O sol já se deitava no horizonte, quando Amanda não enxergou mais o homem-da-lei que lhe perseguia. “Devo ter despistado ele”, pensou. Seus pensamentos estavam para trás. Eles estavam junto ao Corvo na luta contra os homens-da-lei e da elite com o lança-chamas. Isso realmente a preocupava, pois nunca soube se ele já havia enfrentado tal perigo antes. Ela pensava enquanto estava sentada em seu cavalo roubado dos homens. Era uma égua na realidade, pelagem branca. A pobre estava cansada e por sorte estavam chegando à montanha.
Amanda tinha de abandoná-la: ela passaria fome e frio à noite, pois não era possível o animal subir até a caverna e nem entrar na passagem apertada. Ela largou-a e rapidamente a égua voltou pelo caminho de onde vieram. Amanda subiu a montanha e entrou no esconderijo. Chegando lá, sentou-se na poltrona esperando ansiosamente Corvo aparecer.
Após vários minutos ela ouviu um som vindo da entrada. Pegou uma das facas do arsenal de Corvo e preparou-se para atacar. A pedra que protegia a entrada moveu-se, abrindo a abertura. Amanda investiu e Corvo segurou seu braço e girou sua mão fazendo com que ela largasse a faca.
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