Tudo mudou ao conhecer Alexander Lightwood...
Prólogo

Magnus Bane.

Como é ser um Feiticeiro?
Bem.
É ótimo em alguns momentos.
E uma merda em outros.

Assinado ~ Alto Feiticeiro do Brooklyn

Tudo se resume em magia.

Magnus Bane costumava amar às manhãs. Claro — Se desconsiderarmos às ressacas estonteantes após as madrugadas tomando Whisky na Pandemonium. Talvez às manhãs de um Submundano como Magnus acabassem sendo chatas.

E sim.

Eram muito chatas.

Magnus costumava acordar cansado em cada uma das manhãs. Então caminhava sem vontade alguma até um sofá-cama na varanda e materializava um café em suas mãos com uma chuva de tons mágicos. Lá ficava escutando os vendedores ambulantes nas ruas e alguns fedelhos brincando de esconde-esconde — Bane descobriu há alguns meses atrás que essas canecas eram roubadas do Hunter’s Moon — Simplesmente um albergue de Lobisomens carentes de Nova Iorque. Teve sorte deles nunca notarem o desaparecimento constante de café nos balcões e mesas.

Tudo se resumia em magia.

Pentear os cabelos? Talvez decorar às bochechas com Glitter? Faxinar seus dois apartamentos do Brooklyn e outros três na Inglaterra? — Magnus realizava cada uma dessas tarefas com míseros movimentos das mãos.

Então amou ser Submundano durante anos.

Ele sentiu um orgulho máximo ao ser tornar “Alto Feiticeiro do Brooklyn” — Em seguida descobriu à consequência de nunca envelhecer ao ver cada um dos seus amigos morrendo vagarosamente e se tornando míseras memórias à sumiram com os anos.

Em algumas noites restavam algumas lágrimas nos olhos.

E as memórias das suas almas-gêmeas nos últimos anos.

Tudo era resumido em magia.

E tudo mudou ao conhecer Alexander Lightwood.

Fim do Prólogo :3

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