Era uma noite de primavera e uma menina chegava em casa chorando, prontamente seu pai chega ao seu lado para saber o motivo de tais prantos. A menina comenta ao seu pai que hoje novamente zombaram dela, e disseram o como ela é fraca e que nunca conseguiria seguir com a tradição da família.

Seu pai tentara a confortar, no entanto ela estava irredutível e saiu dos braços do pai para chorar em seu travisseiro. A manhã do dia seguinte começou chuvosa uma triste chuva caia sobre aquela área, a menina olhava para janela sonhando com uma dia se tornar mais forte e corajosa e conseguir obter o título de Inukami Tsukai. O nome desse menina é Charlotte Hoshimura, seu pai um oriental e sua mãe uma ocidental. Durante um certo período da sua vida ela fora criada com muito amor e carinho por sua mãe no entanto ela obteve um emprego que a impossibilitava de cuidar de Charlotte, e a partir desse momento ela começou a conviver com o seu pai.

Ela na época tinha 7 anos quando descobriu a sua capacidade de lidar com o sobrenatural...cFlashbackd

Nevava nas montanhas e fazia muito frio os familiares estavam reunidos na casa de Charlotte para conversar algo muito importante. Charlotte não entendia uma palavra do que aqueles senhores diziam, para ela era como se falassem em outra língua.

Charlotte: Otou-san! Otou-san! Vou aqui no jardim de casa!

E assim ela foi, a neve descia delicadamente até o chão e o frio era suportável. Ali ela ficou a brincar durante algumas horas que pareceram minutos, até que ao longe algo reluz. Algo bem distante da propriedade no entanto aquilo chama muito a sua atenção então ela caminha até foco do brilho. Ao se aproximar melhor ela pode ver que havia duas pessoas e elas estavam na cachoeira e pareciam lutar, “O que eles estão fazendo?”, perguntou-se ela fazia frio e a água deveria estar um gelo como eles conseguiam.

Ela ficou ali a ver aquelas duas figuras masculinas, lutando arduamente e com o tempo ela pode ir notando alguns aspectos como um era nitidamente mais velho que o outro no entanto o mais novo parecia ser muito mais forte ou é só impressão. Ambos são fortes de pele morena e cabelos longos e negros, por todo o torax podia-se ver diversas cicatrizes e de vários tamanhos. O que mais impressionou Charlotte foi o fato do garoto mais novo ter uma enorme cicatriz em forma de sol nas costas. Ela ficou assistindo aqueles dois e quando foi reparar na hora já estava tarde para voltar, seu pai disse que ela nunca deveria estar fora dos muros da residência depois do entardecer pois se tornava muito perigoso, em desespero ela saiu correndo o mais rápido que pode para voltar para casa.

Com medo de ser reprendida por seu pai ela foi para o seu quarto e ficou, pensando quem seriam aqueles dois loucos que lutavam numa cachoeira e ainda por cima no inverno.

Otou-san: O que foi minha filha? Você está muito quieta hoje, normalmente você sempre vem falando do que viu e conseguiu aprender num único dia.

Charlotte: Você não vai brigar comigo?

Otou-san: E por que eu brigaria?

Charlotte: É que, hoje... eu fui ver uma coisa... que estava perto da cachoeira...então...tinha pessoas lá! E elas lutavam!!

Otou-san: Hahahahahaha, que coisa! Como pode pessoas lutando nesse inverno numa cachoeira, eles são loucos!

Charlotte: É também pensei nisso, haviam duas pessoas um mais velho que o outro mas eles se pareciam bastante ou eram irmãos ou pai e filho.

Otou-san: Como eles eram? Alguma singularidade?

Charlotte: Somente no mais novo, ele tinha uma enorme cicatriz nas costas em forma de sol. Fico pensando se doeu muito.

Otou-san: Com certeza deve ter doído bastante – parecia muito sério quando proferiu essas palavras – no entanto me prometa uma coisa, você nunca mais vai voltar a essa cachoeira sozinha, sabe-se o que pode acontecer. Entendeu?

Charlotte: Ce-Certo!

