“Bate uma pra mim, querida”, disse o cliente, exibindo um sorriso malicioso.
Giulia devolveu com um olhar severo de julgamento, sem esconder o incômodo com a piadinha de mal gosto. O homem se sentou sem desviar o olhar.
Jill sentiu a irritação subir pelo seu peito, como um vulcão entrando em erupção. Misturou os ingredientes e agitou o copo.
Pousou o copo e serviu a bebida numa taça.
“Valeu. Agora me dá um sorrisinho, fofa”, provocou ele.
Jill pressionou o pingente votivo, um gesto que a lembrava da promessa de não tolerar atitudes grosseiras.
Foi à gerência e pediu demissão.


