



they go
If Athena weren't a word present in this world (if her name had never been invented), who would miss her? In a first version of the myth of his birth, Zeus proposed to Métis that she transform herself into a fly and then swallow it. Only then would she get rid of a prophecy that predicted her own end. In this short story, he manages to kill Métis, but not his little daughter. She leaves, however, before they even know of her birth, and grows up and lives far away from everyone without knowing them either. A yellow cloth blurs Poseidon's vision. Poseidon&Athena
Sinopsis
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Ver perfilescrevo sobre poseidon e atena em primeiro lugar, mas, de verdade, esse perfil é inteirinho dedicado à afrodite. um brinde à deusa grega do...
Recomendaciones
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Clarisse Hugh
@
“Escrevi no meu review que essa história, pra mim, tem os mesmos acordes de João e Maria, do Chico Buarque, e isso é verdade em uma infinidade de sentidos. É no brincar da referência ao conto de fadas, como se as memórias de algo nunca vivido fossem as migalhas-pão de possibilidade que o destino plantou na mente de Poseidon. É no reverberar dos versos que começam com um "Não, não fuja não" e terminam com "Vem, me dê a mão / A gente agora já não tinha medo / No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido" porque se eles representam o imortal, o que isso diz de nós, seres humanos? Como é ter nascido antes do tempo da maldade, sendo que o deus dos mares é herdeiro justamente do titã que devorava os próprios filhos, descendente do Tempo em si? A música me vem mais uma vez na melodia suave e melancólica na mais doce das formas e no poderoso encerramento "Pois você sumiu no mundo sem me avisar / E agora eu era um louco a perguntar / O que é que a vida vai fazer de mim?". Não posso dizer muito sobre a grandiosidade das palavras da Lígia em "vão" sem entregar detalhes de seu final, mas posso dizer sim que essa história é toda um cafuné. É repousar a cabeça num colo querido e deixar o sono lhe tomar devagarinho, te transportando para uma terra de sonhos. É uma metáfora linda e uma realidade pura. Uma leitura imperdível...”





