Amanhecia.

E ele sempre, com seu jeitinho meigo, havia se levantado antes do amado. O sono havia lhe dado esse presente bom de acordar antes, sentir fome e resolver preparar tudo para ele.

O amado, sentado sobre a cama depois de desperto de um longo noite de amor com seu loiro doce, procurava em volta.

E nada.

Até que a porta se abriu e os cabelos longos e loiros não puderam mais lhe enganar. Talvez fetiche, mas ele usava novamente sua camisa azulada sobre o corpo despido, que cobria tão somente sua roupa íntima.

- Bom dia, Kitsune...

Ah, como era bom sentir o cheiro dele impregnado naquela camisa e usá-la, apenas para surpreendê-lo...

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