Otou-san: Bem, vamos. O jantar a essa hora já deve estar pronto.

Ela sabia mesmo que seu pai não tenha lhe reprendido, que fez algo errado entretanto ela gostaria de saber o por que de trás de toda aquela luta e repetidos dias ela ia vê-los lutando e lutando. O tempo passou e a neve terminou e como tempo os dois sumiramda cachoeira e ela ficou muito triste por nem ao menos ter iniciado uma conversa com aqueles dois estranhos. Alguns dias haviam se passado desde a última vez que ela havia ido a cachoeira, então num dia de calor ela avisou ao seu pai que iria se banhar lá, seu protamente deixou porém deixou-a sobre aviso que voltasse antes do anoitecer.

Finalmente no lugar onde aqueles dois lutaram o inverno inteiro ela pode ver que algumas pedras haviam arranhões como se fossem garras e bem fundas e algumas com espessura de uma espada “Eles ficavam aqui, depois de anoitecer!? Não! É perigoso, meu pai disse!” pensava ela tentando imaginar o que poderia ter feito tamanhas “cicatrizes” em rochas. Ela ficou imaginando por um tempo, mas final acabou desistindo e indo banhar-se na cachoiera, com o tempo quente e a temperatura da água tão agradável ela pensou “Não faz mal se eu tirar um cochilo, até por que minha casa é logo ali. Hehehe.”.

Entretanto seu sono fora mais longo que o esperado o sol já havia sumido e uma enorme lua cheia podia ser vista no céu muito assustada ela procurou por suas roupas,entretanto o clima mudara bruscamente e o vento as levou. Assustado e com muito medo ela correu, todavia ela sentia como se alguém a espreitasse, então saltando da escuridão da floresta alguém com uma armadura negra e uma enorme espada também negra, nas suas bordas podia-se ver um líquido vermelho escorrendo.

Charlotte: Q-Q-Q-Quem é você? “Aquilo na espada é sangue?” – ela tremia de medo e frio.

????: EU sou aquele que me alimentatarei da sua carne!!!! MWAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

O estranho homem levanta a sua cabeça e vê que o homem ali era um esqueleto nas suas orbitas havia pequenas chamas que creptavam e fazia um terror tremendo sobre ela.

????: Vamos fuja de pavor, tema pela sua vida, pois uma abate sem o prazer de ver sua presa padecendo pelo seu medo nunca havera de ser um abate. MWHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Ela mal coseguia se mover suas pernas não respondiam, seus braços não respondiam, muito menos a sua voz “Era isso que você queria dizer com perigoso Otou-san. Desculpe por desrespeita-lo, agora a morte me aguarda? Será? Ou serei que nem essa criatura?”. Ela se perdera em pensamentos, até que por um golpe do destino uma das frutas se soltaram e o seu choque de pavor momentâneo passou e ela pode correr e correr novamente voltando a cachoeira.

????: Hahaha, irá correr para onde minha presa, ou diria meu jantar? MWHAHAHAHAHAHAHAHA

A criatura pulara contra ela com a gigantesca espada em punho pronto para findar com sua vida.

????: Você está bem jovem Himura?

????: Quem ousa roubar a minha presa?

Kael: Kael Krumancher, e você ira pagar por tentar roubar a vida da jovem Himura! Otou-san!

Malvolo: Prazer em finalmente conhêce-la, meu filho vinha sentindo a sua presença a um bom tempo, não podia jurar o quão bela você é! ^.^

Dois enormes lobos bípedes estavam diante dela um deles segurava a enorme espada com as garras e o outro ajudava Charlotte, ambos usavam armaduras especias feita sob medida para cada um deles.

Malvolo: Senhorita, aguarde aqui vamos acabar com esse aqui e escoltaremos até a sua casa.

Kael: Otou-san, eu posso acabar com esse aqui.

Malvolo: Você tem certeza, que pode vencê-lo. É um cavaleiro da morte, nunca enfretara nada tão forte antes.

Kael: Tenho certeza que eu a Hansui estamos preparado para esse desafio. – dizia enquanto colocava a mão no cabo da espada.

