A vida após a morte

NilesBaise

A vida após a morte

Synopsis

A morte é o fim? Ou é apenas o começo? De certa maneira, todos temos visões diferentes, afinal, enquanto muitos temem, eu acabei me apaixonando pela morte.

Recommendations

0

Be the first to recommend this story to other readers!

Total: 160 words
01

Oneshot

160 words•~1 min

No characters registered for this story.

More like this

Anna Assaoui e Lucie Jurin cresceram juntas em um convento e orfanato, onde a mãe de Anna trabalhava. Lucie chegou ainda criança, sozinha e assustada, aparecendo misteriosamente na porta do orfanato. Sem saber nada sobre seu passado, Anna foi a primeira a acolhê-la e, desde então, tornou-se sua maior amiga e protetora. Anos depois, os traumas e os segredos do passado de Lucie começam a voltar à tona, colocando à prova a amizade das duas. Mas até onde Anna está disposta a ir para proteger alguém cujo passado pode ser muito mais sombrio do que imaginava?

Emma é uma assídua jogadora de Asgard Online, um MMORPG onde ela assume o papel de uma guerreira asgardiana. Prestes a alcançar o nível máximo com sua personagem, um raio cai muito perto de sua casa e causa uma anomalia elétrica, tirando sua vida e queimando seu PC. Ao despertar, Emma descobre que renasceu como uma moradora de Asgard Online, mas presa num nível tão baixo que qualquer ataque pode tirar sua vida. Pelo menos era o que ela achava até perceber que não era apenas um jogo e sim a sua nova realidade.

Isabela sempre teve tudo o que queria, na hora que queria. Todos sabiam disso. Sua mãe, Renne, a criou assim. Sempre ausente, dividida entre o trabalho e o namorado da vez, livre demais e irresponsável demais para impor limites. Para compensar, dava tudo em forma material. Roupas caras, sapatos caros, viagens para onde quisesse. Contanto que não a incomodasse, Isabela podia fazer o que quisesse. Isso a transformou em uma menina mimada e egoísta. Até Renne conhecer Phil Dwyer. Phil era o oposto. Um homem reservado, que construiu tudo o que tinha com o que ele mesmo chamava de "sangue e suor". Para ele, era inaceitável uma adolescente de dezessete anos ser criada sem rédeas, tendo tudo de mão beijada sem nunca precisar batalhar. Foi com esse pensamento que ele convenceu Renne. Era hora de consertar o estrago.

Vêri e Tomás se conheceram ainda jovens. Ela um botão de rosa e ele, um homem em busca de redenção. Um dia, em um karaokê qualquer, os dois dividiram o palco. Ela era alegria e ritmo, enquanto o homem era rigidez e vergonha. Vêri o tirou para dançar e Tomás a quis conduzir por uma vida inteira. Entre as linhas miúdas moram os grandes poetas. É necessário paixão para achá-los ali. É vital ter amor para compreendê-los.