



You Didn't Teach Me To Forget You
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View profileLeitora assídua, escritora preguiçosa. Tenho 20 anos e, por mais clichê que isso soe, sou uma metamorfose ambulante. Como boa pisciana, ador...
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Saint Seiya does not belong to me. The series was created by Masami Kurumada. Fanfic based on the song "You Didn't Teach Me To Te Forget" by the wonderful Caetano Veloso. This story, however, was written by me and its rights belong to me. Do not post elsewhere without my permission. ----- Note that this is not a romance story. She is centered on Ikki and his feelings. Hope you like it!
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First Published
19 de junho de 2013
Last Updated
19 de junho de 2013
Editorial Status
Completed
Language
Português (Brasil)
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Para Hyoga, admitir a dor nunca foi uma tarefa fácil, especialmente quando o ferimento no olho o deixava tão vulnerável. No entanto, tudo mudava na presença daquele amigo de mãos de anjo, cujos toques os mais carinhosos possíveis faziam o loiro desejar, do fundo do coração, ficar para sempre sob os seus cuidados.
As sombras do passado e o cansaço dos últimos tempos ainda pesam sobre o peito de Shun e a última coisa que ele deseja é comemorar o próprio aniversário. Hyoga, porém, tem outros planos. Entre cupcakes, panquecas de mel, uma alpaca intrometida e as provocações dos velhos amigos, o russo transforma o dia em um pequeno refúgio. Bastava apenas um empurrãozinho para que dois velhos amigos finalmente percebessem que o amor entre eles sempre esteve ali.
Ser uma deusa não é uma tarefa fácil. Não é para todos. Ser uma deusa, significa muitas coisas. Algumas, das quais, muitos humanos não seriam capazes de suportar.
Flu-Flu adorava um vira-lata. E, pelo visto, o Shun também. Bastou a poodle se apaixonar pelo Cerveja para o Shun conhecer o Hyoga, o dono maloqueiro, e descobrir que seu gosto para homens era tão duvidoso quanto o da própria cachorra.
Ser pai pela primeira vez não vinha com manual de instruções. Shun sabia disso. Hyoga também. Havia as dificuldades, os choros, as fraldas, as noites sem dormir e a insônia. Havia o cansaço e a sensação de não saber exatamente o que estavam fazendo. Mas, no fim, tudo valia a pena. Porque aquele pequeno bebê agora fazia parte do novo universo que os dois haviam criado juntos.
Por que será que a grama do vizinho sempre parece mais verde? Ou, no bom linguajar do sertão: por que será que a manga do pé alheio sempre parece mais corada e docinha? A resposta é simples: mulher dos outros é igual manga no quintal vizinho. A gente só acha bonita porque não precisa juntar as folhas que ela derruba, nem varrer o terreiro depois que o vento passa. Para Hyoga, cobiçar a cerca alheia nunca fez sentido. Ele já tinha sua própria beldade esperando em casa. Um xodó que valia mais que chuva de janeiro caindo no sertão, mais que um açude sangrando depois de anos de seca. Porque, no fim das contas, flor bonita não é a que floresce no jardim do vizinho... é a que a gente rega com carinho todos os dias.






