Sai da faculdade em 2093 e fui tentar a vida na área espacial, que estava em crescimento rápido devido as colônias na Lua e em Marte e viagens para luas de Júpiter e Saturno. Fui contratado pela NASA para ajudar no desenvolvimento dos motores de antimatéria, que viriam a ser muito utilizados, devido a sua eficiência. Também trabalhei nos veículos de levitação magnética, que ficam ligados ao campo magnético terrestre. Mas o que eu queria era desenvolver as naves propriamente ditas, e não apenas partes delas.
Foi quando um bilionário entrou em contato. Era o dono de uma nave de passageiros chamada Prometheus. Segundo seu dono, que se chamava Padilla, ela estava parada a quase 50 anos, e queria que eu coordenasse uma equipe para reformá-la e modernizá-la além de a transformar numa nave de exploração, sendo que todos os custos seriam bancados por ele. Vi aí a chance que queria, e no dia seguinte peguei o trem para San Francisco, onde estava a Prometheus.
Fui recebido por Padilla na estação. Ele era um homem de aproximadamente 70 anos, tinha desenvolvido o sistema de repulsão e içamentos magnéticos para a órbita baixa da Terra, trabalhou na equipe que aprisionou a antimatéria e manipulou o tempo em laboratório, produzindo leves flutuações no relógio. Ele me levou para sua casa, onde eu ficaria hospedado. Após o almoço e uma conversa sobre o que estava por vir, fomos para o espaço-porto de San Francisco.
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