Malvolo: Tudo bem.

O cavaleiro ficou a olhar aquilo e do nada ele deu mais uma macabra risada, e disse algo como quanto mais carne melhor mas antes que ele pudesse terminar a frase Kael puxou a gigantesca espada para o seu corpo fazendo o cavaleiro desiquilibrar, nesse embalo num incrível lai(técnica samurai que consiste desembainhar a katana com grande velocidade e precisão) cortou horizontalmente o cavaleiro, com uma impressionte força.

Malvolo: Não se impressione, ele ainda vai levantar.

Kael: Eu sei disso, ele ainda não virou pó.

Como previsto ele se ergueu, novamente com a espada em mãos e vinha preparado para dar o seu melhor, o fator peso parecia não ser algo relevante nessa batalha entretanto a velocidade que Kael punha em combate era mais do que o suficiente para não ser atingido, e num dos ataques ele se aproveitou e se espreitou para dentro da defesa do cavaleiro nesse momento ele dera um corte cruzado no torax de seu inimigo que deslizou somente alguns metros e começou a gargalhar.

Malvolo: KAEL!!!

Ficando a espada no chão o cavaleiro, fez uma base e de sua mão esquerda saiu uma enorme bola de fogo jogando contra as paredes da cascata, o fogo fora tão intenso que interrompera por alguns segundos o fluxo de água. Mas o combate não havia se findado, por de trás da água podia-se ver olhos vermelhos sangue e como uma besta ele salta contra o cavaleiro que levanta uma enorme barrreira de gelo cessando seu ataque, mas não por muito tempo, com uma lufada de vento Kael estilhaça a barreira.

Kael: Agora eu sei, agora eu tenho uma idéia de quem possa ter me ferido dessa forma e matado a minha Oka-san. Eu irei fazê-lo sentir dor mesmo que sua carne não mais exista.

O cavaleiro parece ter aceitado o desafio pois retira a sua espada do chão e fora contra Kael ambos em uma investida, no entanto Kael levara a pior pois no último instante ele trocara a espada e a fizera numa especie de escudo fazendo com ele se chocasse violentamete, voando mais uma vez.

Malvolo: Você não está preparado o suficiente, você ainda está fraco, não a nada que possa fazer sai dai agora...

Kael: Desculpe-me Otou-san, mas como você já disse uma centenas de vezes eu sou igual a minha mãe. E não há nada que ira me tirar daqui. Hei, cavaleiro! É esse o seu melhor! Já vi arakocras lutarem melhor que você, e nem adianta me madar essa aura de medo, pois também sei ser medonho.

Então a lua parecia estar se tingindo lentamente.... de vermelho. Ao olhar aquilo Charlotte ficara horrizada e deixara de olhar tudo o que ocorrera, ela só pode escutar alguns sons como o de carne sendo lacerada e ossos quebrando, quando ela voltou a ter coragem o suficente ela pode ver que o que se formava logo depois da cachoeira estava vermelho assim como lua. Andando lentamente ela fora ver o que aconteceu, o cavaleiro estava destroçado no entanto o malvolo estava com um semblante de quem nunca mais iria acordar. O lobos voltaram a forma humana então finalmente ela os reconheceu, era os dois loucos que haviam treinado o inverno inteiro.

Kael: Seu velho maldtio, cavaleiro maldito. Como pode usar de tal artifício, abdicar algo só pelo prazer da matança. Por isso meu pai chamava a vocês de criaturas imundas, ele não estava errado. Só espero que agora Otou-san e Oka-chan, possam ser mais felizes.

Charlotte: Seu... pai ele...

Kael: Morreu, para me proteger e sabe quais foram as últimas palavras dele “Você é muito turrão!”. Que porras é turrão?

Charlotte: Você está bem? – disse ela de supetão – Tem algum ferimento? Algo que eu possa fazer?

Kael: Você nessas atuais condições nada. Ah, vou cumprir com a última palavra do velho. Tenho que te levar para casa.

Charlotte: Mas seu pai...

Kael: Preste atenção.

O corpo de Malvolo começou a se desfazer deixando somente um canino dourado, um machado duplo de guerra e a sua armadura.

