Your Own Paths
Your Own Paths
Capítulo 113 min de lectura

Seus Caminhos decidem tudo

Em certo dia, eu e meus amigos saímos para comemorar a véspera do natal, mas tudo isso não foi uma idéia muito legal. E tudo isso foi por conta de uma aventura que será descrita agora.


Eu me chamo Mike Acker, tenho 16 anos, e saí para ver a imensa arvore de natal com meus amigos, mas tudo isso não passou de uma farsa, quando chegamos lá, nos encontramos, eu Josh Acker, meu irmão mais velho de 18 anos, Mary Loop, minha namorada e meu melhor amigo, James Loop, que veio só pra ver se eu ia fazer coisas com a irmã dele, mas não se preocupem essa estória não tem pornografia.


-Gente, eu não sei se nós podemos ficar aqui, olha ali, Mike, você sabe que eu não gosto de motoqueiros. – Falou Mary entrelaçando seus braços em meu peito.


-Calma, não vai acontecer nada, são só motoqueiros. – Falei eu, naquele momento em que um velhinho passou por mim.


Ele parecia muito com alguém que eu havia visto em uma foto de um livro que estava lendo na escola, puxa, eu não imaginava que ele fosse existir mesmo.


Mas tudo isso não me fazia mais sentido, se ele faz parte de um livro sobre templários, o qual ele morre no meio da estória, tudo isso não me faz sentido, não agora.


-Quem é ele? – Perguntou James olhando para Josh. – Algo me diz que isso não vai acabar bem Mike.


-Cala a boca, só está assustando sua irmã. – Respondi olhando-a.


-Cara, deixa de dengo – Falou Josh olhando pra uma turma com umas facas na mão, mas como eu sou prevenido, eu andava com uma antiga faca de sobrevivência, e um soco inglês.


Um deles veio pra cima de Josh, pena que ele estava desarmado, pena para o cara, ele tomaria uma surra menor, Josh é faixa vermelha em karatê e faixa preta em judô, ele deu alguns chutes na cara do garoto.


Até eu fiquei com pena do cara, ele apanhou pra valer, eu não bateria assim nem se ele roubasse meu dever de ciências.


E eu quase nunca faço a porcaria do dever de ciências, não porque é difícil, por preguiça mesmo, é muito chato procurar coisas de biologia no livro.


-Vamos logo sair daqui antes que a gangue nos alcance. – Falou Josh começando a correr.


-Tarde demais – Falou alguém ao meu lado, mas a questão é como ele me alcançou tão rápido. – Vamos, entreguem os objetos de valor.


-Não vou entregar nada de valor que tenho – Falei eu com teimosia.


-Garoto, você é um iniciante, vamos logo pra outro lugar. – Então nos levaram com muita força, eu nem vi se meus amigos estavam bem.


Mas ao contrario do que eu imaginava.


Estávamos no pólo norte, na fabrica de brinquedos do papai Noel, e bonecas começaram a nos cercar, como se fossemos um alvo, robôs nos cercaram, mas de costas, e começaram a dançar, os robôs dançavam um tipo de hip hop, e as bonecas um balé.


-Nossa, a coisa vai ficando cada vez mais tosca. – Falo eu.


-Que nada, isso ta é muito fofo – Fala minha namorada com os olhos brilhando.


-Quem concorda que isso está tosco? – Falo eu, logo após Josh e James levantaram aqueles braços fortes com timidez.


-Eu concordo – Falo eu, bom, eles vinham se aproximando de mim, saquei logo meu soco inglês.


Os robôs deixaram seus olhos negros e profundos girar e virarem totalmente vermelhos, as sapatilhas das bonecas tinham pontas de ferro, e os dedos dos robôs tinha armas.


-Fedeu – Fala James dando um pulo para trás e se abaixando perto de mim, uma das bonecas chegou.


Eu dei um baita pulo com apoio nas costas de James, meu pé voou no rosto da boneca, a cabeça dela foi à barriga de um robô e ela explodiu. Foi ai que eu percebi que o papai Noel tinha se zangado por todos os maiores terem esquecido ele, então ele reuniu vários capangas duendes e raptava os maiores e assassinava-os dentro dessa sala.


-Corram logo, eles vão vir nos matar. – Falei tarde de mais, eles estavam encantados de algum jeito, então dei um soco bem forte no rosto de cada um.


Eles acordaram, tivemos uma breve pausa antes de partimos pra pancadaria com eles, eu dei minha faca pra James.


Eu com meu soco inglês, James com a faca, Mary com suas técnicas de Kung Fu, e Josh Loop com seu Karatê. Corremos para cima, um dos robôs deu um ultra-soco em mim, doeu pra caramba, eu fiquei estendido lá no chão vendo todos apanharem.


-Puxa você tomou uma pancada muito forte não foi, bebezão – Falou Josh Loop antes de levar um chute na nuca e desmaiar.


-Noooooooooooooooooooooooooossa! – Falou Mary preocupada com o irmão.


