— Pelo amor de Deus, senhorita Kikyou! Onde é que a senhorita estava? O senhor Sesshoumaru não gosta quando não atende o telefone. — Jaken disparou, assim que abriu a porta do escritório para a moça — tendo a visto se aproximar de longe, pelo vãozinho das persianas.
A voz trêmula do secretário tornava-se ainda mais esganiçada, quando o diretor punha sobre ele alguma pressão; e, não somente isso, como o pequeno homem tremia, da cabeça aos pés, sempre quando as ordens do chefe não eram atendidas imediatamente. Fosse por ele, fosse pelos demais funcionários.
Kikyou cedeu sua bolsa e o casaco, conforme passava pela porta e postava-se diante dele, já dentro da pequena recepção. Não estava tão atrasada assim, estava? A última vez que consultara o relógio, já no estacionamento do hospital, não havia passado sequer vinte minutos desde a última ligação de Sesshoumaru.
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