



The No-Name Diary
She doesn't have a name She doesn't have a home She doesn't feel sad about it She doesn't see herself alone with it Is it? (One-shot")
Sinopsis
Escrito por
Ver perfilOk, eu sou a Yuukinha Knight (meu nome não vou revelar). Bem, eu tenho 12 anos, sou uma menina nada comum. Eu faço mangá...
Recomendaciones
0¡Sé el primero en recomendar esta historia a otros lectores!
OneShot - O diário da Sem-nome
Ningún personaje registrado en esta historia.
This is My fourth One-shot, and it belongs to me only. Don't plagiarize It's just a text for non-profit fun Please don't be ghost readers and leave an opinion.
Estadísticas de la historia
Ficha técnica y actualizaciones
Primera publicación
17 de maio de 2013
Última actualización
17 de maio de 2013
Estado editorial
Completada
Idioma
Português (Brasil)
Colecciones de lectores que incluyen esta historia:
unfair love
+16•6508 palabras•Vampire Knight•Romance
Dangerous Girl 2
+16•1332 palabras•Histórias originais•Romance
Letters to God
+14•2668 palabras•Cartas para Deus•Romance
Dangerous Girl
+16•28.225 palabras•Histórias originais•Romance•Suspenso•Terror•Tragedia•Songfic•Shounen-ai•Shoujo-ai
I Hate You! But... I Love You Too
+14•400 palabras•Histórias originais•Romance
Más como esta
"Foots were heard sinking into the snow. Blood, Drack, Jared, Hunter and Jacob were there, looking at each other again, gathered. The situation was critical. Drack and Blood held hands. - Phantaville continued. < br /> - I thought Greenever and the least ten were dead. - Yeah, but it wasn't just them working on it."
One-shot "- I hate you! You annoying! - I hate you! You short-tempered! - But.. I... I love you too... - I know."
Ele se lembra de tudo. Da mãe, dos dias com Clara, das coisas que disse e das que deixou passar. Mas lembrar já não parece suficiente. Entre objetos guardados e uma carta inesperada, ele procura algo que ainda seja capaz de fazer diferença.
Corações em busca de harmonia fomentam dentro de si uma perpétua dissonância. Ela faz tinta com a terra seca do quintal; ele dá nome a tudo o que se bebe e jura que água e vinho, juntos, são uma mistura intragável. Anos depois da tarde em que a chuva não veio, a mesma tempestade alcança os dois em lugares diferentes. Talvez seja tarde para voltar. Talvez nunca tenha sido sobre vinho.
Cresci sendo muito fã da trilogia A Seleção da Kiera Cass, e esse meu livro de contos, (coletâneas ou o que quer que você chame) foi inspirado por Felizes Para Sempre. A execução vai ser diferente porque eu não tenho a criatividade e a maestria da Kiera. Mas vou me esforçar. É isso. Um beijo a todos os (cinco) costarenhos de carteirinha que gostam das loucuras que eu escrevo e que escolheram me acompanhar. Esse livro (por enquanto não lançado oficialmente) é um presente pra vocês que ficaram com um gostinho (esquisitíssimo) de quero mais depois de ler Anything But Ordinary.
Aurora tinha vinte e sete anos, uma carreira em construção, cinco melhores amigas espalhadas pelo mundo e uma habilidade impressionante para fingir que sabia exatamente o que estava fazendo da própria vida. Brasileira e arquiteta, vivia em Roma entre projetos internacionais, apartamentos alugados, saudades do Brasil e a constante dúvida sobre qual seria seu próximo destino. Emma, por outro lado, tinha uma vida estável na Itália e nenhuma intenção de complicá-la. Até que, numa quinta-feira de outubro, encontrou uma cadeira vazia ao lado de uma brasileira que parecia incapaz de levar qualquer coisa muito a sério. Uma pergunta sobre zebras. Dois spritz. Algumas provocações. E uma história que nenhuma das duas estava procurando. Entre ruas italianas, aeroportos, amizades de infância, famílias separadas por oceanos e escolhas que nem sempre têm respostas certas, Aurora e Emma descobrirão que amar alguém pode ser muito mais complicado do que se apaixonar. Porque algumas pessoas aparecem para ficar. Outras nos ensinam a partir. E existem aquelas que mudam completamente o significado de voltar para casa.