Pensei “Corre Mary, corre salve sua vida”. Bom, isso só ficou em pensamento então juntei o resto das minhas forças e corri pra um furgão que tinha ali perto e apertei um botão dizendo “QUENTE” apenas saiu um raio de calor de derreteu os robôs.


-Velho, só tem nós dois contra um monte de bailarinas – Falou James. – A Mary também desmaiou.


-Ferrou – Falei eu começando a sentir a pressão e a adrenalina – Vamos correr.


Quando olhei pra trás a grande porta estava fechada, então começaram a se multiplicar e uma pessoa apareceu do nada e bateu em todas as bonecas com umas pistolas.


-Nossa, em puro natal, nós somos atacados por bonecos? – Falo eu sarcasticamente com um e com um sorriso estampado no rosto.


-Qual é Acker, você não fez nada. – Falou James rindo de mim.


Bom, o espírito vermelho ficou só vendo nossa discussão besta até que eu me toquei que ele estava lá.


-Nossa, desculpe nossa briga, somos assim mesmo, e muito obrigado por nos salvar. – Falo eu me aproximando dele com minha mão entendida. – Eu sou Mike Acker.


-Natan, esse é meu nome, venham comigo se quiserem saber o verdadeiro sentido dessa briga – Falou ele procurando um tijolo perto do furgão que eu chutei.


Ele empurrou um que estava ali mais escuro, mas quase não dava pra perceber, duas das três lâmpadas derreteram com o calor do furgão.


Puxa, fiquei ali plantado e quando eu me toquei que precisamos ir fiz um sinal chamando James e seguimos para uma caverna, falei “Batcave” bem baixinho, estava empestada de morcegos, e tinha umas renas sendo alimentadas por Natan, eu estava com sono e me joguei no sofá vermelho muito confortável.


-O espírito do natal foi perdido. – Falou Natan antes de dar um longo suspiro, e servir uma xícara de chocolate quente. – Todos se esqueceram do papai Noel, e de toda felicidade que ele espalhava, hoje ele só quer trazer e matar todos os jovens, para que só quem acredita nele sobreviva.


Eu arregalei os olhos, levei um lenço aos lábios após beber um golo, fiquei perplexo, o único que perdeu o espírito de natal aqui foi o papai Noel, quer nos matar, conta outra velho.


-Nossa, meu irmão, o único que perdeu o espírito de natal aqui foi o papai Noel, quer nos matar, conta outra velho. E mesmo assim, não deixarei que ele nos mate.


James botou a mão na boca, fingiu uma tosse e falou:


-Kung fuleiro.


Nossa que raiva, deu vontade de pular no pescoço dele e meter umas porradinhas na carinha de santo dele, mas não liga, é só a cara mesmo.


-Nossa, olha à hora Natan, o que nós vamos fazer? Já está tarde, é a véspera de natal, é melhor descansarmos – Dei um pulo e me aproximei do corpo da minha namorada, Mary, dei uma olhada e fui pra um cobertor. – Eu acredito que todos escolhem seus caminhos, e obrigado por escolher nos ajudar Natan.


Ele me olhou como se eu fosse um alienígena, se sentou e acenou pra mim, alguns minutos depois eu caí no sono, e me acordei às cinco da manhã com o Natan me chamando.


-Acorda, tem gente que quer lhe ver. – Ele me puxou e eu me levantei, vi os robôs e me olhei pra o outro lado, estávamos cercados, bom, eu fui campeão em salta a distância, e eu pulei por cima de um robô, Natan me olhou e eu acordei.


Foi um susto e tanto, eu respirei fundo e quando olhei era mesmo cinco da manhã e Natan estava saindo, eu me levantei calcei meu All Star e corri atrás dele, meu corpo era ágil, então alcancei ele rapidinho.


-Aonde você vai Natan?


Ele me olhou e continuou a correr e eu o segui, quando o alcancei puxei ele pelo ombro e falei:


-Aonde você vai, por que você não quer falar.


Ele me puxou e eu cai em um buraco junto a ele.


-Ok vou pegar as armas e as munições que vocês vão usar hoje à noite. – Falou ele se aproximando de um grande container.


Eu olhei com os olhos arregalados.


-Armas? Hoje a noite tem o que? Nós vamos matar o papai Noel?


Ele me olhou e continuou a vasculhar o grande container, eu me aproximei e vi que lá haviam armas de curta distancia, nada que pudesse servir pra matar um exércitos de robôs.


-Nossa você usa uma pistola, e eu uma espada, grande plano. – Falo eu sarcasticamente.


Ele me olhou de novo e continuou a vasculhar, ele jogou uma espada pra mim, ela era bem pesada, depois jogou um cartucho de metralhadora.


-Vamos, pare de reclamar, sua espada também atira. Encaixe a porcaria do cartucho ai na arma.


Fiz o que ele mandou, apontei pra cima e pensei em atirar, saiu uma bala de fogo.


-Uau, maneiro, gostei mesmo valeu.


-Disponha, vamos levar as armas pra os outros. – Falou James jogando um colar pra mim. – Isso vai te proteger dos jogos mentais dele.


