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View profileATENÇÃO:NÃO ESTOU VINDO MUITO AQUI. SÓ PARA LER, E SÓ DE VEZ EM QUANDO. Realmente eu n&atil...
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First Published
18 de dezembro de 2011
Last Updated
18 de dezembro de 2011
Editorial Status
Completed
Language
Português (Brasil)
Reader collections featuring this story:
Loving You; ...hurting Myself
ALL•318 words•Histórias originais•Drama•Poetry•Romance•Angst
Platform
+14•613 words•Histórias originais•Drama•Darkfic•Deathfic
oranges
+16•345 words•Histórias originais•Romance•Shoujo-ai•Friendship
Waratte
+14•1,448 words•the GazettE•Alice Nine•Yaoi•Shounen-ai
shrapnel
ALL•102 words•Poesias•Poetry
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To need to be together/ To want to get away/ To want to have you/ To be with you/ To have to leave you/ To see it all end/ To love./ To suffer./ Still wanting to have you/ Mine, always mine/ The one who killed me and then made me come back to live.
I curl up, pulling the covers tight against my body, and that's when all thoughts come to the surface. And then there's that voice in my head that tells me that all this time I've been an idiot; that I had not been and would never be enough; that as I looked at her, she saw right through me. Always others, never me. And the tears began to flow - thick and constant - wetting my pillow; I held it against my face, muffling the sobs, and still the tears wouldn't stop.
Para Sophia, destino, acaso e coincidência eram apenas palavras. Ela gostava da espontaneidade e da simplicidade de viver um dia de cada vez. Alex, por outro lado, pensava em tudo. Para ela, a vida era complexa demais para ser deixada ao acaso. O que nenhuma das duas imaginava era que um domingo aparentemente comum seria capaz de mudar tudo o que pensavam sobre a vida e uma sobre a outra. Alex conseguiria manter o mal-entendido ou teria coragem de confessar a verdade? E Sophia saberia reconhecer os sentimentos que começavam a surgir?
Aurora tinha vinte e sete anos, uma carreira em construção, cinco melhores amigas espalhadas pelo mundo e uma habilidade impressionante para fingir que sabia exatamente o que estava fazendo da própria vida. Brasileira e arquiteta, vivia em Roma entre projetos internacionais, apartamentos alugados, saudades do Brasil e a constante dúvida sobre qual seria seu próximo destino. Emma, por outro lado, tinha uma vida estável na Itália e nenhuma intenção de complicá-la. Até que, numa quinta-feira de outubro, encontrou uma cadeira vazia ao lado de uma brasileira que parecia incapaz de levar qualquer coisa muito a sério. Uma pergunta sobre zebras. Dois spritz. Algumas provocações. E uma história que nenhuma das duas estava procurando. Entre ruas italianas, aeroportos, amizades de infância, famílias separadas por oceanos e escolhas que nem sempre têm respostas certas, Aurora e Emma descobrirão que amar alguém pode ser muito mais complicado do que se apaixonar. Porque algumas pessoas aparecem para ficar. Outras nos ensinam a partir. E existem aquelas que mudam completamente o significado de voltar para casa.
O primeiro grande amor chega de maneiras inesperadas. Seja através de gestos inesperados ou atitudes impensadas; talvez, através de um convite repentino pra terem um encontro e a aceitação espontânea da outra parte.
O relacionamento já acabou, mas continua sendo ensaiado todos os dias. Um teatro póstumo, sustentado por gestos automáticos e um repertório infindável de pequenas violências.






