I call you
Camila JessicaI call you
Camila JessicaI call you
Some men don't know the power of that phrase in a woman's life...
Synopsis
Écrit par
Voir le profilRecommandations
0Soyez le premier à recommander cette histoire aux autres lecteurs !
Capítulo 1
Personnages du Fandom
8Saint Seiya belongs to Uncle Kurumada, although Death Mask is still tied to the foot of the bed at home...8D
Statistiques de l'histoire
Fiche technique & mises à jour
Première publication
1 de outubro de 2009
Dernière mise à jour
1 de outubro de 2009
Statut éditorial
Terminée
Langue
Português (Brasil)
Collections de lecteurs présentant cette histoire :
I fell in love with the wrong person
TP•5 198 mots•Harry Potter•Comédie•Romance
Casablanca Memories
TP•3 194 mots•Sailor Moon•Romance
I hate monday
TP•1 672 mots•Harry Potter•Comédie•Romance
Happy ending?
TP•3 614 mots•Avatar: The Last Airbender•Drame
while she slept
TP•1 398 mots•Cavaleiros do Zodíaco•Drame•Romance
Dans le même genre
“My father always forbade her to go on long walks, or even to travel long distances, because he feared that one person might die of anguish over it: ME.”
"On the eve of the German invasion, a young woman is forced by her family to marry a soldier". Camus x OC
Em pleno feriado de 12 de outubro, Hyoga só queria dormir até tarde e aproveitar o calor de Shun. Mas a calmaria do apartamento de poucos metros quadrados dura pouco: a bolsa de Shunrei estoura e Shiryu deixa o pequeno Ryuho sob a tutela do casal por vinte e quatro horas.
Hyoga vai se casar com Freya. Contudo, antes precisa passar por um tradicional ritual em que oferece uma caça à noiva na frente dos nobres de Asgard.
Flu-Flu adorava um vira-lata. E, pelo visto, o Shun também. Bastou a poodle se apaixonar pelo Cerveja para o Shun conhecer o Hyoga, o dono maloqueiro, e descobrir que seu gosto para homens era tão duvidoso quanto o da própria cachorra.
Por que será que a grama do vizinho sempre parece mais verde? Ou, no bom linguajar do sertão: por que será que a manga do pé alheio sempre parece mais corada e docinha? A resposta é simples: mulher dos outros é igual manga no quintal vizinho. A gente só acha bonita porque não precisa juntar as folhas que ela derruba, nem varrer o terreiro depois que o vento passa. Para Hyoga, cobiçar a cerca alheia nunca fez sentido. Ele já tinha sua própria beldade esperando em casa. Um xodó que valia mais que chuva de janeiro caindo no sertão, mais que um açude sangrando depois de anos de seca. Porque, no fim das contas, flor bonita não é a que floresce no jardim do vizinho... é a que a gente rega com carinho todos os dias.




