Lovely?
Lovely?

Lovely?

Synopsis

Every night before bed, Harry found himself thinking about those gray eyes that seemed to see his soul. He was also thinking of the platinum-blond strands that flowed silky down to the ears of that angel-looking demon. That boy who had penetrated the thought of Harry Potter carried a unique and striking name: Draco Malfoy.
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“Nunca imites ninguém. Que a tua produção seja como um novo fenómeno da natureza.” - Leonardo Da Vinci. Não há prazer maior do que aquele, a...

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Capítulo Único: O Garoto dos Sonhos

1,145 mots•~6 min

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Tea

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O Filho do Mar e o Menino-Que-Sobreviveu

Harry Potter deveria ter crescido sozinho. Em vez disso, cresceu ao lado de Percy Jackson. Criados por Sally Jackson em Manhattan, os dois sempre souberam que eram irmãos muito antes de descobrirem que o mundo tinha outros nomes para eles. Aos onze anos, Hogwarts revela o primeiro segredo: ambos são bruxos. Harry vai para a Grifinória. Percy, para a Sonserina. Mas Percy guarda uma herança que nem a magia consegue explicar. Enquanto Voldemort retorna para terminar o que começou na noite em que matou os pais de Harry, antigos deuses despertam, monstros voltam a caminhar pelo mundo e Cronos prepara sua própria guerra contra o Olimpo. Duas profecias. Duas guerras. Dois irmãos que se recusam a deixar que o destino decida quem eles devem ser. Entre Hogwarts e o Acampamento Meio-Sangue, Harry e Percy descobrirão que algumas batalhas precisam ser enfrentadas juntos. Outras, sozinhos. E que antes de serem heróis, escolhidos ou peças de uma profecia, eles já eram algo muito mais importante: Família.

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Aos dezessete anos, ela já conhecia Hogwarts bem demais. Conhecia os corredores, as escadas que mudavam de lugar, os professores, os boatos e os nomes que pareciam estar sempre no centro de tudo. Harry Potter. Draco Malfoy. Hermione Granger. Ronald Weasley. Pessoas cujas escolhas viravam histórias, conflitos e rumores antes mesmo do fim do dia. Ela também estava lá. Às vezes, na mesa ao lado. No fundo de uma sala de aula. Cruzando um corredor enquanto alguma coisa importante acontecia. Fazendo parte de conversas que nunca seriam lembradas e de momentos que pertenciam, aparentemente, à história de outras pessoas. Era fácil ser figurante quando todos ao redor pareciam ter papéis tão bem definidos. Até deixar de ser. Talvez seu nome nunca tenha sido aquele que todos repetiam pelos corredores. Mas esta não é a história deles. Esta é a história da bruxa que sempre esteve no fundo da cena, até perceber que nunca precisou de um roteiro para se tornar protagonista. Esta é a história de Sarah Griller.