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the Executors

Sam

the Executors
Chapter 59 min read

Capítulo 5

Dois dias se passaram e nada. Angie, que de anjo não tem nada, não entrou em contato, como o prometido, e aqueles incompetentes não conseguiram nem rastrear o telefone do primeiro contato. Sim, foi isso mesmo que você ouviu leu. Eu chamei Anita Blake de incompetente. Tudo bem que sou sua fã nº 1, mas a vida da minha melhor amiga estava em jogo.
Enquanto Cath pode estar sento torturada pela demoníaca Angie, eu estou aqui resolvendo casos e matando vampiros insignificantes. Bom, pelo menos estou gastando minha raiva em alguma coisa. Coisa essa, que tenho que fazer agora.
Um vampiro chamado Mayer matou uma família inteira e eu fiz questão de pegar o caso.
Eu estava na delegacia vendo as fotos da cena do crime e xingando o desgraçado, quando o chefe dos “Condenados” perguntou quem queria matá-lo. Adivinha quem ergueu a mão antes de todos. Se você disse/pensou que fosse eu, está totalmente certo e merece uma bala de morango por isso.
Recebi os locais que o desgraçado freqüenta e preparei minhas armas. Essa noite seria agitada.

Coloquei uma blusa, All Star bota, jaqueta de couro e calças pretas. Peguei a Firestar, uma faca de prata, uma espingarda e munição. Coloquei tudo na Cheryl e fui pra um bar chamado “Cova dos Leões”. Que nome mais apropriado! Coloquei a Firestar na bolsa de ombro e a faca dentro da bota. Daria tempo de alcançar caso alguma coisa acontecesse fora do planejado.
Entrei no bar, sentei em uma mesa bem no fundo, pedi um drinque e, meia hora depois, lá estava ele. Mayer Waters. O assassino de um pai, uma mãe, três filhos e um bebê. Vai direto pra inferno!
Fiquei o observando até ele dar o próximo passo. Segundo informações, todas as sextas Mayer vai ao bar, logo depois, ao cassino do outro lado da rua e, no fim da noite, volta pra casa.
Fiquei observando o canalha jogar a noite toda, até perder todo seu dinheiro e decidir voltar pra casa. Felizmente, pra mim, ele não tinha carro, então iria a pé. Perfeito. Adoro matar canalhas depois de uma caminhada relaxante.
O imbecil estava caminhando na rua e entrou num beco. Era a minha hora. Eu havia pego a espingarda no carro e escondido embaixo da jaqueta. Não cobria a arma inteira, mas estava escuro, não dava pra ver. Olhei pros lado e, quando vi que não havia mais ninguém, mirei no cafajeste.

- Olá Nikki. – DROGA! Caí numa armadilha.

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