Kael: Esse é o nosso fim, não há sepultura para gente da nossa laia, agora devemos ir para sua casa me explique o caminho que eu a levo de volta.

Charlotte: Mas você....

Kael: Quantos anos você tem?

Charlotte: 7 anos.

Kael: Eu tenho 700 anos , não é o meu primeiro parente que vejo morrendo. Com tempo você acaba achando isso comum, mas que é triste é, isso eu não posso negar.

Charlotte: Queria ser forte como você.

Kael: Eu não sou forte, se eu fosse forte meu pai estaria me dando os parabéns e explicando os meus pontos fortes e pontos fracos do último combate. Eu sou tolerante. Há uma grande diferença. Agora eu não tenho tempo a perder esses cara não morrem tão facilmente logo ele vai se recompor. E ai estaremos perdidos pois uma vez como humano acho que não terei força novamente para virar lobo. Aonde você mora?

Charlotte: A uns 400 metros daqui.

Kael: Segure-se, talvez essa seja a viagem mais rápida que você vai fazer na sua vida.

Kael a coloca nas suas costas e com capa do cavaleiro faz uma trouxa para carregar as coisas de seu pai. E como ele havia prometido foi uma viagem muito rápida, Charlotte mal conseguiu abrir os olhos por causa do vento. Quando ela percebeu ela já estava no meio do pátio da sua. Com todos griatando em sinal.

Kael: Bem te deixei em casa, agora seja uma boa menina e chore bastante e esqueça de minha existência e de tudo que você viu hoje. Fui!

Charlotte: Eu não me apresentei...

Kael: Não precisa, você é filha dos Himura. Mais dia, menos dia você ira me cassar mesmo.

Charlotte: Mas por que você me salvou, perdeu um menbro da sua família...

Kael: O que eu falei, seja uma boa menina e CHORE!!!

Kael avançara já se metaformizando na besta sangrenta, Charlotte olhara nos olhos dele e por um instante ela viu o horror de guerras e holoucaustos, massacres de inocentes e mortes de amigos e familiares, sua infantil mente não aguentara e ela finalmente caira em prantos.

Kael: O choque fara você esquecer tudo, ou fara com que isso se torne inesquecível.... Yamashita Himura, quanto tempo que não nos vemos, deixando sua filha assim sozinha. Para mim, seria um baquete – dizia enquanto passava a língua nos dentes.

Yamashita: O que você fez há ela? Sua besta demôniaca! Como ousa entrar em meus domínios mostrando sua verdadeira forma deseja morrer!

Kael: Morrer? Jovem eu tenho 700 anos estou apenas começando, aguardarei com carinho o dia em que poderei me alimetar maravilhosamente de sua filha. Charlotte Himura!!

Yamashita: Ora seu...

Nessa hora mesmo chorando Charlotte segurou seu pai e Kael fugiu já se passaram 9 anos desde que ela sabe toda verdade sobre a sua família.cFlashback endd

Yamashita: Minha filha, não se preocupe. Você ira achar um inukami compatível a você.

Charlotte: No entano já estou atrasada um ano deveria ter me apresentado como uma dama e um Inukami Tsukai no meu aniversário de 15 anos. Será possível que ninguém quer trabalhar ao meu lado. – ela novamente começava a chorar – Agora eu estava lembrando das palavras de Kael, será que ele poderia...

Yamashita: Deixe aquele maldito lupino de lado, ele não pode ter feito nada até por que se ele aparecesse em território sagrado os outros acabariam atacando ele. E eu ainda não consigo acreditar naquilo que você me contou.

Charlotte: Ele é bom acredite em mim, ele é uma ótima pessoa ele pois sua própria vida perante a minha. Ele segurou a montante com as mãos. Aquele ano que se seguiu fora horrivel para mim.

Yamashita: Deixemos isso de lado e vamos almoçar você levantou muito tarde hoje.

Charlotte: Estou cansada.

Quando ambos desciam as escadas, ela deu uma última olhada pela janela e conseguiu enxergar o mesmo brilho de nove anos atrás.