Katherine's Short Life
Katherine's Short Life
Chapter 13 min read

A vida é só uma, nunca reclame dela

Quando acordei hoje, senti uma tontura, e no café, eu não estava com fome. Devo estar doente. Enfim, chegou a hora de ir para o colégio, o famoso Elite Way. Estou no segundo ano, minha melhor amiga,Geórgia Petrova, está no primeiro.

Geralmente nas segundas eu sento em uma carteira especifica, mas hoje foi diferente, por que tinha um garoto muito lindo, no meu luhar. Fui até ele, que ao me ver, se apresentou como Miguel Campbell.

- Meu nome é Katherine Steele, licença?

- Claro, desculpe-me.

-Sim.

No almoço comentei de Miguel para Geórgia. As horas foram passando até que já em casa, resolvi ligar para meu médico, Dr. Travis. Ele me marcou uma consulta naquele mesmo dia.

-Obrigada! — eu disse no telefone

Fiz todos os exames que me foram pedidos. Após Travis receber os resultados, me disse:

- Bem Kath, vou ser direto, você tem uma doença chamada leucemia, grave, mas tratando-a ela pode diminuir.

- Meu Deus — eu comecei a chorar

Em casa denovo, eu dormi, pois não queria mais pensar em nada. No dia seguinte, Miguel me chamou para sair. Ele era filho do Dr. Travis. Miguel me disse para ficar calma.

Eu iria abrir a boca para protestar, quando ele me beijou, e nesse beijo eu descobri que ele era de certo modo, a ultima gota d'água do meu deserto. Era amor?

Pouco tempo depois Georgia descobriu sobre a doença, ela se apavorou e queria ajudar, eu disse que não, pois confiava em Miguel.7 meses após o tratamento ter começado, eu acabei piorando, fiquei durante 4 meses no hospital. Quando sai, eu já namorava com Miguel, e morava com ele também. Algum tempinho depois ele me pediu em casamento, e é claro que eu aceitei. 3 anos e o tratamento já não funcionava mais para mim, era como se o tratamento piorasse, então eu parei. O casamento estava pronto, só faltava dizer sim, dali 4 dias. No altas, depois do falatório do padre e de nossos SIM, fomos para nossa nova casa, ela era muito linda.

E então eu piorei denovo, e voltei para o hospital. Mas não tinha o que fazer, eu sabia, a doença estava dizendo que eu estava mais próxima da morte a cada vez que eu enchia o pulmão de ar. Os médicos tinham alertado Miguel sobre eu poder morrer naquele dia.

-Miguel, eu te amo, obrigado por tudo — eu sorri, agradecendo, por toda vida que ele dedicou durante quase 5 anos, ele havia largado tudo por mim. Ele era um guerreiro.

Então meu corpo começou a bater na maca. Miguel chamou os médicos. Então eu apaguei, meus orgãos, pararam. Só lembro de Miguel dizer que me amava. E então começou a doer tudo que eu ainda podia sentir.Posso dizer claramente que a morte não estava do meu lado, e sim sentada numa poltrona, rindo.

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