Of How Many Coincidental Chances Is Fate Made?
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Chapter 13 min read

Capítulo 1 - A Noite De Sexta Feira

Ele caminhava tranquilamente pela larga calçada, as ruas estavam lotadas, era verão e as pessoas saiam para sentir a brisa da recém chegada noite.
As mãos estavam nos bolsos, sorria alegremente com o novo papel que conseguira, foi um dos primeiros a ser cotado e seu semblante não poderia deixar de demonstrar o que achava disso.
Adentrou um bar de um conhecido, puxou uma das banquetas e se sentou, logo o homem veio lhe atender.
— Você por aqui? Vai beber o quê?
— Tinha um tempo que eu não vinha né? — o sujeito balançou a cabeça sorrindo gentilmente. — Vou tomar aquele Martini que só você tem.
— Seria para uma estréia de trabalho essa bebida? — o homem alto de belos traços o conhecerá bem.
— É isso aí. Vou estrear uma série, mas não espalha. — ele quase sussurava.
— Esse é o seu drink de estréia, você pede o mesmo a anos. — serviu-lhe a bebida.
David pegou o copo do balcão e tomou, sentiu a bebida esquentar todo o seu corpo.
Ao longe avistou uma bela mulher sentada em uma mesa individual, ela por ventura bebia a mesma bebida que ele havia pedido e já estava na quinta rodada.
David fez sinal para que o bar man chegasse mais perto e disparou uma pergunta.
— Quem é aquela? — apontava para a moça de olhos azuis vibrantes.
— Cara, tem tanto tempo que você não vem aqui que está por fora em. — sorriu.
— Não respondeu minha pergunta. — franziu as sombrancelhas.
— Todo cara que entra aqui na sexta vem me perguntar quem é ela. — disse o intrigando.
David parou de indagar quando a mesma caminhou em direção ao balcão.
— Já vai moça? — o bar man lhe perguntou.
— Já sim. Tenho que estudar algumas coisas. Vim deixar a comanda antes que eu fique bêbada. — ela sorriu.
— Você é mais forte com bebida do que muito marmanjo que vem aqui. — sorriu para ela.
— Era só isso mesmo Javier. Obrigada! — fez um sinal de adeus com as mãos e foi embora.
— David? — Javier o chamou.
— Oi? O quê? — respondeu meio perdido.
— Para de babar pela moça. — Gargalhou.
— Moça? Tem certeza que você viu a mesma pessoa que eu vi?
— Tenho sim. E a moça é uma excelente pessoa. — fez uma pausa. — Eu não devia... sei que não devia te ajudar a conhecê-la, mas ela está por aqui toda noite de sexta. — pegou a flanela e foi limpar o balcão.
David ficou pensativo, imaginando se ela realmente voltaria na semana seguinte.

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