The Last Letter
The Last Letter
Chapitre 14 min de lecture

Ps. Adeus

Lá estava ela. Sentada na sua mes fazendo lição. Mando ou não mando? Se eu mandar, o máximo que ela pode dizer é não. Seu eu não madar. ela nunca saberá.


Com isso, peguei o envelope de sulfite que fiz. Nele, uma mensagem clichê :" De: Mim/ Para: você.". Deveria rasgá-la agora, mas eu não podia. Como deculpa para levantar, quebrei a pota do lápis e o fui apontar. Na volta, joguei encima de sua mesa. Elas o olhou curiosa, e o abriu. Me sentei nervoso. Nela, dizia: "Quer ir ao baile comigo? l l Sim. l l Não.".


Ela olhou para trás. Depois, rabiscou algo. Veio até mim e devolveu o envelope. O abri ás pressas, e estava assim: " Quer ir ao baile comigo? l l Sim. l l Não. X COM CERTEZA!"


...


Ela já saiu com você! Não precisa mandar esta! Fique feliz e se contente!


Mas mesmo assim eu escrevi uma nova carta, e estava no baile com ela. Iria mandar de qualquer jeito! Nele Estava escrito: "Quer ser minha? ". O envelope igual ao anterior. Chamei ela pra dançar. Era uma dança lenta e romântica. Lhe entreguei o envelope. Ela leu. Mas esqueci que não a havia dado a caneta, mas m,esmo assim, ela me olhou e sussurrou no meu ouvido:


-Para sempre!


...


Vai dar certo! Das outras vezes funcionou. Por quê não?


Era um piquenique. O clima estava seco, mas não estava quente. Soprava um brisa suave. Já estava na hora. O envelope estava preparado. O coloquei dentro do seu sanduíche favorito. Na primeira mordida, ela notou algo. Esperei enquanto ela lentamente agia. "No envelope dezia "Quer casar comigo?".


Ela leu. Parecia nervosa, e eu atraí a mesma sensação. Por que fui fazer isso?


-Sim.- ela soltou, e pulou em cima de mim.


...


-Agenta firme, querida. Vai dar tudo certo!


Eu freneticamente segurava sua mão. Não sabia se ela escutou. Ela estava inconciente. O médico pediu que eu aguardasse na recepção. Foi uma tortura o fazer. Mas esperei.


Esperei minutos.


Horas.


Não sabia exatamente quando tempo se passou. Minutos ou milênios, mas médico veio. E com o seu humilde "Meus pêsames", eu entendi. Comecei a chorar. Pessoas passavam e me olhavam, talvez compreendendo o ocorrido, mas por mim, elas que se danassem. A alegria da minha vida foi tirada. Foi como se houvessem tirado as cores do arco-íris, o açúcar do sorvete. Minha bela Rose. Porque você partiu?


O médico disse que eu podia vê-la, enquanto ele preparava o atestado de óbito. Abri a porta. Seu corpo que outrora era cor de jumbo, agora estava branco como a neve que caía do Monte Everest.


Embaixo de sua mão, havia um papel. O peguei. Nele, escrito de caneta azul, estavam as palavras "De: Você. Para: Mim." Abri a carta. E chorei quando terminei de ler. Mas me confortei, pois sabia que, onde quer que ela estivesse, ela teria um pouco de mim, e eu teria um pouco dela. Para sempre.



Querido John


Lembra de quando nos conhecemos? Foi na escola, há 40 anos atrás. Você era tímido. Só na oitava série foi capaz de me mandar aquela carta. Você se lembra? Me pedindo para ir ao baile, veja só! E eu aceitei.


Lmbra da segunda carta? Aquela, durante o baile? Você pediu para eu ser sua, e eu aceitei.


Lembra daquele piquenique dez anos depois? Dentro do meu sanduíche de peito de frango com maionese veio a terceira. Você pediu para casar comigo. Admito que fiquei um pouco nervosa, mas eu lembrei quer era você. E aceitei.


Quero que você saiba que tosas essas minhas decisões foram verdadeiras. Não me arrependo de nenhuma até hoje!


Você marcou minha vida, Jonh. Quero agradecer por ter feito parte dessa aventura que foia vida. Muito obrigado pela aventura. Agora, parta para a próxima. Vá criar as suas próprias aventuras.


Rose


P.s: Adeus.

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