
Quando ambos desciam as escadas, ela deu uma última olhada pela janela e conseguiu enxergar o mesmo brilho de nove anos atrás.