Eu olhei pra ele, e botei o colar, logo após fomos de volta pra base, todos ainda dormiam, eu fiquei ali sentado em uma cadeira perto de um forno, o Natan estava fazendo biscoitos, e eu queria comer, que fome eu estava, quando ouvi o “Tin Tin” da campainha minha barriga roncou, bom, o Natan não é lá essas coisas como cozinheiro, mas quando se passa fome, acredite, come até pedra. Então depois da refeição eu fui me deitar e ficar lá olhando para o teto rochoso da caverna.


Mary acordou e foi pra o meu lado, abraçada comigo, o tempo passa devagar quando você não tem nada pra fazer.


-Vai ficar tudo bem não é Mike? – Perguntou ela com medo, muito medo.


Natan olhou para nós e uma lágrima escapou co olho dele, Mary se levantou e perguntou por que ele estava assim.


-Eu perdi toda minha família, minha esposa e meus filhos fugiram em um ataque terrorista, eles fugiram e eu fiquei sozinho, depois que foram encontrados, minha mulher e meus filhos foram executados na minha frente, então eu usei essa pistola pra executar os bandidos, e até hoje eu uso essa pistola pra proteger as pessoas, mas dificilmente eu mato alguém.


-Legal... – Falou James após acordar – Bom dia Kung Fuleiro.


-Cala a boca James, não quero discutir com você, você é o meu melhor amigo, só um pouco mais velho, mas é meu melhor amigo, todos vocês são muito importantes pra mim, e eu tracei meus caminhos, eu escolhi que vocês seriam meus amigos, e que hoje, não são meus inimigos.


Mary olhou pra mim, com um tipo “Se esqueceu de mim?” E ai eu retornei.


-Está legal, e minha namorada. Bom, eu tracei esse caminho, e por mim, de todos meus erros, se eu pudesse voltar no tempo, faria tudo do mesmo jeito, pois é assim que eu quero viver, com poucos amigos, mas com amigos verdadeiros.


Natan olhou pra mim, e se levantou ele viu que estava quase no meio dia, ele foi pescar pra dar comida a nós, uma coisa bastante repugnante.


-Bom isso nos leva a algum canto? – Falou meu irmão.


-Claro que nos leva, bom se ele escolheu o caminho da destruição, a magia voltará contra o feiticeiro, nós vamos ensinar a lição que ele esqueceu. – Falei eu decisivo.


Passaram varias horas bolando uma estratégia, e a final, resolvemos ir todos contra ele, e no final ele vai perder, ou não.


A grande hora chegou, estávamos voltando para o esconderijo do papai Noel, e ele estava lá sentado, com fúria nos olhos, porque nós falamos o plano tão alto?


Agora é tarde, Natan e eu estávamos protegidos dos jogos mentais dele, mas eu estava preocupado com James, Josh e Mary, que estavam totalmente sem noção dos seus poderes mentais.


-Se espalhem, tem um grande espaço aqui. – Falo eu dando um grande salto pra trás e puxando minha nova espada.


Pensei em atirar e ela atirou novamente, mas foi uma bala de gelo, ele esquivou então ele nocauteou Mary, Josh, James e Natan, e só ficou eu, que tomei um golpe perto da barriga, eu parei e falei.


-Cara, não precisa ser assim, você podia muito bem, tentar recuperar seus fãs sem sangue derramado, sabe, eu escolho meu próprio caminho e hoje eu não me arrependo de todas as escolhas que eu fiz.


Os olhos dele se encheram de lágrimas e ele se ajoelhou me recompus e continuei.


-Todos traçam seus caminhos, talvez hoje eu não estivesse aqui, mas sim com minha família, e com tudo que eu fiz merecer ter.


As lágrimas escorreram pelo seu rosto, e eu falei.


Por favor, me realize um ultimo pedido, eu quero que tudo comece de novo, que eu volte a viver a noite do dia de ontem, 24 de dezembro.


-Seu desejo é uma ordem. – Falou ele.


Em certo dia, eu e meus amigos saímos para comemorar a véspera do natal, mas tudo isso não foi uma idéia muito legal. E tudo isso foi por conta de uma aventura que será descrita agora.


Eu me chamo Mike Acker, tenho 16 anos, e saí para ver a imensa arvore de natal com meus amigos, mas tudo isso não passou de uma farsa, quando chegamos lá, nos encontramos, eu Josh Acker, meu irmão mais velho de 18 anos, Mary Loop, minha namorada e meu melhor amigo, James Loop, que veio só pra ver se eu ia fazer coisas com a irmã dele.


-Nossa, eu voltei mesmo no tempo.


Então passamos por onde fomos seqüestrados.


-Vamos ser seqüestrados em 3, 2, 1 – Eu fechei meus olhos e me abaixei.


Mas nada aconteceu, eu olhei pro céu, e vi que ele seguiu meu conselho, e o natal voltou a ser uma data de felicidade e paz.


Moral da historia=Não dependo do que os outros fazem, mas sim do que você vai fazer, faça como Mike, faça escolhas que no futuro não vá se arrepender.

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