The Thirteenth Hour
The Thirteenth Hour
Chapter 13 min read

0:00h - Prólogo

O ser humano foi taxado de a criatura que apenas tem a inteligência contra as vantagens de agilidade ou força dos outros animais, menores ou maiores. Essa espécie curiosa possui apenas um cérebro grande e uma massa óssea considerável no crânio para suportar o órgão. Quem apostaria nos humanos?

Bem, essa raça cabeçuda e nerd conquistou o mundo, desenvolveu povoados que chama de países e, em menor escala, cidades ou regiões ou bairros e por ai vai. “Domou” os outros animais e conseguiu acabar com grandes sistemas ecológicos e paisagens naturais.

Blah, blah, blah.

Ok, a raça humana conseguiu um monte de merda. Todos nós já entendemos. Isso não tem graça, caso contrário, você, leitor (a), estaria sentado em uma sala de aula ou ouvindo uma palestra sobre história e ecologia.

Muito bem, o interessante, curioso e, ouso dizer, ridículo ou inútil dessa raça é a capacidade de prejudicar os semelhantes. A tendência que o ser humano possui para sucumbir à ganância, vingança, ódio e todo esse tipo de sentimento ou tentação é, digamos assim, maior do que o normal.

Os humanos conseguem encontrar, em seus mundinhos particulares, motivos para matarem e traírem e provocarem longas conversas que nunca levam a nada, uma morte ocasional, talvez, mas nada que realmente resolva o problema.

Podemos encontrar muita diversão observando as longas novelas e dramas que, no caso dessa história, um simples engano de uma mente distraída pode causar. Um pedaço de papel, ou vários fragmentos de madeira colados juntos, que três pessoas não foram capazes de encontrar gerou um efeito dominó bem interessante.

E, sim! Acabamos com toda a enrolação do prólogo e chegamos na parte legal. Ah, isso é claro, se escolherem seguir o link que traz em letras bem legíveis “Próximo Capítulo”.