Fora da cidade. A Hyuuga tem noção de que a família e a amiga já estejam sentindo a falta dela. Ela não voltará atrás. Ela interrompe a correria quando quer saber se ônibus já saiu. “Um acabou de sair há vinte minutos.” É a resposta que ela recebe. “Merda! O próximo demorará quase uma hora para passar de novo.” É o que ela pensa. Não quer correr o risco de ser encontrada pela família. Ela decide disparar correndo pela estrada deserta. Os pulmões ardem. Respirar se torna difícil. Ela para novamente para se livrar dos calçados. Sem se importar os joga para o mato. O suor faz a pele do rosto e do colo brilhar. A corrida vai reduzindo de velocidade se tornando uma andada apressada. A azulada não se importa com a exaustão do corpo, a transpiração excessiva das axilas e o fedor exalado delas. A Hyuuga é movida pela determinação. Ela avista a parada de ônibus do balneário. Há um carro estacionado do outro lado da estrada. Com a frente voltada para a direção de Konoha. Na parada, a perolada apoia as mãos no assento. Os perolados lacrimejando. Há duas pessoas esperando o ônibus. Uma delas é um senhor que lia um jornal, mas ele fecha a folha de jornal e se preocupa com a situação da azulada. “Precisa de ajuda? Senhorita?”.
— Não. Obrigada. — Ela sorrir entre os arfares:
— só estou cansada. Preciso ir.
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